{"id":167998,"date":"2017-04-05T15:52:02","date_gmt":"2017-04-05T19:52:02","guid":{"rendered":"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=167998"},"modified":"2017-04-05T15:52:02","modified_gmt":"2017-04-05T19:52:02","slug":"as-novas-trilhas-de-vilhena-e-o-parque-ecologico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2017\/04\/05\/as-novas-trilhas-de-vilhena-e-o-parque-ecologico\/","title":{"rendered":"As novas trilhas de Vilhena  e o Parque Ecol\u00f3gico"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-167999\" src=\"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-696x464.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-630x420.jpg 630w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-800x534.jpg 800w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-120x80.jpg 120w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><strong>Lazer, hist\u00f3ria e meio ambiente em um espa\u00e7o que aos poucos atrai os vilhenenses.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Vilhena recentemente ganhou mais uma op\u00e7\u00e3o de lazer: o Parque Ecol\u00f3gico Municipal. Criado inicialmente para integrar um conjunto de loteamentos (Bar\u00e3o do Melga\u00e7o I, II e III) foi \u201cadotado\u201d pelo Munic\u00edpio como projeto da Prefeitura que visa \u00e0 integra\u00e7\u00e3o do meio ambiente, seu patrim\u00f4nio hist\u00f3rico e lazer, que criar\u00e1 um circuito que interligar\u00e1 o Parque Ecol\u00f3gico Municipal ao Museu \u201cCasa de Rondon\u201d e a pra\u00e7a a ser constru\u00edda ao lado do lago da Macrodrenagem da cidade, que captar\u00e1 a \u00e1gua proveniente das chuvas e canalizar\u00e1 para o Rio Bar\u00e3o do Melga\u00e7o.<\/p>\n<p>O Parque Ecol\u00f3gico, ainda em constru\u00e7\u00e3o, se localiza em uma \u00e1rea de transi\u00e7\u00e3o, na qual possui dois tipos de vegeta\u00e7\u00e3o: a do cerrado e mata amaz\u00f4nica, principalmente aquela caracter\u00edstica de beira de rio, que garante diversidade de fauna e flora.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da vegeta\u00e7\u00e3o nativa, o parque tem um amplo gramado, al\u00e9m de uma estrutura que vir\u00e1 a ser um lago e uma passarela de madeira que fica acima do Rio Bar\u00e3o do Melga\u00e7o, com cerca de 100 metros de comprimento, que permite aos visitantes circular sobre o rio, numa altura m\u00e9dia de 3 metros. Foram abertas pequenas trilhas, mas ainda n\u00e3o exploradas oficialmente, mas que ser\u00e3o utilizadas para explorar ainda mais as possibilidades do espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Desde o fechamento do Museu \u201cCasa de Rondon\u201d para visita\u00e7\u00e3o p\u00fablica e consequentemente do zool\u00f3gico que havia l\u00e1 a cidade n\u00e3o dispunha de ambientes p\u00fablicos abertos. Embora a cidade tenha 12 pra\u00e7as p\u00fablicas, um ambiente como este fazia falta para a comunidade.<\/p>\n<p><strong>A INICIATIVA<\/strong><\/p>\n<p>A iniciativa de constru\u00e7\u00e3o do Parque foi de Dari de Oliveira, atrav\u00e9s do empreendimento Bar\u00e3o do Melga\u00e7o, do qual fazem parte tr\u00eas loteamentos que margeiam o Rio Bar\u00e3o do Melga\u00e7o e tem o Dari como s\u00f3cio.\u00a0 O projeto previa uma \u00e1rea de conviv\u00eancia comum para os tr\u00eas conjuntos.<\/p>\n<p>Quando \u201cSeu Dari\u201d, como \u00e9 conhecido, apresentou o projeto para as autoridades municipais o prefeito Jos\u00e9 Luiz Rover se interessou pela proposta e sugeriu que o munic\u00edpio adotasse e ampliasse o projeto, na forma de um circuito ambiental e hist\u00f3rico.<\/p>\n<p>Em 2015 Dari assumiu Secretaria de Obras e Servi\u00e7os P\u00fablicos (SEMOSP) e passou a coordenar pessoalmente a constru\u00e7\u00e3o do Parque que agora seria interligado ao Museu e ao lago da Macrodrenagem. Foi aberta a \u00e1rea para a coloca\u00e7\u00e3o de grama e constru\u00edda a primeira etapa da passarela de madeira, que ia at\u00e9 a metade do atual caminho. Com a entrada da equipe da prefeitura a passarela foi completada e as entradas para o parque, antes prec\u00e1rias agora d\u00e3o melhor acesso ao mesmo.<\/p>\n<p>Com a imin\u00eancia do t\u00e9rmino das obras e a inaugura\u00e7\u00e3o oficial do parque \u2013 previsto para novembro \u2013 j\u00e1 est\u00e3o encaminhados a minuta do Decreto de cria\u00e7\u00e3o do Parque e o regimento que atribuir\u00e1 \u00e0s compet\u00eancias dos \u00f3rg\u00e3os municipais no espa\u00e7o. A Secretaria Municipal de Esportes e Cultura (SEMEC), que hoje cuida da agenda e pequenas manuten\u00e7\u00f5es de pra\u00e7as p\u00fablicas, seriam respons\u00e1veis tamb\u00e9m por manter o parque, mas devido o pouco efetivo pessoal da secretaria, bem como as demandas do local \u2013 segundo seu secret\u00e1rio Welliton Oliveira Ferreira &#8211; se tornaria invi\u00e1vel, portanto a SEMOSP, juntamente com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente \u2013 que orientar\u00e1 o paisagismo e os cuidados ambientais.<\/p>\n<p>\u00c0 SEMEC e a Funda\u00e7\u00e3o Cultural de Vilhena (FCV) caber\u00e1 apenas a promo\u00e7\u00e3o de atividades de lazer no parque, que ser\u00e3o iniciadas assim que o parque for inaugurado e a administra\u00e7\u00e3o do Museu, bem como a conserva\u00e7\u00e3o de seu patrim\u00f4nio hist\u00f3rico.<\/p>\n<p><strong>COMO A COMUNIDADE CONHECEU<\/strong><\/p>\n<p>A rodovia que d\u00e1 acesso ao Parque Ecol\u00f3gico (BR 174), que na zona urbana tem o nome de Avenida J\u00f4 Sato, al\u00e9m do acesso aos loteamentos j\u00e1 referidos, \u00e9 a \u00fanica via asfaltada que leva at\u00e9 a zona rural Norte do munic\u00edpio e tamb\u00e9m \u00e9 por onde se acessa ao Aeroporto Brigadeiro Eduardo Gomes. Com o grande n\u00famero de pessoas que circulam por esta via se despertou a curiosidade de algumas para conhecer ambiente. Al\u00e9m disso, o parque fica ao lado do campus de Vilhena do Instituto Federal de Rond\u00f4nia (IFRO), que conta com mais de 700 alunos.<\/p>\n<p>Marcos Leandro Gregi, piloto, foi uma dessas pessoas atra\u00eddas pela curiosidade \u2013 <em>\u201cEu passava por aqui e fiquei curioso com o espa\u00e7o e um dia vim passear com minha filha e acabei gostando, venho todo domingo para c\u00e1. Nem sabia que se tratava de um Parque Ecol\u00f3gico\u201d<\/em> \u2013 e disse a cidade precisava de um espa\u00e7o assim, para atender \u00e0 popula\u00e7\u00e3o e que falta infra-instrutora, com mais trilhas, mais passarela e uma \u201ctirolesa\u201d, mais op\u00e7\u00f5es de divers\u00e3o.<\/p>\n<p>J\u00e1 D\u00e9bora Raquel Romano, pedagoga, soube da exist\u00eancia do parque atrav\u00e9s de amigos que visitaram o parque e lhe recomendaram como espa\u00e7o bel\u00edssimo, uma alternativa saud\u00e1vel para os visitantes vilhenenses e tamb\u00e9m para quem vem de fora do munic\u00edpio. D\u00e9bora achou importante a integra\u00e7\u00e3o com a natureza que o espa\u00e7o proporciona, mas lamenta o comportamento que algumas pessoas tomam no lugar, como jogar lixo nas \u00e1reas de \u00e1gua e na mata.<\/p>\n<p>Tal situa\u00e7\u00e3o foi percebida pela reportagem, que percebeu latas de bebidas, pl\u00e1sticos e at\u00e9 uma fralda descart\u00e1vel jogada no leito do Rio.<\/p>\n<p>O Secret\u00e1rio de Obras, Dari, garantiu que ser\u00e3o instaladas lixeiras nas passarelas e tamb\u00e9m pr\u00f3ximo ao gramado, e a SEMMA vai trabalhar com a conscientiza\u00e7\u00e3o ambiental dos visitantes do parque. Lembramos tamb\u00e9m que o parque est\u00e1 sobre uma nascente de rio, o que pode contaminar e at\u00e9 mesmo extinguir o rio, se nada for feito quanto \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do local. V\u00e1rias pessoas levavam sacolas para depositar seu lixo, para n\u00e3o deixar no ambiente, at\u00e9 mesmo por consci\u00eancia que l\u00e1 h\u00e1 muitos p\u00e1ssaros e animais circulando na floresta, como porcos do mato, cotias e outros pequenos mam\u00edferos e r\u00e9pteis, como cobras e lagartos.<\/p>\n<p>Outro ponto deficiente \u00e9 a seguran\u00e7a do ambiente quando escurece, pois o mesmo ainda n\u00e3o possui ilumina\u00e7\u00e3o e o projeto mais pr\u00f3ximo para atender a esta demanda s\u00f3 atinge a rodovia que passa em frente ao espa\u00e7o. Quando anoitece \u00e9 visto que chegam v\u00e1rias pessoas, inclusive menores que fazem o uso da escurid\u00e3o para praticar atos que nem sempre s\u00e3o sadios.<\/p>\n<p><strong>O CIRCUITO<\/strong><\/p>\n<p>O Circuito pretendido do parque ser\u00e1 feito atrav\u00e9s de uma estrada que liga o projeto ao Museu \u201cCasa de Rondon\u201d. A dist\u00e2ncia entre esses pontos \u00e9 de cerca de 800 metros e \u00e9 por si s\u00f3 um aprendizado sobre a natureza, uma vez que voc\u00ea sai de um ambiente de flores fechada e chega em uma \u00e1rea tipicamente de cerrado, que entorna o Museu.<\/p>\n<p>Justamente nesta \u00e1rea de transi\u00e7\u00e3o \u00e9 onde se encontra o in\u00edcio da \u00e1rea militar que pertence \u00e0 Aeron\u00e1utica, que indiretamente \u00e9 respons\u00e1vel pelo Museu n\u00e3o estar aberto. Como est\u00e1 em \u00e1rea militar o Museu n\u00e3o pode receber recursos municipais para reformar e revitalizar o espa\u00e7o o processo de doa\u00e7\u00e3o do terreno da \u00e1rea do mesmo corre lentamente pelos tr\u00e2mites burocr\u00e1ticos. H\u00e1 sete anos o Munic\u00edpio deseja reverter a \u00e1rea para uso da comunidade, que al\u00e9m do museu teria acesso a uma pra\u00e7a que seria constru\u00edda do lado da lagoa da macrodrenagem, o que ampliaria ainda mais as possibilidades do parque ecol\u00f3gico.<\/p>\n<p>Tal circuito seria fundamental para uma cidade que foi importante para o progresso do estado de Rond\u00f4nia e tem um peso hist\u00f3rico pouco reconhecido e tamb\u00e9m a parte de conscientiza\u00e7\u00e3o ambiental traria mais conhecimento aos cidad\u00e3os vilhenenses, estabelecendo um contato com a natureza que ajude a preservar a cidade que tanto sofre com a monocultura da soja e da pecu\u00e1ria de corte.<\/p>\n<p><strong>O Museu Casa de Rondon<\/strong><\/p>\n<p>Teve sua constru\u00e7\u00e3o iniciada em 1909 e oficialmente inaugurada em 12 de outubro de 1911, e serviu como uma das esta\u00e7\u00f5es telegr\u00e1ficas que ligaram Cuiab\u00e1 a Porto Velho via tel\u00e9grafo, obra da Comiss\u00e3o Rondon. O tel\u00e9grafo funcionou por pouco tempo e a casa foi habitada at\u00e9 os anos 50. A casa ent\u00e3o foi abandonada e foi reconstru\u00edda no final dos anos 70 e servia como local de lazer dos vilhenenses, vindo a ser criado o Museu \u201cCasa de Rondon\u201d e Zool\u00f3gico Municipal que aumentou as visitas no espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Em 1996 o zool\u00f3gico foi fechado e a casa novamente voltou ao ostracismo e no ano de 2005 a \u00e1rea pertencente ao museu foi passada para o dom\u00ednio da Aeron\u00e1utica e desde ent\u00e3o o Munic\u00edpio tenta reaver a posse do mesmo. No fim de 2015 o Museu passou a pertencer ao Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional o que favorece a Prefeitura a solicitar com mais veem\u00eancia a \u00e1rea onde est\u00e1 instalado o pr\u00e9dio hist\u00f3rico mais importante da cidade.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-168000\" src=\"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/01-600x400.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/01-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/01-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/01-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/01-800x534.jpg 800w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/01-120x80.jpg 120w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/01.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-large wp-image-167999\" src=\"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-600x400.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"400\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-600x400.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-696x464.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-630x420.jpg 630w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-800x534.jpg 800w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02-120x80.jpg 120w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/02.jpg 1024w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Fonte: Extra de Rond\u00f4nia<\/p>\n<p>Texto e Fotos\/Jo\u00e3o Carlos Regert Neto e Petter Vargas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Lazer, hist\u00f3ria e meio ambiente em um espa\u00e7o que aos poucos atrai os vilhenenses. 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