{"id":260413,"date":"2019-05-01T11:31:31","date_gmt":"2019-05-01T15:31:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=260413"},"modified":"2019-05-01T11:34:36","modified_gmt":"2019-05-01T15:34:36","slug":"opiniao-de-primeira-festejados-por-politicos-os-restaurantes-populares-tiveram-vida-curta-e-desapareceram-voltarao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2019\/05\/01\/opiniao-de-primeira-festejados-por-politicos-os-restaurantes-populares-tiveram-vida-curta-e-desapareceram-voltarao\/","title":{"rendered":"\u201cOPINI\u00c3O DE PRIMEIRA\u201d: festejados por pol\u00edticos, os restaurantes populares tiveram vida curta e desapareceram. Voltar\u00e3o?"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_260414\" aria-describedby=\"caption-attachment-260414\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-260414\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/WhatsApp-Image-2019-04-30-at-23.25.00-300x188.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/WhatsApp-Image-2019-04-30-at-23.25.00-300x188.jpeg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/WhatsApp-Image-2019-04-30-at-23.25.00-600x375.jpeg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/WhatsApp-Image-2019-04-30-at-23.25.00-768x480.jpeg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/WhatsApp-Image-2019-04-30-at-23.25.00-696x435.jpeg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/WhatsApp-Image-2019-04-30-at-23.25.00-672x420.jpeg 672w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/WhatsApp-Image-2019-04-30-at-23.25.00.jpeg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-260414\" class=\"wp-caption-text\">Coluna escrita por S\u00e9rgio Pires\/Foto: Ilustra\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Criados como grandes avan\u00e7os, sucesso por algum tempo, motes de discursos pol\u00edticos empolgados e apoiando campanhas eleitorais, os restaurantes populares em Porto Velho passaram apenas como os r\u00e1pidos sonhos de ver\u00e3o. Em 1\u00ba de dezembro de 2011, o primeiro deles foi inaugurado.<\/p>\n<p>A not\u00edcia foi festejada. \u201cA popula\u00e7\u00e3o de baixa renda de Porto Velho ganhou nesta quinta-feira, 1\u00ba de dezembro, uma op\u00e7\u00e3o de refei\u00e7\u00e3o barata, saud\u00e1vel, balanceada e de qualidade com a inaugura\u00e7\u00e3o do Restaurante Popular, que funciona pr\u00f3ximo ao Shopping Popular Rio Madeira e da Feira do Produtor Rural, na Avenida Rog\u00e9rio Weber, no Cai N\u2019\u00e1gua.<\/p>\n<p>Com capacidade de atender duas mil refei\u00e7\u00f5es di\u00e1rias vendidas a 2 reais apenas, o restaurante est\u00e1 localizado bem no centro da Capital!\u201d Meses depois, o restaurante foi fechado e nunca mais reabriu. Foi mais ou menos o que aconteceu com o criado pelo governo Conf\u00facio Moura, dessa vez na zona leste.<\/p>\n<p>Em 21 de agosto de 2015, era entregue, festivamente, o local para 1.500 refei\u00e7\u00f5es por dia, a apenas 1 real. A diferen\u00e7a, pouco mais de 5 reais, era bancada pelo Estado. Foi um grande sucesso, mas tamb\u00e9m durou pouco. S\u00f3 no primeiro ano, o restaurante Prato Cheio, nome dele, serviu nada menos do que 300 mil refei\u00e7\u00f5es. No final de 2018, o restaurante foi fechado para reformas.<\/p>\n<p>Nunca mais abriu suas portas. Altos custos at\u00e9 o funcionamento, pesados investimentos, promessas de que tanto a realiza\u00e7\u00e3o da Prefeitura quanto do Governo estadual seriam duradouras, para beneficiar a popula\u00e7\u00e3o mais carente: tudo isso ficou apenas nos releases enviados \u00e0 m\u00eddia. Foram apenas nuvens passageiras. Ideia \u00f3tima e servi\u00e7o eficaz, s\u00f3 durante pouqu\u00edssimo tempo.<\/p>\n<p>Agora, o assunto do Restaurante Popular do Governo, voltou \u00e0 pauta, ao menos na Assembleia Legislativa. O deputado Anderson Pereira quer que a Secretaria de A\u00e7\u00e3o Social, comandada hoje pela primeira dama e secret\u00e1ria Luana Rocha, reabra, com urg\u00eancia, as portas do Restaurante, hoje apenas um pr\u00e9dio vazio e sem qualquer utilidade, no bairro da Cascalheira, zona leste da Capital. Desde a reta final do ano passado, o Prato Cheio n\u00e3o funciona mais. O parlamentar relembrou sua import\u00e2ncia para a popula\u00e7\u00e3o daquela regi\u00e3o, que o lotava todos os dias, aproveitando refei\u00e7\u00f5es de qualidade a um pre\u00e7o extremamente barato. O Restaurante Popular fazia parte de um programa do governo estadual, na administra\u00e7\u00e3o passada, voltado para a erradica\u00e7\u00e3o da pobreza. O investimento para cri\u00e1-lo superou 1 milh\u00e3o e 800 mil reais. Pelo pouco tempo que durou, acabou se tornando muito caro. Anderson pressiona e quer respostas. J\u00e1 a C\u00e2mara de Vereadores da Capital nunca cobrou a volta do restaurante popular da Prefeitura, que funcionou apenas alguns poucos meses e desapareceu at\u00e9 da mem\u00f3ria das milhares de pessoas que dele se beneficiaram.<\/p>\n<p><strong>J\u00daNIOR, DOS BASTIDORES \u00c0 CASA CIVIL<\/strong><\/p>\n<p>Casado h\u00e1 12 aos com Cris Gon\u00e7alves, pai de um casal de filhos, o empres\u00e1rio Junior Gon\u00e7alves \u00e9, hoje, um dos mais importantes assessores do governador Marcos Rocha. Parceiro de primeira hora, quando Rocha sequer aparecia nas pesquisas com alguma chance de elei\u00e7\u00e3o, Junior se tornou amigo da fam\u00edlia, do Governador e da primeira dama, dona Luna Rocha, atrav\u00e9s de liga\u00e7\u00f5es religiosas.<\/p>\n<p>O agora novo chefe da\u00a0 Casa Civil, que est\u00e1 acumulando, por enquanto tamb\u00e9m a chefia da Seagesp, tem 33 anos e \u00e9 empres\u00e1rio da \u00e1rea de supermercados, al\u00e9m de um especialista em Publicidade. Quando assumiu o Governo, ao inv\u00e9s dos holofotes, preferiu atuar nos bastidores. Junior teve v\u00e1rias miss\u00f5es importantes. Entre elas a de rever todos os contratos com o Governo e simplesmente encerrar os que fossem considerados exagerados ou n\u00e3o priorit\u00e1rios. Tamb\u00e9m teve carta branca para renegociar, para baixo, nos casos em que sua secretaria considerava que havia custo mais alto do que deveria.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, junto com outros secret\u00e1rios, ele atuou para somar uma economia aos cofres p\u00fablicos, nos primeiros 100 dias de Governo, de nada menos do que 95 milh\u00f5es de reais, n\u00famero anunciado pelo governador Marcos Rocha quando das comemora\u00e7\u00f5es da data, numa entrevista \u00e0 imprensa. J\u00fanior Gon\u00e7alves tamb\u00e9m coordenou, junto com a ag\u00eancia de publicidade do Governo, a Minha Ag\u00eancia, toda a m\u00eddia dos 100 dias e a que come\u00e7a a mostrar as realiza\u00e7\u00f5es do atual Governo. Assume agora a Casa Civil num momento de grande import\u00e2ncia, para coordenar as a\u00e7\u00f5es do governo e ampliar as rela\u00e7\u00f5es com o Parlamento. Que tenha sucesso!<\/p>\n<p><strong>V\u00c3O CONTINUAR NO ANONIMATO<\/strong><\/p>\n<p>Ah, como os quase an\u00f4nimos gostariam que seus nomes fossem sequer citados por esse modesto colunista! Eles fazem de tudo para terem suas identidades clareadas nessas mal tra\u00e7adas. Nunca o conseguiram, nem conseguir\u00e3o. \u00c9 simples: na maioria dos casos, apenas n\u00e3o o merecem.\u00a0 \u00c9 gente que passou anos aplaudindo ladr\u00f5es, se solidarizando com chefes de quadrilha, que viveram em constantes ataques aos cofres p\u00fablicos.<\/p>\n<p>\u00c9 gente que ainda se emociona quando v\u00ea ou ouve que seu l\u00edder maior, o chef\u00e3o quadrilheiro, condenado a v\u00e1rios anos de cadeia (apenas num processo), continua atr\u00e1s das grades. S\u00e3o os mesmos que defendem a liberdade, mas apenas quando lhes interessa. S\u00e3o os que clamam contra a censura, mas aplaudem quando seus amiguinhos a usam contra jornalistas e pessoas que t\u00eam opini\u00e3o diferente das deles. S\u00e3o, enfim, uns coitados, desesperados porque n\u00e3o t\u00eam mais ladr\u00f5es a defender, j\u00e1 que a maioria dos seus \u00eddolos e l\u00edderes pol\u00edticos est\u00e1 nas celas ou a caminho delas. N\u00e3o t\u00eam mais a quem convencer, porque todos j\u00e1 sabem quem s\u00e3o e a destrui\u00e7\u00e3o que sua terr\u00edvel ideologia causou n\u00e3o s\u00f3 ao Brasil, mas a muitos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Resta-lhes, ao menos por enquanto, as redes sociais, para destilarem seu \u00f3dio, sua inveja, seus traumas. Atacam quem trabalha, d\u00e1 duro, acorda de madrugada e n\u00e3o precisou de cotas ou engodos para conseguir algum espa\u00e7o e algum respeito na profiss\u00e3o que abra\u00e7ou. Quem s\u00e3o? Ah, que ningu\u00e9m se preocupe: essa gente m\u00e1 n\u00e3o merece sequer uma cita\u00e7\u00e3o. S\u00e3o pequenas e curtas mentalidades, a servi\u00e7o de si mesmas. Coitados, apenas!<\/p>\n<p><strong>PARA BANDIDO, NADA DE SOBRENOME!<\/strong><\/p>\n<p>Ser ladr\u00e3o e assaltante tem suas vantagens nesse pa\u00eds. Para eles, \u00e9 claro! Nessa semana, ao divulgar os nomes de um casal de assaltantes, perseguido e atropelado por um empres\u00e1rio, na zona sul da Capital, a pol\u00edcia teve todos os cuidados. Ao divulgar a not\u00edcia \u00e0 m\u00eddia, fez quest\u00e3o se identificar os dois criminosos (um casal), que saiu bastante ferido no epis\u00f3dio. \u201cCristiano F.M.N.E, de 25 anos e Bruna A.S. de 25 anos, acusados e tentar assaltar uma loja de calhas, localizada na avenida Mamor\u00e9, bairro Tancredo Neves, na zona leste de Porto Velho, foram atropelados pelo propriet\u00e1rio da loja\u201d.<\/p>\n<p>Veja-se o cuidado das autoridades em preservar os direitos e os nomes dos bandidos, divulgando apenas seus primeiros nomes. Fizeram, ali\u00e1s, o que manda a lei. Mas a lei que protege criminosos, claro. S\u00f3 para se comparar: h\u00e1 dias atr\u00e1s, uma espalhafatosa opera\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria pol\u00edcia civil, com suspeitas sequer confirmadas de supostos desvios na Secretaria de Sa\u00fade do Estado e outra, envolvendo a Sedam, fizeram quest\u00e3o de divulgar os nomes de todos os citados, sendo culpados ou n\u00e3o. At\u00e9 o ex governador Daniel Pereira teve sua casa devassada. O nome dele foi, claro, destacado para a m\u00eddia. J\u00e1 os bandid\u00f5es, ah!, esses tem a prote\u00e7\u00e3o do anonimato&#8230;<\/p>\n<p><strong>MOSQUINI \u00c9 QUEM EST\u00c1 CERTO<\/strong><\/p>\n<p>Na semana passada, quatro pessoas da mesma fam\u00edlia de Ji-Paran\u00e1 morreram na BR 364, j\u00e1 em Mato Grosso. Tr\u00eas dias depois, outro acidente, com mais tr\u00eas v\u00edtimas da mesma cidade, agora l\u00e1 mesmo. Poucas horas ap\u00f3s, ainda em Jipa, uma enfermeira muito conhecida na cidade morreu atropelada. Desespero total. Nesta ter\u00e7a, de novo: a assassina BR matou mais tr\u00eas pessoas, numa colis\u00e3o que envolveu tr\u00eas desses supercaminh\u00f5es.<\/p>\n<p>Dez vidas perdidas em pouco mais de uma semana, sete delas da mesma Ji-Paran\u00e1, apavorada com tanta gente que se foi, em acidentes terr\u00edveis. Desde Porto Velho at\u00e9 a fronteira, em Vilhena, o n\u00famero e mortes violentas se multiplica, enquanto a principal rodovia de Rond\u00f4nia continua com os mesmos problemas e a mesma estrutura que tinha h\u00e1 20 anos atr\u00e1s. Vive de remendos e pequenos consertos; de alguns trechos recuperados; de opera\u00e7\u00f5es tapa buracos. H\u00e1 trechos com grande perigo; outros pessimamente sinalizados; outros que precisam, com urg\u00eancia, de duplica\u00e7\u00e3o. Nada disso. Apenas algumas gambiarras, t\u00e3o comuns nesse Brasil do atraso e do dinheiro que sobra para a corrup\u00e7\u00e3o, mas que falta para obras vitais \u00e0s cidades e \u00e0 popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 sinais de que um dia a BR 364 ser\u00e1 duplicada. Por isso, tem mais que raz\u00e3o o deputado federal Lucio Mosquini ao dizer exatamente isso: n\u00e3o se vislumbra que a 364 seja um dia uma rodovia de qualidade, duplicada e com seu tr\u00e2nsito ordenado. Tem gente que prefere ouvir mentiras e engodos. N\u00e3o \u00e9 com Mosquini. Esse fala a verdade, mesmo que ela doa. Melhor assim, do que viver enganando o eleitor com promessas que jamais se cumprir\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>LAERTE QUER SOLU\u00c7\u00c3O PARA AS BRS<\/strong><\/p>\n<p>Ali\u00e1s, a situa\u00e7\u00e3o das BRs no Estado tamb\u00e9m entrou na al\u00e7a de mira das maiores preocupa\u00e7\u00f5es do presidente da Assembleia, deputado Laerte Gomes. Ele se reuniu nesta ter\u00e7a com o diretor regional do Dnit, Cl\u00e1udio Neves, para pedir a\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e eficiente do \u00f3rg\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o a servi\u00e7os que possam melhorar as condi\u00e7\u00f5es das nossas rodovias federais. Na pauta de Laerte, no encontro realizado na Assembleia, estava tamb\u00e9m a situa\u00e7\u00e3o da BR 429, que precisa de manuten\u00e7\u00e3o imediata.<\/p>\n<p>O que o presidente ouviu o deixou ainda mais preocupado. Com um or\u00e7amento que significa apenas cerca de 30 por cento do que precisaria o Dnit, est\u00e1 praticamente com suas m\u00e3os amarradas. Tem obras contratadas na ordem de 270 milh\u00f5es de reais para 2019, mas apenas 96 milh\u00f5es de reais em or\u00e7amento. Laerte est\u00e1 pedindo o apoio do senador rondoniense Marcos Rog\u00e9rio, que estar\u00e1 em Porto Velho para mais uma rodada de conversa\u00e7\u00f5es com o comandante do Dnit no Estado.<\/p>\n<p>\u201cVamos cobrar uma a\u00e7\u00e3o do senador Marcos Rog\u00e9rio, para que ele, como presidente da Comiss\u00e3o de Infraestrutura do Senado, possa fazer gest\u00e3o junto ao Governo Federal. S\u00f3 com mais recursos or\u00e7ament\u00e1rios, o Dnit conseguir\u00e1 realizar seu trabalho em Rond\u00f4nia\u201d, destacou Laerte. Ou seja, na semana que vem tem mais. Solu\u00e7\u00f5es para as BRs \u00e9 pauta priorit\u00e1ria, portanto, tamb\u00e9m para o presidente da ALE.<\/p>\n<p><strong>PREFEITOS PEDEM AO GOVERNO<\/strong><\/p>\n<p>O governador Marcos Rocha se reuniu, nessa ter\u00e7a, com prefeitos do Cone Sul do Estado. Ouviu pedidos sem fim, principalmente nas \u00e1reas de recupera\u00e7\u00e3o de estradas e pontes, mas tamb\u00e9m quest\u00f5es envolvendo a seguran\u00e7a p\u00fablica ou a falta dela, entre as principais reivindica\u00e7\u00f5es. Os prefeitos pediram ainda ao Governador, aten\u00e7\u00e3o especial \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica, principalmente em rela\u00e7\u00e3o a cirurgias eletivas.<\/p>\n<p>Mas pediram tamb\u00e9m calc\u00e1rio para ampliar a produ\u00e7\u00e3o, entre v\u00e1rios outros temas debatidos. Com o chefe, v\u00e1rios secret\u00e1rios participaram do evento,\u00a0 ouvindo os pedidos dos prefeitos e j\u00e1 discutindo eventuais solu\u00e7\u00f5es ali mesmo, durante o encontro. O DER foi quem mais ouviu pedidos. A maioria das estradas est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o muito ruim, mas houve pedidos tamb\u00e9m sobre a constru\u00e7\u00e3o de pontes e bueiros; projeto tapa buracos nas cidades; melhorias no aeroporto regional de Vilhena e v\u00e1rias outras quest\u00f5es deste setor.<\/p>\n<p>O coronel Erasmo Meireles, diretor geral do DER, garantiu que em breve come\u00e7a um grande trabalho e apoio aos munic\u00edpios. Foi, para o governo, um encontro proveitoso. Para os prefeitos, numa comitiva que teve a lideran\u00e7a do deputado Luizinho Goebel, representante do Cone Sul no parlamento, abriram-se portas e esperan\u00e7as. Eles querem um governo municipalista. Pelo que ouviram do Governador, \u00e9 isso que ter\u00e3o. Esperemos para ver.<\/p>\n<p><strong>PERGUNTINHA<\/strong><\/p>\n<p>Ate quando a Venezuela ser\u00e1 governada por um celerado, um ditador louco, que desrespeita seu povo e prefere ver o sangue das pessoas inocentes derramado, do que entregar o poder que usurpou?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Criados como grandes avan\u00e7os, sucesso por algum tempo, motes de discursos pol\u00edticos empolgados e apoiando campanhas eleitorais, os restaurantes populares em Porto Velho passaram apenas como os r\u00e1pidos sonhos de ver\u00e3o. Em 1\u00ba de dezembro de 2011, o primeiro deles foi inaugurado. 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