{"id":271215,"date":"2019-07-19T08:33:21","date_gmt":"2019-07-19T12:33:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=271215"},"modified":"2019-07-19T08:33:21","modified_gmt":"2019-07-19T12:33:21","slug":"opiniao-de-primeira-temas-polemicos-na-pauta-da-ale-no-segundo-semestre-detran-energisa-estradas-ruins-presidios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2019\/07\/19\/opiniao-de-primeira-temas-polemicos-na-pauta-da-ale-no-segundo-semestre-detran-energisa-estradas-ruins-presidios\/","title":{"rendered":"\u201cOPINI\u00c3O DE PRIMEIRA\u201d: temas pol\u00eamicos na pauta da ALE no segundo semestre: Detran, Energisa, estradas ruins, pres\u00eddios\u2026"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_271216\" aria-describedby=\"caption-attachment-271216\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-271216\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/laerte-montagem-blog-800x480-300x180.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/laerte-montagem-blog-800x480-300x180.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/laerte-montagem-blog-800x480-600x360.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/laerte-montagem-blog-800x480-768x461.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/laerte-montagem-blog-800x480-696x418.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/laerte-montagem-blog-800x480-700x420.jpg 700w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/laerte-montagem-blog-800x480.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-271216\" class=\"wp-caption-text\">Coluna escrita por S\u00e9rgio Pires\/Foto: Ilustra\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Agora que o governo teve tempo de se ajustar, de dominar a m\u00e1quina, de come\u00e7ar a colocar em pr\u00e1tica seus programas, a cobran\u00e7a vai come\u00e7ar mais forte. N\u00e3o que a parceria com o parlamento ser\u00e1 diminu\u00edda. Ao contr\u00e1rio: os grandes temas de maior interesse da popula\u00e7\u00e3o ter\u00e3o prioridade total na a\u00e7\u00e3o dos deputados.<\/p>\n<p>Mas em rela\u00e7\u00e3o a temas pol\u00eamicos, a assuntos n\u00e3o resolvidos, a quest\u00f5es que ainda n\u00e3o se definiram, a Assembleia Legislativa vai agir com energia. Quem resume isso \u00e9 o presidente Laerte Gomes. Ele enumerou v\u00e1rios temas que precisam de uma nova vis\u00e3o do Governo de Marcos Rocha e de solu\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas, al\u00e9m de eventuais a\u00e7\u00f5es que o pr\u00f3prio parlamento precisar\u00e1 priorizar. \u201cUma delas \u00e9 a quest\u00e3o do Detran.<\/p>\n<p>Essas taxas abusivas, essas inspe\u00e7\u00f5es veiculares com custo exagerado, sobre tudo isso a Assembleia vai ter que se posicionar. Precisamos apurar em todos os sentidos essas quest\u00f5es do Detran, incluindo a\u00ed tamb\u00e9m contratos, di\u00e1rias e etc\u2026 Vamos fundo nesse assunto\u201d, diz Laerte. Outro assunto, ligado diretamente ao trabalho dos deputados, se refere \u00e0 Energisa. \u201cN\u00e3o podemos aceitar que Energisa chegue no Estado e se comporte da forma como est\u00e1 agindo, fazendo o que bem entende.<\/p>\n<p>E ainda est\u00e1 discutindo a isen\u00e7\u00e3o de uma d\u00edvida que \u00e9 obrigada a pagar, querendo isen\u00e7\u00e3o de quase 50 por cento do que deve. S\u00e3o centenas de milh\u00f5es de reais. N\u00e3o vamos permitir isso. Temos que exigir que ela pague cada centavo do que deve ao Estado, sem isen\u00e7\u00e3o de nada, porque quando compraram a empresa, seus dirigentes sabiam muito bem as d\u00edvidas que assumiriam\u201d.<\/p>\n<p>Laerte destaca tamb\u00e9m outros problemas relacionados ao Governo, que ser\u00e3o vistos sob lupa pelo parlamento. Um dos principais se relaciona com a situa\u00e7\u00e3o das rodovias estaduais. \u201cTemos problemas graves nas rodovias, muitas delas em condi\u00e7\u00f5es horr\u00edveis de transitar. O trabalho de recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 lento demais. N\u00e3o se v\u00ea frentes de trabalho com dinamismo e agilidade, para que se possa dizer que h\u00e1 um trabalho r\u00e1pido e efetivo.<\/p>\n<p>Parece que as resid\u00eancias do DER, em regi\u00f5es do interior, s\u00e3o dirigidas por pessoas sem experi\u00eancia e conhecimento. Isso acaba atrapalhando. O Governador precisa pressionar mais o DER. E o diretor geral, o coronel Meireles, tem que exigir que sejam aceleradas as frentes de trabalho. Da forma como est\u00e1, n\u00e3o vai haver resultado dentro da imensa necessidade, j\u00e1 que os cidad\u00e3os n\u00e3o suportam mais a p\u00e9ssima qualidade das rodovias em que s\u00e3o obrigados a transitar\u201d.<\/p>\n<p>Laerte ainda disse que h\u00e1 necessidade urgente se resolver quest\u00f5es da Secretaria de Justi\u00e7a do Estado. Para ele, n\u00e3o est\u00e1 havendo uma gest\u00e3o eficiente. Basta comparar com o que fez o ent\u00e3o secret\u00e1rio Marcos Rocha, hoje Governador, que enfrentou muitas dificuldades, mas mesmo assim teve resultados positivos. Hoje, nossos pres\u00eddios s\u00e3o campe\u00f5es em fuga. Os agentes penitenci\u00e1rios est\u00e3o todos descontentes. O Governador tem que exigir que a atual secret\u00e1ria mostre a que veio, porque at\u00e9 agora, ainda n\u00e3o mostrou\u201d.<\/p>\n<p><strong>SA\u00daDE, EDUCA\u00c7\u00c3O E FINAN\u00c7AS: DESTAQUES<\/strong><\/p>\n<p>A an\u00e1lise do presidente da Assembleia tem tamb\u00e9m elogios. H\u00e1 setores que avan\u00e7aram ou est\u00e3o avan\u00e7ando. Laerte Gomes destacou a \u00e1rea da sa\u00fade p\u00fablica, comandada por Fernando M\u00e1ximo, que para ele teve boa melhora e a educa\u00e7\u00e3o, comandada pelo Professor Suamy, que, segundo avalia, tamb\u00e9m caminha a passos \u201caparentemente corretos\u201d.<\/p>\n<p>Sobre o controle das finan\u00e7as do Estado, tamb\u00e9m h\u00e1 elogios: \u201creconhe\u00e7o o esfor\u00e7o do Governo do Estado, para fazer caixa, controlar suas finan\u00e7as. Isso est\u00e1 correto\u201d. E fez uma refer\u00eancia especial \u00e0 melhoria na interlocu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica do governo, com a chegada de J\u00fanior Gon\u00e7alves na Casa Civil: \u201cj\u00e1 melhorou um pouco\u201d, afirmou.\u00a0 Laerte ainda tem sugest\u00f5es para avan\u00e7os nas a\u00e7\u00f5es da agricultura. \u201cAinda padecemos de programas de Estado, para apoios de programas de acordo com cada regi\u00e3o, para fomentarmos a economia local. Precisamos investir principalmente no pequeno produtor, com subs\u00eddios e dar suporte de todas as formas poss\u00edveis \u00e0s pequenas comunidades que vivem da terra.<\/p>\n<p>Na agricultura familiar, que \u00e9 o motor da nossa economia, temos que subsidiar, incentivar, dar apoio.\u00a0 Por fim, Laerte lembra que a chamada \u201clua de mel\u201d est\u00e1 passando. A partir de agora, Governo e Assembleia t\u00eam que apresentar resultados. O Governo tem que colocar sua m\u00e1quina para andar, porque o rondoniense quer ver as coisas funcionando. E funcionando bem! \u201d<\/p>\n<p><strong>S\u00c3O 340 MIL PRESOS SEM JULGAMENTO<\/strong><\/p>\n<p>De todas as quest\u00f5es dif\u00edceis abordadas por Laerte Gomes, certamente as dos pres\u00eddios \u00e9 a mais preocupante. N\u00e3o h\u00e1 luz no final do t\u00fanel para que ao menos se amenize o problema, j\u00e1 que nossos pres\u00eddios t\u00eam hoje o dobro de presos do que as cadeias foram constru\u00eddas para suportar. Os n\u00fameros apontam para quase 11.300 detentos, para uma capacidade de 6.300 vagas.<\/p>\n<p>E ainda temos 1.650 presos provis\u00f3rios, aguardando julgamento. Ou seja, 14,5 por cento de toda a popula\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria do Estado sequer passou por decis\u00f5es judiciais. \u00c9 um dos n\u00fameros mais baixos do pa\u00eds nesse quesito, onde no Amazonas, para dar um exemplo pr\u00f3ximo, seis em cada dez presos n\u00e3o foram condenados. Sequer julgados. O pior percentual \u00e9 do Cear\u00e1, onde de cada tr\u00eas presos, dois s\u00e3o provis\u00f3rios. Em n\u00edvel de Brasil, 41 por cento de todos os 812 mil presos, ou seja, quase 340 mil pessoas que est\u00e3o trancafiadas, sequer foram julgadas. Entre elas podem haver milhares de inocentes, mas que continuar\u00e3o atr\u00e1s das grades, at\u00e9 que a Justi\u00e7a d\u00ea conta dos milhares de processos que precisa analisar todos os dias.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o seria muito pior se os perto de 366 mil mandados de pris\u00e3o j\u00e1 expedidos, tivessem sido cumpridos. Superlotados, dominados pelas fac\u00e7\u00f5es criminosas, com milhares de detentos injusti\u00e7ados (s\u00f3 se saber\u00e1 exatamente quantos o s\u00e3o, quando todos os mais de 340 mil processos passarem pelo crivo do Judici\u00e1rio!) As cadeias do Brasil s\u00e3o formadoras de grandes bandidos e t\u00eam um n\u00edvel de recupera\u00e7\u00e3o de presos quase insignificante. Ou seja, n\u00e3o h\u00e1 e n\u00e3o haver\u00e1 solu\u00e7\u00e3o t\u00e3o cedo, para esse dram\u00e1tico problema da nossa sociedade.<\/p>\n<p><strong>S\u00d3 FALA QUEM \u00c9 DA TURMA DELES!<\/strong><\/p>\n<p>Para quem n\u00e3o sabe o outro lado da hist\u00f3ria e s\u00f3 ouve falar em destrui\u00e7\u00e3o ambiental, que as ONGs e os que vivem de grana alta do exterior, principalmente, para manter a Amaz\u00f4nia cada vez mais isolada, vale a pena checar alguns n\u00fameros. Por exemplo: com 12 anos de exist\u00eancia, o projeto Iniciativa Verde j\u00e1 plantou nada menos do que dois milh\u00f5es de \u00e1rvores. As \u00e1reas recuperadas somam quase 1.300 hectares, o equivalente a 1.385 est\u00e1dios do tamanho do Maracan\u00e3.<\/p>\n<p>Outros projetos pretendem, a curto e m\u00e9dio prazos, realizar o replantio de pelo menos 4 milh\u00f5es de \u00e1rvores, principalmente na Amaz\u00f4nia. Claro que \u00e9 pouco. Pior ainda se em confronto com os n\u00fameros exagerados, muitos deles mentirosos, que s\u00e3o diariamente alardeados, de que a floresta j\u00e1 teria perdido quase 5 milh\u00f5es de hectares de \u00e1rvores, o que beira o absurdo. Os ambientalistas de ar condicionado; as ONGs que representam principalmente interesses estrangeiros e os idiotas, que repetem as mesmas asneiras todos os dias, sem checar se verdadeiras ou n\u00e3o, ignoram que h\u00e1 muitas a\u00e7\u00f5es que est\u00e3o ajudando a recuperar \u00e1reas degradadas.<\/p>\n<p>Mas eles n\u00e3o querem ouvir nada que v\u00e1 contra esses grandes conglomerados que querem dominar a Amaz\u00f4nia, inclusive com apoio de brasileiros e da Igreja Cat\u00f3lica. Um dos maiores cientistas brasileiros, por exemplo, que diz que o Planeta est\u00e1 esfriando e n\u00e3o aquecendo, nem sequer \u00e9 entrevistado na grande m\u00eddia. Quem n\u00e3o \u00e9 da turma, n\u00e3o tem direito \u00e0 opini\u00e3o. Lament\u00e1vel!<\/p>\n<p><strong>A CORRIDA ATR\u00c1S DO TIRADENTES<\/strong><\/p>\n<p>O Col\u00e9gio Tiradentes tem sua sede principal em Porto Velho e a Escola Manaus, tamb\u00e9m militarizada. Tem tamb\u00e9m educand\u00e1rios em Vilhena e Jacy Paran\u00e1 Agora, abrir\u00e1 as portas da sexta sub sede, se \u00e9 que d\u00e1 para se chamar assim, com a assinatura de decreto, pelo governador Marcos Rocha, introduzindo a administra\u00e7\u00e3o militar na Escola Lauro Prediger, que passa a ser mais um bra\u00e7o do educand\u00e1rio militarizado.<\/p>\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o de mais uma escola ji paranaense \u2013 \u00e9 a segunda \u2013 foi uma solicita\u00e7\u00e3o do deputado Johnny Paix\u00e3o, que diz estar concretizando um sonho pessoal, mas, ao mesmo tempo, atendendo a muitos pedidos da comunidade. A cidade tinha, desde janeiro de 2018, com dire\u00e7\u00e3o e administra\u00e7\u00e3o militar, a Escola Estadual J\u00falio Guerra, quando passou a se chamar Escola Militarizada Tiradentes \u2013 Unidade IV. A qualidade do ensino, a disciplina aplicada no col\u00e9gio, a diferen\u00e7a na forma de ensinar e preparar os alunos para a vida, mexem com cora\u00e7\u00f5es e mentes de milhares de pais, que lutam para ver seus filhos aprendendo nesse tipo de educand\u00e1rio.<\/p>\n<p>Em \u00e9pocas de matr\u00edculas, filas imensas se formam, \u00e0 noite, atravessando a madrugada, daqueles que querem colocar seus filhos nas escolas militarizadas.\u00a0 Milhares de estudantes t\u00eam acesso ao ensino diferenciado da Tiradentes, coordenada pela Pol\u00edcia Militar, mas pelo menos o dobro n\u00e3o consegue ingressar nelas, por falta de vagas.<\/p>\n<p><strong>A GRANDE PRIORIDADE DA FENAJ<\/strong><\/p>\n<p>Os sindicatos, ao contr\u00e1rio do que se pensa, ainda est\u00e3o poderosos. Alguns muito menos poderosos do que eram e do que pensam que s\u00e3o, mas a grana ainda rola sim, at\u00e9 porque h\u00e1 alguns pagamentos que s\u00e3o feitos automaticamente, mesmo que n\u00e3o sejam mais obrigat\u00f3rios, segundo a nova lei trabalhista. Dominado por petistas de cima abaixo, por exemplo, a Fenaj, Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Jornalistas, est\u00e1 realizando elei\u00e7\u00f5es para sua nova diretoria.<\/p>\n<p>Na pauta de reivindica\u00e7\u00f5es, qual a principal proposta? Um piso salarial digno para quem atua nessa complexa profiss\u00e3o e recebe geralmente sal\u00e1rios rid\u00edculos? Algum plano especial para cuidar da sa\u00fade de profissionais, que est\u00e3o entre os que vivem mais tens\u00f5es e onde se registra grande n\u00famero de mortes cedo demais, entre quem atua na \u00e1rea? Nada disso. A grande pauta da entidade que congrega os jornalistas brasileiros (entre os associados que pagam, est\u00e1 esse colunista, mas que paga por causa do nosso sindicato local, que \u00e9 atuante e apol\u00edtico!), \u00e9 fazer movimentos contra a Reforma da Previd\u00eancia.<\/p>\n<p>E ainda tem uma ala que quer sair \u00e0s ruas para pedir a liberta\u00e7\u00e3o de Lula. A Fenaj \u00e9, h\u00e1 d\u00e9cadas, quase uma propriedade privada do PT e dos partidos de esquerda. Quem n\u00e3o for dessa turma, n\u00e3o tem chance de chegar \u00e0 diretoria. Eles esqueceram que perderam a elei\u00e7\u00e3o e que o Brasil hoje \u00e9 outro. Mas continuam arrotando grosso, como se ainda mandassem e desmandassem\u2026<\/p>\n<p><strong>O SONHO DO IMPOSTO MENOR<\/strong><\/p>\n<p>Quando se diz que as coisas est\u00e3o mesmo mudando, h\u00e1 quem tor\u00e7a o nariz. Mas n\u00e3o se pode negar que o presidente Bolsonaro est\u00e1 cumprindo, aos poucos, uma a uma suas promessas de campanha. A pr\u00f3xima certamente ser\u00e1 muito bem-vinda: a redu\u00e7\u00e3o de alguns impostos. Como o absurdo Imposto de Renda, que pessoas f\u00edsicas pagam at\u00e9 27,5 por cento (\u00e9 inacredit\u00e1vel que o brasileiro aceite uma coisa dessas sem berrar!) E 34 por cento para empresas.<\/p>\n<p>Redu\u00e7\u00e3o de imposto nesse pa\u00eds, nos \u00faltimos anos, era algo impens\u00e1vel. A gordura m\u00f3rbida do Estado, grandioso, ineficiente, caro e sem trazer resultados no retorno \u00e0 popula\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma das principais causas para que a fome do Le\u00e3o da Receita seja cada vez mais voraz. O governo \u00e9 s\u00f3cio, por vezes majorit\u00e1rio, tanto do brasileiro assalariado como das empresas, tornando a vida de ambos um inferno, porque al\u00e9m de pagarem por tudo, ainda t\u00eam que enfrentar um ciclo burocr\u00e1tico inacredit\u00e1vel.<\/p>\n<p>H\u00e1 empresas que gastam 40 por cento do tempo de suas equipes de administra\u00e7\u00e3o, s\u00f3 para se atualizarem em rela\u00e7\u00e3o a impostos, taxas e outros roubos que os governos do Brasil se especializaram contra o bolso do seu povo. Agora h\u00e1 uma nova chance. Embora pare\u00e7a inacredit\u00e1vel, existe sim a possibilidade de que v\u00e1rios impostos e tributos sejam juntados num Imposto \u00danico. Ser\u00e1 que esse sonho se realizar\u00e1 ou seremos mantidos no pesadelo em que o Estado afana o resultado do nosso suor, para manter-se cada vez mais gordo?<\/p>\n<p><strong>PERGUNTINHA<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea prefere que seu filho estude numa escola comum, da rede estadual de ensino ou, se pudesse, o colocaria para aprender numa escola militarizada, semelhante ao Col\u00e9gio Tiradentes?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Agora que o governo teve tempo de se ajustar, de dominar a m\u00e1quina, de come\u00e7ar a colocar em pr\u00e1tica seus programas, a cobran\u00e7a vai come\u00e7ar mais forte. N\u00e3o que a parceria com o parlamento ser\u00e1 diminu\u00edda. Ao contr\u00e1rio: os grandes temas de maior interesse da popula\u00e7\u00e3o ter\u00e3o prioridade total na a\u00e7\u00e3o dos deputados. 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