O presidente da Cooperativa de Transportes de Rondônia (CTR), Jorge Roberto Rott Baumgratz, conversou nesta quarta-feira, 11, com o Extra de Rondônia e falou sobre a paralisação nacional dos caminhoneiros e garantiu que Vilhena não vai aderir ao movimento.
Segundo Jorge, a classe já é perseguida demais e quando o assunto é fechar a rodovia só vira em baderna.
“Não temos apoio e por isso não vamos aderir. Aqui é uma classe desvalorizada. Se o índio ou sem-terra fecha a rodovia ninguém faz nada, mas se for um caminhoneiro, daí vira caso de polícia”, desabafou.
Com críticas ao governo pelo aumento dos combustíveis e percentual do valor do frete em baixa, os motoristas de outros estados brasileiros colocam em risco a economia com a paralisação.
Em discurso, a presidenta Dilma Roussef, falou que não vai aceitar a paralisação e que é contrária ao movimento que além de desestabilizar a economia brasileira, obstrui as vias e impede o direito constitucional da população de ir e vir.
A população vilhenense já se preocupa com a possível falta de combustíveis na cidade.
Texto: Extra de Rondônia
Foto: Ilustração


