{"id":233162,"date":"2018-07-30T16:16:24","date_gmt":"2018-07-30T20:16:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=233162"},"modified":"2018-07-30T16:16:24","modified_gmt":"2018-07-30T20:16:24","slug":"mfm-solucoes-constroi-aterro-sanitario-em-ji-parana-que-promete-acabar-com-problemas-de-lixo-urbano-da-regiao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2018\/07\/30\/mfm-solucoes-constroi-aterro-sanitario-em-ji-parana-que-promete-acabar-com-problemas-de-lixo-urbano-da-regiao\/","title":{"rendered":"MFM Solu\u00e7\u00f5es constr\u00f3i aterro sanit\u00e1rio em Ji-Paran\u00e1 que promete acabar com problemas de lixo urbano da regi\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/LIXAO-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-233163\" src=\"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/LIXAO-1-300x195.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"195\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/LIXAO-1-300x195.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/LIXAO-1-696x454.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/LIXAO-1-1068x696.jpg 1068w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/LIXAO-1-645x420.jpg 645w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/LIXAO-1-768x500.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/LIXAO-1-600x391.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/LIXAO-1-800x521.jpg 800w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2018\/07\/LIXAO-1.jpg 1105w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>A espera foi longa. Completa quase 41 anos, considerando o ano de emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-administrativa do munic\u00edpio de Ji-Paran\u00e1, em 1977.<\/p>\n<p>Mas, eis que este ano, a popula\u00e7\u00e3o da maior cidade do interior de Rond\u00f4nia, com 132.667 habitantes (IBGE, estimativa 2017), vai ganhar o t\u00e3o clamado aterro sanit\u00e1rio. Uma obra que promete acabar de vez com os problemas do lixo urbano jogado a c\u00e9u aberto, h\u00e1 quase 11 anos, num imenso lix\u00e3o local.<\/p>\n<p>Dentro de seis meses, a MFM Solu\u00e7\u00f5es Ambientais deve inaugurar o aterro sanit\u00e1rio regional de Ji-Paran\u00e1, no centro rondoniense.<\/p>\n<p>A estrutura vai operar com capacidade para disposi\u00e7\u00e3o e tratamento de 300 toneladas de lixo, diariamente, tr\u00eas vezes a quantidade de res\u00edduos urbanos produzidos no munic\u00edpio \u2013 que \u00e9 de 100 toneladas, dia.<\/p>\n<p>O aterro vai dar fim ao processo de degrada\u00e7\u00e3o do meio ambiente, denunciado pela comunidade ji-paranaense, como afirma Celso Luiz Moulaz, presidente da Cooperativa de Catadores de Materiais Recicl\u00e1veis de Ji-Paran\u00e1 (Coocamarji): \u201c\u00c9 muito grave o que acontece em Ji-Paran\u00e1, o lixo t\u00e1 sendo enterrado, o solo e o len\u00e7ol fre\u00e1tico (\u00e1guas subterr\u00e2neas) s\u00e3o contaminados pelo chorume (l\u00edquido resultante da decomposi\u00e7\u00e3o de res\u00edduos org\u00e2nicos)\u201d.<\/p>\n<p>Morador pr\u00f3ximo do lix\u00e3o, o produtor rural \u00c9lcio de Farias refor\u00e7a o Celso diz que \u201co lix\u00e3o de Ji-Paran\u00e1 matou \u2018nosso\u2019 rio (igarap\u00e9), na Linha 11 (rural), onde o gado bebia \u00e1gua, a gente tomava banho e pescava, e a fossa derrama (esgotos) tudo no leito\u201d.<\/p>\n<p>O lix\u00e3o local, al\u00e9m da disposi\u00e7\u00e3o inadequada de res\u00edduos, tem como vizinho um espa\u00e7o com 10 lagoas para despejo de esgotos urbanos, feito por caminh\u00f5es fossa.<\/p>\n<p>\u201cA promessa da prefeitura (de Ji-Paran\u00e1) era pra ser um aterro sanit\u00e1rio\u201d, lembra \u00c9lcio.<\/p>\n<p><strong>EMPRESA QUE FAZ<\/strong><\/p>\n<p>Como dizem por a\u00ed que \u2018promessa \u00e9 divida\u2019, finalmente \u00c9lcio vai ver seu sonho realizado. Mesmo que a promessa seja cumprida por quem n\u00e3o prometeu, mas est\u00e1 fazendo.<\/p>\n<p>A MFM, uma empresa que investe na disposi\u00e7\u00e3o correta e tratamento do lixo urbano, conclui a obra para benef\u00edcio da comunidade de Ji-Paran\u00e1 e regi\u00e3o \u2013 o aterro regional deve atender mais sete munic\u00edpios (al\u00e9m da sede).<\/p>\n<p>As instala\u00e7\u00f5es acompanham o padr\u00e3o das obras da MFM Solu\u00e7\u00f5es Ambientais em Vilhena e Cacoal, onde dois aterros est\u00e3o em funcionamento.<\/p>\n<p>Os servi\u00e7os garantem excel\u00eancia na disposi\u00e7\u00e3o do lixo, em c\u00e9lulas apropriadas, com lagoas de tratamento e a Esta\u00e7\u00e3o de Tratamento de Efluentes (ETE) para cuidar do chorume, que, nos aterros sanit\u00e1rios da MFM, literalmente \u2018vira \u00e1gua\u2019, com n\u00edvel de pureza acima dos padr\u00f5es da legisla\u00e7\u00e3o ambiental brasileira.<\/p>\n<p><strong>COMUNIDADE ALIVIADA<\/strong><\/p>\n<p>A Engenheira Qu\u00edmica e Gestora Ambiental, Eliz\u00e2ngela Donadoni, destaca que a constru\u00e7\u00e3o do aterro sanit\u00e1rio regional de Ji-Paran\u00e1 tem crit\u00e9rios definidos pelo Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relat\u00f3rio de Impacto Ambiental (RIMA).<\/p>\n<p>Inclusive a comunidade rural que vive em torno da \u00e1rea do lix\u00e3o pode respirar aliviada. \u201cA obra do aterro preserva integralmente o meio ambiente local, com nascente preservada, prote\u00e7\u00e3o ao manancial do igarap\u00e9 e reflorestamento da \u00e1rea que era de pastagem (cintur\u00e3o de \u00e1rvores de eucalipto e planta\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies nativas)\u201d, explica Eliz\u00e2ngela.<\/p>\n<p>Para proteger o len\u00e7ol fre\u00e1tico, a empresa adota todos os requisitos das normas ambientais brasileiras, com a impermeabiliza\u00e7\u00e3o da \u00e1rea de aterramento dos res\u00edduos urbanos, por meio da compacta\u00e7\u00e3o do solo e a coloca\u00e7\u00e3o de mantas de PEAD \u2013 Polietileno de Alta Densidade (evita infiltra\u00e7\u00f5es).<\/p>\n<p>A gestora Eliz\u00e2ngela observa que nos aterros sanit\u00e1rios da MFM Solu\u00e7\u00f5es Ambientais s\u00e3o executados v\u00e1rios programas de monitoramento: o da Qualidade das \u00e1guas subterr\u00e2neas, do Sistema de tratamento do chorume, de Seguran\u00e7a do trabalhador, de Educa\u00e7\u00e3o ambiental, Inspe\u00e7\u00f5es visuais de campo, de Gases gerados no aterro sanit\u00e1rio e o Controle ambiental das obras.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o de Eliz\u00e2ngela, a popula\u00e7\u00e3o de Ji-Paran\u00e1 e regi\u00e3o pode comemorar o investimento feito no aterro sanit\u00e1rio local, pois a presen\u00e7a de um lix\u00e3o \u00e9 altamente devastadora: \u201cIsso causa danos ambientais e, claro, sociais, como a sa\u00fade p\u00fablica. Podemos ter animais e aves vasculhando o lixo &#8211; transmissores de doen\u00e7as, e o lixo em decomposi\u00e7\u00e3o provoca infiltra\u00e7\u00e3o do chorume no solo, at\u00e9 aos po\u00e7os e rios, contaminado a \u00e1gua pot\u00e1vel e fauna aqu\u00e1tica\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Texto e foto: Assessoria<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A espera foi longa. Completa quase 41 anos, considerando o ano de emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-administrativa do munic\u00edpio de Ji-Paran\u00e1, em 1977. Mas, eis que este ano, a popula\u00e7\u00e3o da maior cidade do interior de Rond\u00f4nia, com 132.667 habitantes (IBGE, estimativa 2017), vai ganhar o t\u00e3o clamado aterro sanit\u00e1rio. 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