{"id":255894,"date":"2019-03-27T08:28:31","date_gmt":"2019-03-27T12:28:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=255894"},"modified":"2019-03-27T08:28:31","modified_gmt":"2019-03-27T12:28:31","slug":"opiniao-de-primeira-jovens-desesperados-atras-de-emprego-um-retrato-da-capital-onde-nao-ha-chance-de-trabalho-a-uma-geracao-inteira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2019\/03\/27\/opiniao-de-primeira-jovens-desesperados-atras-de-emprego-um-retrato-da-capital-onde-nao-ha-chance-de-trabalho-a-uma-geracao-inteira\/","title":{"rendered":"\u201cOPINI\u00c3O DE PRIMEIRA\u201d: jovens desesperados atr\u00e1s de emprego, um retrato da capital onde n\u00e3o h\u00e1 chance de trabalho a uma gera\u00e7\u00e3o inteira"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_255898\" aria-describedby=\"caption-attachment-255898\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-255898\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/emprego-montagem-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/emprego-montagem-300x188.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/emprego-montagem-768x480.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/emprego-montagem-600x375.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/emprego-montagem-696x435.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/emprego-montagem-672x420.jpg 672w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/emprego-montagem.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-255898\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ilustra\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Quando o deputado Laerte Gomes, presidente da Assembleia Legislativa, percorre c\u00e2meras e microfones Estado afora, dizendo que a quest\u00e3o do desemprego \u2013 essencialmente de jovens \u2013 \u00e9 um dos mais graves problemas de Porto Velho e de Rond\u00f4nia, ele n\u00e3o esta exagerando.<\/p>\n<p>O problema maior \u00e9 mesmo na Capital, onde milhares de adolescentes, todos j\u00e1 em idade de ingressar no mercado de trabalho, est\u00e3o desesperados, em busca de pelo menos uma oportunidade. Numa Capital que j\u00e1 passou dos 550 mil habitantes, h\u00e1 pelo menos 42 mil jovens na faixa et\u00e1ria dos 15 aos 19 anos, milhares deles sem acesso ao mercado de trabalho. Na Capital do contra cheque, quem n\u00e3o consegue entrar para o servi\u00e7o p\u00fablico, tem muito pouca op\u00e7\u00e3o. O n\u00famero de ind\u00fastrias \u00e9 p\u00edfio demais e mesmo assim, as que existem n\u00e3o d\u00e3o espa\u00e7o para principiantes. O com\u00e9rcio ainda \u00e9 uma porta e o setor de servi\u00e7os tamb\u00e9m. H\u00e1 ainda a esperan\u00e7a no agroneg\u00f3cio, mas da\u00ed s\u00e3o mais produ\u00e7\u00f5es familiares, restritas a pequenos grupos.<\/p>\n<p>Mas o que se v\u00ea \u00e9 um grande n\u00famero de jovens distribuindo curr\u00edculos, pedindo apoio, batendo nas portas, gritando por uma chance. Esses adolescentes, um pouco mais de homens que mulheres, representam apenas 7,6 por cento da popula\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 entre eles que temos o maior n\u00famero de desempregados. Numa segunda faixa onde o desemprego tamb\u00e9m \u00e9 grande, entre os porto velhenses (na faixa et\u00e1ria dos\u00a0 entre 20 e 24 anos), o percentual de gente sem acesso ao trabalho tamb\u00e9m \u00e9 enorme. Da\u00ed n\u00e3o s\u00e3o mais jovens e adolescentes, mas sim adultos, muitos pais e m\u00e3es de fam\u00edlias, sem qualquer perspectiva de conseguirem trabalhar. Nesse segundo grupo, que representa uma faixa de 8,5 por cento de toda a popula\u00e7\u00e3o, est\u00e1 tamb\u00e9m uma defici\u00eancia grav\u00edssima da maior cidade do Estado: n\u00e3o h\u00e1 pol\u00edticas de desenvolvimento, que possam abrigar toda essa gente. E entre esse p\u00fablico, o percentual de desempregados \u00e9, tamb\u00e9m, assustador.<\/p>\n<p>Enquanto o pa\u00eds teve um grande crescimento no\u00a0 numero de empregos em fevereiro \u2013 foram 173 mil empregos formais, no melhor resultado para fevereiro em cinco anos \u2013 por aqui os n\u00fameros ainda s\u00e3o muito negativos. Sem uma mudan\u00e7a radical na pol\u00edtica econ\u00f4mica; sem uma reforma tribut\u00e1ria que transfira para o trabalho os recursos bilion\u00e1rios usados para sustentar a obesidade m\u00f3rbida e criminosa da Uni\u00e3o e dos Estados, que n\u00e3o cortam na carne, como deveriam; sem incentivos fiscais e apoio \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o, continuaremos nesse marasmo por longos anos.<\/p>\n<p>Para melhorarmos a performance do emprego, dependemos muito, \u00e9 claro, da pol\u00edtica econ\u00f4mica nacional. Mas tem que haver, aqui mesmo, alguns caminhos para que ao menos amenize essa crise desesperadora, de tanta gente querendo trabalhar e n\u00e3o ter sequer uma oportunidade. Laerte Gomes tem batido nessa tecla, Que se unam a ele muitas outras vozes, para que salvemos uma gera\u00e7\u00e3o inteira de se tornar alijada da sociedade e improdutiva economicamente!<\/p>\n<p><strong>GARIMPO,\u00a0 UM CAMINHO POSS\u00cdVEL<\/strong><\/p>\n<p>Uma das alternativas, que poderia abrir muitas portas no setor econ\u00f4mico do Estado, seria a aprova\u00e7\u00e3o de uma legisla\u00e7\u00e3o nacionalista, em defesa das nossas riquezas minerais. Seguidamente, h\u00e1 informa\u00e7\u00f5es de que contrabandistas s\u00e3o pegos com diamantes, entre os mais puros do mundo, tirados da Reserva Roosevelt, dos \u00edndios Cinta Larga, entre Espig\u00e3o do Oeste e Pimenta Bueno e levados para fora do pa\u00eds. As apreens\u00f5es representam uma \u00ednfima parte do que nos \u00e9 roubado.<\/p>\n<p>O ouro do rio Madeira sai daqui, sem deixar um s\u00f3 tost\u00e3o nos cofres p\u00fablicos e \u00e9 comercializado na Bol\u00edvia, a um pre\u00e7o m\u00e9dio de 10 reais o grama, acima do pre\u00e7o daqui. O pre\u00e7o do ni\u00f3bio, que \u00e9 usado at\u00e9 em espa\u00e7onaves e que s\u00f3 n\u00f3s e a Bahia temos, \u00e9 cotado pela Bolsa de Londres. N\u00e3o apitamos nada. H\u00e1 v\u00e1rios outros min\u00e9rios que poderiam multiplicar v\u00e1rias vezes o or\u00e7amento do Estado, caso pudessem ser explorados, obviamente sob controle estatal e com cuidados ambientais.<\/p>\n<p>O problema \u00e9 que as decis\u00f5es sobre isso extrapolam as fronteiras brasileiras e as entidades dominadas pelo esquerdismo \u00e9 quem ditam as regras. Para se ter ideia, o governo Bolsonaro vai acabar com 30 conselhos relacionados com problemas ambientais, que custavam aos cofres p\u00fablicos brasileiros grandes fortunas. A mamata est\u00e1 acabando tamb\u00e9m nessa \u00e1rea, mas ainda estamos longe de resolver o problema na sua ess\u00eancia. Quando resolvermos, h\u00e1 chances de termos empregos em abund\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>UM PRE\u00c7O UM POUCO MENOS ABUSIVO<\/strong><\/p>\n<p>Claro que o ideal seria que o custo da energia el\u00e9trica para Rond\u00f4nia fosse muito menor. O salto que as contas deram, nesse in\u00edcio de ano, acabou gerando protestos que envolveram o Governo do Estado;\u00a0 a Assembleia Legislativa; entidades empresariais e sindicatos; entidades de defesa do consumidor e, com destaque, a bancada federal rondoniense no Congresso, hoje liderada pelo jaruense L\u00facio Mosquini, deputado federal. No final, uma vit\u00f3ria, que n\u00e3o foi naquele n\u00edvel que deveria ser, mas \u00e9 ao menos uma pequena conquista para o cliente da Energisa\/Ceron.<\/p>\n<p>Ao inv\u00e9s dos 25,5 por cento no aumento para o consumo residencial, o rondoniense pagar\u00e1 18,07, com a diminui\u00e7\u00e3o, no pre\u00e7o final de 7,43 por cento, autorizado pela Aneel, depois de longas e exaustivas negocia\u00e7\u00f5es. O diretor da ANEEL Efrain Cruz, que atuou durante muito tempo na dire\u00e7\u00e3o da Ceron,\u00a0 foi o relator do processo. Ele afirmou que a redu\u00e7\u00e3o nas tarifas foi obtida por meio de crit\u00e9rios t\u00e9cnicos. \u201cO grande ponto foi a cria\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas que permitiram que a ANEEL, dentro de um ambiente t\u00e9cnico, revisse essa tarifa\u201d. Na reuni\u00e3o da Aneel, nesta ter\u00e7a, participaram, entre outras autoridades, o governador Marcos Rocha e o senador Marcos Rog\u00e9rio, que puderam falar e defender a diminui\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os para a energia no Estado.<\/p>\n<p><strong>QUASE UM PR\u00caMIO AO MATADOR<\/strong><\/p>\n<p>O criminoso n\u00e3o aceitava que a mulher, a quem j\u00e1 fizeram sofrer demais, n\u00e3o o quisesse mais. A tratava como propriedade pessoal. Quando levou um justo pontap\u00e9 no traseiro, por ser um p\u00e9ssimo marido e companheiro, ele n\u00e3o pensou em recome\u00e7ar sua vida e deixar a mulher\/propriedade em paz. Esperou que ela sa\u00edsse do s\u00edtio onde morava, em Candeias do Jamari, fez sinal para que o carro parasse e matou a mulher, a sangue frio, cruelmente, sem que ela tivesse qualquer chance\u00a0 de defesa.<\/p>\n<p>Um assassinato premeditado, frio, calculado, preparado. Nesta ter\u00e7a, o assassino foi julgado. Recebeu uma pena de 16 anos de pris\u00e3o, inicialmente em regime fechado, como determina a vergonhosa lei brasileira, protetora dos bandidos e criminosos. Ap\u00f3s cumprir um sexto da pena, ou seja, daqui a menos de dois anos e sete meses, o matador estar\u00e1 nas ruas, com direito de trabalhar fora da cadeia. Pouco tempo depois, receber\u00e1 in\u00fameras benesses. Pode at\u00e9 ser solto nas datas festivas e, quem sabe, como tantos assassinos, em breve estar\u00e1 solto, como se nada tivesse feito. A mulher que ele matou, friamente, sem chance de defesa, foi condenada \u00e0 morte. O assassino, protegido pelas leis, em breve estar\u00e1 livre, leve e solto. \u00c9 com esse tipo de lei que o Brasil acha que vai proteger suas mulheres desses fac\u00ednoras? S\u00f3 pode ser brincadeira de mau gosto!<\/p>\n<p><strong>LEI CRIATIVA AMENIZA BUROCRACIA<\/strong><\/p>\n<p>Combater a burocracia, permitir o funcionamento correto de empresas, apoiando seu crescimento e a gera\u00e7\u00e3o de mais emprego: propor a reorganiza\u00e7\u00e3o da cidade, adaptando-a \u00e0 realidade dos dias atuais: tudo isso foi conseguido com apenas uma medida simples, mas criativa.\u00a0 Lei de autoria do vereador J\u00fanior Cavalcante, vai facilitar muito a vida das empresas do setor de entretenimento em Porto Velho.<\/p>\n<p>Muitos empreendimentos da Capital tentavam em v\u00e3o, alguns h\u00e1 anos, regularizar sua situa\u00e7\u00e3o perante a Prefeitura, mas n\u00e3o conseguiam porque, em fun\u00e7\u00e3o de legisla\u00e7\u00e3o antiquada, feita quando a cidade tinha uma estrutura muito diferente, havia uma s\u00e9rie de proibi\u00e7\u00f5es, que n\u00e3o permitiam o funcionamento correto dessas empresas. Clubes, danceterias e casas de shows n\u00e3o conseguiam a documenta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria, muitas delas sobrevivendo na ilegalidade, durante anos. Com a nova lei, os empreendimentos agora est\u00e3o regularizados, reclassificando o zoneamento e permitindo que as casas que j\u00e1 existem h\u00e1 anos, tivessem\u00a0 sua classifica\u00e7\u00e3o alterada, que funcionem com todas as autoriza\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias. V\u00e1rias novas regi\u00f5es da zona urbana podem agora abrigar as empresas de entretenimento.<\/p>\n<p>A lei j\u00e1 foi sancionada e j\u00e1 est\u00e1 valendo. Num primeiro momento, perto de 30 estabelecimentos est\u00e3o aptos agora a regularizarem sua situa\u00e7\u00e3o. Outros tantos tamb\u00e9m poder\u00e3o faz\u00ea-lo, em breve. J\u00e1 \u00e9 um avan\u00e7o, num setor importante e que enfrenta a infernal burocracia do servi\u00e7o p\u00fablico, para poder sobreviver.<\/p>\n<p><strong>O C\u00cdNICO E O IDOSO DESCEREBRADO<\/strong><\/p>\n<p>Um ex ministro c\u00ednico teve a petul\u00e2ncia de dizer que se o assassino tivesse confessado que era assassino, n\u00e3o teria sido protegido pelo governo brasileiro. Um ex senador, amic\u00edssimo do bandido, diz que n\u00e3o acredita que ele matou friamente quatro pessoas, por um motivo simples: \u201cele sempre dizia que n\u00e3o tinha matado ningu\u00e9m! S\u00f3 tinha cometido assaltos\u201d.<\/p>\n<p>O anci\u00e3o desequilibrado, chega ao fim de uma vida onde at\u00e9 que teve boa participa\u00e7\u00e3o na pol\u00edtica, fazendo esse papel p\u00fablico de idiota descerebrado. O ministro \u00e9 Tarso Genro. Comunista de carteirinha, que criou a proposta \u2013 a mando do ent\u00e3o presidente Lula \u2013 que pudesse manter o terrorista C\u00e9sare Batistti como um coitado perseguido politico. O descerebrado idiota \u00e9 Eduardo Suplicy, que bem poderia terminar sua vida p\u00fablica sem ser motivo de chacota, por declara\u00e7\u00f5es como as que deu sobre o caso, mesmo depois do assassino, agora preso na It\u00e1lia, ter confessado ser o assassino.<\/p>\n<p>\u00c9 essa vergonha, essa mancha, esse absurdo que marcar\u00e1 para sempre a hist\u00f3ria do Brasil, como um pa\u00eds que, gra\u00e7as \u00e0 esquerdalha irrespons\u00e1vel, abrigou um matador frio, um fac\u00ednora, sob o manto das nossas leis. Pior \u00e9 que ningu\u00e9m entre essa gentalha que praticou tais crimes contra nosso pa\u00eds, n\u00e3o pagar\u00e1 por eles. Uma pena!<\/p>\n<p><strong>O AGRONEG\u00d3CIO SALVA NOSSA ECONOMIA<\/strong><\/p>\n<p>Salve o agroneg\u00f3cio! Foi gra\u00e7as a ele que as exporta\u00e7\u00f5es rondonienses, no ano passado, superaram os 212 milh\u00f5es de toneladas, com um destaque especial para a venda da soja ao exterior, com quase 128 mil toneladas de um faturamento de perto de 43 milh\u00f5es e 500 mil d\u00f3lares. Traduzindo para nossa moeda: s\u00f3 com a soja, a exporta\u00e7\u00e3o do Estado faturou perto de 166 milh\u00f5es e 300 mil reais. Nossa carne tamb\u00e9m teve destaque especial, ocupando espa\u00e7o importante nas mesas de pessoas de v\u00e1rios pa\u00edses. Vendemos ao exterior mais de 27 mil toneladas de carne, considerada uma das melhores do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O faturamento foi de quase 81 milh\u00f5es de d\u00f3lares ou 341 milh\u00f5es de reais, em n\u00fameros redondos. A soja e a carne representam 79 por cento do valor negociado no mercado interno e 73 por cento das nossas exporta\u00e7\u00f5es. \u00c1sia, China e v\u00e1rios outros pa\u00edses e continentes, compraram nossos produtos. Agora, os governos de Rond\u00f4nia e Acre trabalham juntos, numa batalha para que a carne dos dois estados seja certificada ainda em 2019. Com isso, podem-se abrir dois grandes novos mercados:\u00a0 os Estados Unidos e o do Mercado Comum Europeu.<\/p>\n<p><strong>PERGUNTINHA<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea, consumidor rondoniense, ficou satisfeito com a diminui\u00e7\u00e3o de menos de 7,5 por cento nas contas de energia el\u00e9trica ou acha que o corte deveria ser muito maior?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Quando o deputado Laerte Gomes, presidente da Assembleia Legislativa, percorre c\u00e2meras e microfones Estado afora, dizendo que a quest\u00e3o do desemprego \u2013 essencialmente de jovens \u2013 \u00e9 um dos mais graves problemas de Porto Velho e de Rond\u00f4nia, ele n\u00e3o esta exagerando. 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