
A classe “D” da Saúde de Vilhena – formada por Fonoaudiólogos, Fisioterapeutas, Farmacêuticos, Enfermeiros, Bioquímicos, Biomédicos, Cirurgião Dentistas, Assistente Sociais, Educador Físicos, Nutricionistas, Psicólogos e Terapeuta Ocupacional – paralisou suas atividades nesta terça-feira, 8, como forma de protesto por melhorias salariais.
O grupo que ficou de fora do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) também não teve seu reajuste salarial aplicado. Como compensação, a “Classe D” recebe complementação salarial no Auxílio Alimentação.
Na manhã desta terça-feira, 8, como parte da programação, o grupo participou da sessão ordinária na Câmara de Vereadores e a servidora Rosangela Vaz, enfermeira do Município, fez uso da tribuna do Legislativo para expor a situação da categoria.
“Nós estamos há mais de 1 ano nessa luta da classe ‘D’. Nós agradecemos o (vereador) Samir, que sempre está aberto ao diálogo e queremos isso. O prefeito, na reunião do sindicato, ao nosso ponto de vista, não se mostrou muito aberto ao diálogo e ficou batendo em números. Na pauta estão: a Resposta do Executivo a nossas questões e o reajuste de salário naquilo que entendemos que é melhor de 50% do valor do salário base. Não dá mais para ficar nos R$ 2.625,00”, frisou.
Ela disse que o grupo ficou chateado com prefeito e vereadores em recente reunião com a categoria. “Queremos que o prefeito apareça e converse conosco até resolver em definitivo. Mas o que não aceitamos é o silêncio do Executivo e dos vereadores. Ficamos chateados. Nós queremos uma sensibilização, já que o orçamento de casa não está fechando com R$ 2.625,00. Não somos palhaços”, desabafou.



