{"id":193970,"date":"2017-10-09T14:46:03","date_gmt":"2017-10-09T18:46:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=193970"},"modified":"2017-10-13T08:29:52","modified_gmt":"2017-10-13T12:29:52","slug":"ro-esta-em-6o-lugar-na-concentracao-de-casos-de-malaria-vilhena-registra-22-ocorrencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2017\/10\/09\/ro-esta-em-6o-lugar-na-concentracao-de-casos-de-malaria-vilhena-registra-22-ocorrencias\/","title":{"rendered":"RO est\u00e1 em 6\u00ba lugar na concentra\u00e7\u00e3o de casos de mal\u00e1ria; Vilhena registra 22 ocorr\u00eancias"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-193973\" src=\"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/IMG-20170918-WA0026-370x657-1-300x237.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"237\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/IMG-20170918-WA0026-370x657-1-300x237.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/IMG-20170918-WA0026-370x657-1-696x550.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/IMG-20170918-WA0026-370x657-1-532x420.jpg 532w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/IMG-20170918-WA0026-370x657-1-768x607.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/IMG-20170918-WA0026-370x657-1-600x474.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/IMG-20170918-WA0026-370x657-1-800x632.jpg 800w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/IMG-20170918-WA0026-370x657-1.jpg 972w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Rond\u00f4nia chegou a ser respons\u00e1vel por metade dos casos da mal\u00e1ria no pa\u00eds no final da d\u00e9cada de 80 e por 25% nas Am\u00e9ricas com o registro de 300 mil casos. A doen\u00e7a que ainda desafia o mundo, mobiliza pesquisadores e explodiu em Rond\u00f4nia, hoje encontra-se muito mais \u2018tranquila\u2019 para os rondonienses. De janeiro a agosto deste ano foram notificados apenas 4.382 casos.<\/p>\n<p>O levantamento \u00e9 do Sistema de Informa\u00e7\u00e3o de Vigil\u00e2ncia Epidemiol\u00f3gica \u2013 Mal\u00e1ria (Sivep\u2013Mal\u00e1ria) da Secretaria de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade, do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade (SVS\/MS) com dados atualizados em 14 de setembro e sujeito a altera\u00e7\u00f5es. Tr\u00eas munic\u00edpios concentram 75% dos casos da doen\u00e7a. S\u00e3o eles Porto Velho (1.938), Candeias do Jamari (947) e Machadinho do Oeste (417).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m registram casos da doen\u00e7a os munic\u00edpios de Alta Floresta do Oeste (9), Alto Alegre dos Parecis (4), Alto Para\u00edso (82); Alvorada do Oeste (16); Ariquemes (236); Buritis (45); Cabixi (1); Cacaul\u00e2ndia (1); Cacoal (7); Campo Novo de Rond\u00f4nia (2); Cerejeiras (1); Costa Marques (12); Cujubim (133); Guajar\u00e1-Mirim (158); Itapu\u00e3 do Oeste (122); Jaru (20); Ji-Paran\u00e1 (31); Mirante da Serra (10); Monte Negro (7).<\/p>\n<p>E ainda Nova Brasil\u00e2ndia do \u2018Oeste (5); Nova Mamor\u00e9; (32); Nova Uni\u00e3o; (4); Ouro Preto do Oeste (24); Pimenta Bueno (10); Pimenteiras do Oeste (1); Presidente M\u00e9dici (6); Rio Crespo (18); Rolim de Moura (9); Santa Luzia D\u2019Oeste (1); S\u00e3o Francisco do Guapor\u00e9 (1); S\u00e3o Miguel do Guapor\u00e9 (4); Theobroma (15); Urup\u00e1 (10); Vale do Anari (18); Vale do Para\u00edso (3) e Vilhena (22).<\/p>\n<p>Dos sete estados da regi\u00e3o Norte, Rond\u00f4nia ocupa o 6\u00ba lugar entre os que concentram mais casos, apenas o Tocantins conseguiu um resultado melhor. \u00c9 no Amazonas, Acre e Par\u00e1 que a mal\u00e1ria tem feito mais v\u00edtimas. A mal\u00e1ria \u00e9 end\u00eamica na Amaz\u00f4nia. A regi\u00e3o concentra 99% dos casos da doen\u00e7a\u00a0do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Esse cen\u00e1rio mais favor\u00e1vel no controle da mal\u00e1ria em Rond\u00f4nia \u00e9 resultado de um esfor\u00e7o conjunto onde \u00e0s pesquisas em ci\u00eancia e tecnologia em sa\u00fade ocupam papel fundamental para o combate e controle da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>O Centro de Pesquisa em Medicina Tropical (Cepem\/Sesau), que est\u00e1 localizado em Porto Velho em uma \u00e1rea do Centro de Medicina Tropical de Rond\u00f4nia (Cemetron), acompanha o controle da mal\u00e1ria em Rond\u00f4nia h\u00e1 d\u00e9cadas, ainda quando era Centro de Pesquisa em Mal\u00e1ria do Vale do Guapor\u00e9, localizado em Costa Marques.<\/p>\n<p>\u2018\u2018Foram estudados todos os par\u00e2metros de epidemiologia e entre o final dos anos 80 e in\u00edcio da d\u00e9cada de 90 o Cepem, juntamente com a Universidade de Bras\u00edlia e outras institui\u00e7\u00f5es nacionais, testou a primeira vacina contra mal\u00e1ria do cientista colombiano Manuel Elkin Patarroyo, e se provou que a vacina n\u00e3o tinha os efeitos desejados\u2019\u2019, relembra o\u00a0diretor do Cepem, m\u00e9dico e pesquisador\u00a0Mauro\u00a0Tada.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed os esfor\u00e7os se concentram na \u00e1rea terap\u00eautica e controle vetorial. \u2018\u2018A mal\u00e1ria \u00e9 o carro-chefe das pesquisas do Cepem, que faz parte da Comiss\u00e3o Nacional para o Controle da mal\u00e1ria criado pelo Minist\u00e9rio da Sa\u00fade. Isso faz com que a gente tenha um certo peso nas decis\u00f5es que se tomam no pa\u00eds em rela\u00e7\u00e3o a terap\u00eautica e condutas de controle da doen\u00e7a\u2019\u2019, considera.<\/p>\n<p>Com pesquisas b\u00e1sicas e pr\u00e1ticas e tamb\u00e9m os ensaios cl\u00ednicos, o Cepem tem dado importantes contribui\u00e7\u00f5es para o controle da mal\u00e1ria em Rond\u00f4nia. \u2018\u2018A partir do momento que a gente avan\u00e7a com pesquisas multic\u00eantricas com o Par\u00e1 e o Amazonas, por exemplo, a gente percebe qual o melhor tratamento para a mal\u00e1ria. Inclusive no pr\u00f3ximo ano o tratamento da mal\u00e1ria falciparum deve mudar\u2019\u2019, revela.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de alertar quando um tratamento j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 sendo eficiente, o Cepem tamb\u00e9m busca novos medicamentos. \u2018\u2018Atrav\u00e9s do Polo [de refer\u00eancia em Pesquisa, Forma\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento, Inova\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o em Sa\u00fade (PID) no estado de Rond\u00f4nia], pesquisadores est\u00e3o buscando plantas medicinais que t\u00eam uma efic\u00e1cia no tratamento da mal\u00e1ria\u2019\u2019, destaca.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o de eliminar os gargalos no controle da mal\u00e1ria. Um deles a interrup\u00e7\u00e3o do tratamento. \u2018\u2018Nesse sentido, o Dr. Dh\u00e9lio Pereira est\u00e1 a frentes de testes de medicamento que s\u00e3o usados fora do pa\u00eds, mas ainda n\u00e3o no Brasil, para verificar a possibilidade de substitui\u00e7\u00e3o de algumas medica\u00e7\u00f5es como a primaquina pela tafenoquina. A primaquina voc\u00ea tem que tratar em sete dias dose dubla ou 14 dias dose simples. A Tafenoquina \u00e9 dose \u00fanica. A vantagem \u00e9 ter a certeza que o paciente tomou o rem\u00e9dio, porque a maioria toma somente os primeiros dias e depois para e a\u00ed vem \u00e0 reca\u00edda\u2019\u2019, explica.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>DA EXPLOS\u00c3O AO CONTROLE<\/strong><\/p>\n<p>E \u00e9 assim, de pesquisa em pesquisa, que Rond\u00f4nia deixa para traz o caos que viveu no auge dos casos de mal\u00e1ria. De acordo com o\u00a0diretor do Cepem, migra\u00e7\u00e3o, intensa atividade garimpeira e avan\u00e7o sobre \u00e1reas florestais potencializava nas d\u00e9cadas de 70, 80 e in\u00edcio dos anos 90 a transmiss\u00e3o da\u00a0mal\u00e1ria no Estado.<\/p>\n<p>\u2018\u2018Todas as quest\u00f5es envolvendo mal\u00e1ria sempre seguiram as migra\u00e7\u00f5es em regi\u00f5es end\u00eamicas. Ent\u00e3o em Rond\u00f4nia, a partir da d\u00e9cada de 70, quando o governo federal abriu fronteiras na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, teve a chegada de pessoas que nunca tinham tido a doen\u00e7a, e houve esse surto de mal\u00e1ria\u2019\u2019, relembra Tada.<\/p>\n<p>Segundo o diretor, neste per\u00edodo havia uma mobiliza\u00e7\u00e3o mundial para erradica\u00e7\u00e3o da mal\u00e1ria. As principais estrat\u00e9gias de combate era um tipo de medicamento que curava todos os tipos de mal\u00e1ria e inseticida. \u2018\u2018A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade acreditava que essas duas \u2018armas\u2019 iriam erradicar a mal\u00e1ria no mundo, como aconteceu com a var\u00edola, por exemplo, onde a vacina\u00e7\u00e3o resolveu. Mas em 1992 ficou decido, em uma reuni\u00e3o em Amsterd\u00e3, que n\u00e3o havia mais possibilidade para erradica\u00e7\u00e3o e sim para o controle da mal\u00e1ria\u2019\u2019, conta.<\/p>\n<p>Dava in\u00edcio a\u00ed ao Programa de Controle da Mal\u00e1ria no mundo que persiste at\u00e9 hoje. \u2018\u2018As a\u00e7\u00f5es passaram a ser focadas no tratamento do paciente e fazendo bloqueio de transmiss\u00e3o. A ideia \u00e9 chegar ao um menor tempo de tratamento para controlar a mal\u00e1ria\u2019\u2019, explica Tada. E em novembro de 2015, o Brasil definiu um novo programa com o objetivo de eliminar a mal\u00e1ria falciparum, o tipo mais letal.<\/p>\n<p>De acordo com o diretor do Cepem, a mal\u00e1ria falciparum chegou a muitas regi\u00f5es aos menores patamares j\u00e1 registrados. \u2018\u2018Nas regi\u00f5es que a mal\u00e1ria \u00e9 residual a probabilidade de eliminar \u00e9 muito grande\u2019\u2019, aponta Tada. Em Rond\u00f4nia, os tipos de mal\u00e1ria predominantes s\u00e3o vivax e falciparum.<\/p>\n<p>O Cepem come\u00e7a a investigar os gargalos para a elimina\u00e7\u00e3o da mal\u00e1ria falciparum, como a transmiss\u00e3o da doen\u00e7a em popula\u00e7\u00f5es flutuantes, a exemplo dos garimpos.<\/p>\n<p>Mas para o m\u00e9dico pesquisador, o maior problema do Brasil hoje \u00e9 a mal\u00e1ria vivax. \u00a0\u2018\u2018A mal\u00e1ria vivax no seu ciclo tem uma possibilidade de transmiss\u00e3o muito mais r\u00e1pida que a falciparum e desenvolve em seu ciclo fatores que impede ou dificulta o controle dela. Uma delas s\u00e3o as chamadas reca\u00eddas que ajudam na dissemina\u00e7\u00e3o e expans\u00e3o da doen\u00e7a. Um \u00fanico caso pode ocasionar um surto enorme\u2019\u2019, revela.<\/p>\n<p>Segundo Tada, nos \u00faltimos anos foram registradas muitas mortes em decorr\u00eancia da mal\u00e1ria vivax. A doen\u00e7a por si s\u00f3, tratando, n\u00e3o \u00e9 letal como a falciparum, mas associada a outras se torna grave como, por exemplo, a combina\u00e7\u00e3o dengue com mal\u00e1ria vivax. Diferente da falciparum, na vivax, mesmo tratada, persiste uma forma que permanece no f\u00edgado, chamada hipnozo\u00edta, e que depois meses reaparece na forma sangu\u00ednea.<\/p>\n<p>O Cepem trabalha para elimina\u00e7\u00e3o da mal\u00e1ria vivax. Segundo Mauro Tada, a ideia \u00e9 focar nos munic\u00edpios com mal\u00e1ria residual. \u2018\u2018Temos que inovar na elimina\u00e7\u00e3o dessa mal\u00e1ria que tem pontos bem definidos. Podemos bloquear a \u00e1rea e tratar a todos ou fazer o exame em todos e quem tiver positivo tratar\u2019\u2019, explica.<\/p>\n<p>Esfor\u00e7os como esses, em pesquisas e busca de solu\u00e7\u00f5es para frear os casos de mal\u00e1ria, t\u00eam levado o estado de Rond\u00f4nia a ser reconhecido dentro e fora do pa\u00eds. Inclusive na semana, passada a convite da Secretaria Municipal de Sa\u00fade de Joinville, o diretor do Cepem compartilhou as experi\u00eancias adquiridas em Rond\u00f4nia na palestra \u2018\u2018Aspectos epidemiol\u00f3gicos, cl\u00ednicos e laboratoriais da mal\u00e1ria\u2019\u2019.<\/p>\n<p>A mal\u00e1ria\u00a0ainda deixa Rond\u00f4nia, o Brasil e o mundo em alerta, requer uma mobiliza\u00e7\u00e3o conjunta para alcan\u00e7ar resultados melhores e a pesquisa \u00e9 ferramenta estrat\u00e9gica para os avan\u00e7os no enfrentamento a doen\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-193974\" src=\"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/20170915_095547-2-370x354.jpg\" alt=\"\" width=\"370\" height=\"354\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/20170915_095547-2-370x354.jpg 370w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2017\/10\/20170915_095547-2-370x354-300x287.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 370px) 100vw, 370px\" \/><\/p>\n<p>Fonte: Extra de Rond\u00f4nia<\/p>\n<p>Texto e Foto: Assessoria<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Rond\u00f4nia chegou a ser respons\u00e1vel por metade dos casos da mal\u00e1ria no pa\u00eds no final da d\u00e9cada de 80 e por 25% nas Am\u00e9ricas com o registro de 300 mil casos. 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