
Há aproximadamente três anos atrás, quando assumiu o lugar do filho no Senado, Reditário Cassol (PP) defendeu na tribuna o uso de chicotes em presos que se recusassem a trabalhar dentro do sistema penitenciário brasileiro, ao dizer que é favorável a mudanças do código penal, e extinção do auxílio reclusão, à época no valor de R$ 862,60.
Em um trecho de sua fala disse que “nós temos que modificar um pouco a lei aqui no nosso Brasil, de modo que venha favorecer sim as famílias honestas, as famílias que trabalham, que lutam, que pagam imposto para manter o Brasil de pé”, e complementou a fala dizendo que “pessoas que vão pra cadeia são pilantras, vagabundos e sem vergonha, e quando não trabalhasse de acordo, o chicote, que nem antigamente, voltar”
para embasar sua linha de raciocínio na defesa de tortura aos detentos brasileiros.
Na ocasião, o então Senador, Eduardo Suplicy (PT-SP), pediu um aparte no discurso para apresentar sua opinião contrária ao posicionamento de Reditário Cassol. De lá pra cá muita coisa mudou. A nora de Reditário, Ivone Cassol (PP), tentou ser a 3ª Cassol a entrar no senado, mas não deu certo.
Já o líder do grupo na política, Ivo Cassol (PP), entrou pra história da família como o primeiro Cassol obrigado a “puxar” cadeia por decisão da justiça.
Resta saber se o patriarca Reditário ainda defende chibata nos presos brasileiros, agora que seu filho irá engrossar a já densa comunidade carcerária do Brasil.
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Texto:Extra de Rondônia
Foto:Divulgação


