
Aparício de Carvalho, proprietário da Faculdades Integradas (FIMCA), visitou o stand do Extra de Rondônia, na Expovil, na noite desta quinta-feira, 7, para anunciar os cursos aprovados em Vilhena.
Ele explicou que Vilhena foi agraciada com os cursos de Engenharia Civil, Enfermagem, Educação Física e Fisioterapia.
Aparecido disse que falta apenas a autorização do Ministério da Educação para a realização do vestibular, previsto para final de 2016.
Aparício também informou a respeito do andamento da implantação do curso de Medicina em Vilhena, que está “travado” por pendengas judiciais, devido a uma ação movida por uma faculdade da Bahia.
Entretanto, Aparício anunciou outra preocupação: a possível anulação do edital das 2.290 vagas de Medicina requerido pela ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), Ana Arraes, apresentado nesta quarta-feira, 6. Isto também inclui Vilhena.
Arraes apresentou relatório em que pede à Corte que anule edital do Ministério da Educação. O processo de seleção integra o Mais Médicos e havia sido suspenso de forma cautelar em novembro, diante de denúncias de irregularidades.
Em seu voto, a relatora afirma que o edital desrespeita ao mesmo tempo a Lei de Licitações e a Constituição Federal, sendo necessário cancelá-lo definitivamente. No relatório, ela argumenta que o processo de seleção não deixa claro quais são os critérios adotados para avaliação e seleção das instituições de ensino participantes, sobretudo o de capacidade econômico-financeira. O documento também aponta falhas no cumprimento do edital.
Aparício se mostrou preocupado com questão e afirmou que, caso isso aconteça, todo o Brasil – incluindo Vilhena – perde com isto. “Isto é prejudicial para todos, mas vamos torcer
Texto: Extra de Rondônia
Foto: Extra de Rondônia
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