{"id":271559,"date":"2019-07-23T09:37:53","date_gmt":"2019-07-23T13:37:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=271559"},"modified":"2019-07-23T09:37:53","modified_gmt":"2019-07-23T13:37:53","slug":"opiniao-de-primeira-anel-viario-em-obras-ha-duas-decadas-ainda-nao-esta-pronto-e-asfalto-em-alguns-trechos-ja-esta-deteriorado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2019\/07\/23\/opiniao-de-primeira-anel-viario-em-obras-ha-duas-decadas-ainda-nao-esta-pronto-e-asfalto-em-alguns-trechos-ja-esta-deteriorado\/","title":{"rendered":"\u201cOPINI\u00c3O DE PRIMEIRA\u201d: anel vi\u00e1rio em obras h\u00e1 duas d\u00e9cadas ainda n\u00e3o est\u00e1 pronto e asfalto em alguns trechos j\u00e1 est\u00e1 deteriorado"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_271560\" aria-describedby=\"caption-attachment-271560\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-271560\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/aneeeelll-jipaaa-800x480-300x180.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"180\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/aneeeelll-jipaaa-800x480-300x180.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/aneeeelll-jipaaa-800x480-600x360.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/aneeeelll-jipaaa-800x480-768x461.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/aneeeelll-jipaaa-800x480-696x418.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/aneeeelll-jipaaa-800x480-700x420.jpg 700w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/aneeeelll-jipaaa-800x480.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-271560\" class=\"wp-caption-text\">Coluna escrita por S\u00e9rgio Pires\/Foto: Ilustra\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Quem tem mais de 30 anos, lembra quando Valdir Raupp foi governador de Rond\u00f4nia. Mas, grande parte dos rondonienses n\u00e3o viveu naquele per\u00edodo, j\u00e1 que parcela significativa da nossa popula\u00e7\u00e3o \u00e9 muito jovem. E n\u00e3o recorda a administra\u00e7\u00e3o dele.<\/p>\n<p>Raupp comandou Rond\u00f4nia de janeiro de 1995 at\u00e9 dezembro de 1998. Foi naquele per\u00edodo, ou seja, h\u00e1 pelo menos 21 anos, que se construiu a primeira ponte \u2013 a menor das duas \u2013 do Anel Vi\u00e1rio de Ji-Paran\u00e1. Foi com essa obra que a rodovia que tiraria o tr\u00e2nsito pesado de caminh\u00f5es de dentro da cidade, come\u00e7ou mesmo a ser tratada como uma realidade vi\u00e1vel. Muitos anos depois, j\u00e1 praticamente em meados de 2017, a segunda ponte (a maior) foi conclu\u00edda.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed, mesmo ainda faltando detalhes, como sinaliza\u00e7\u00e3o e entroncamentos, entre outras pequenas obras, o Anel Vi\u00e1rio passou a ser utilizado por centenas e centenas de caminh\u00f5es, h\u00e1 cerca de um ano e meio, mais ou menos. Nunca foi inaugurado, ao menos oficialmente.\u00a0 \u00c9 impressionante como as obras p\u00fablicas demoram no Brasil. Desde o seu in\u00edcio, a obra de apenas 13 quil\u00f4metros e meio custou muito dinheiro, mas avan\u00e7ou, numa divis\u00e3o matem\u00e1tica simples, a passos de c\u00e1gado.<\/p>\n<p>Foram constru\u00eddos apenas 610 metros por ano. E ainda n\u00e3o est\u00e1 tudo pronto. Pior: com menos de um ano e meio de uso, o asfalto j\u00e1 come\u00e7ou a apresentar problemas em v\u00e1rios pontos. Algu\u00e9m duvida? Basta ler trecho de release divulgado nesta segunda, pela assessoria de comunica\u00e7\u00e3o do Governo: \u201cdesde a semana passada, as equipes do DER est\u00e3o trabalhando na restaura\u00e7\u00e3o do Anel Vi\u00e1rio. Para garantir a seguran\u00e7a no tr\u00e1fego cada vez mais intenso no Anel Vi\u00e1rio de Ji-Paran\u00e1, o DER est\u00e1 executando a restaura\u00e7\u00e3o de pontos deteriorados, para concluir as obas na via e entregar oficialmente popula\u00e7\u00e3o\u201d. Que obra \u00e9 essa em que, pouco mais de 18 meses de uso, \u00e9 necess\u00e1rio restaurar um asfalto que levou duas d\u00e9cadas para ser colocado e j\u00e1 est\u00e1 deteriorado?<\/p>\n<p>O viaduto de Pimenta Bueno, na BR 364, \u00e9 o recordista em obra atrasada no Estado. Desde o in\u00edcio das obras, tamb\u00e9m nos tempos de Raupp passou-se um quarto de s\u00e9culo para que fosse entregue ao p\u00fablico.\u00a0 A partir dali, ainda houve a dos viadutos de Porto Velho, que na verdade n\u00e3o est\u00e3o 100 por cento conclu\u00eddas e que demoraram uma d\u00e9cada inteira. Tivemos, contudo, obras que foram realizadas dentro do cronograma. Uma delas foi a ponte sobre o rio Madeira, no barro da Balsa, nos ligando ao outro lado do Madeira e ao Amazonas.<\/p>\n<p>Foi um trabalhoenorme e muito bem-feita, embora at\u00e9 hoje n\u00e3o tenha recebido ilumina\u00e7\u00e3o. A outra ponte, em fase final, na Ponta do Abun\u00e3, tamb\u00e9m est\u00e1 mais ou menos dentro da previs\u00e3o. No geral, contudo, h\u00e1 muito tempo perdido, dinheiro gasto e obras de qualidade duvidosa (o asfalto do Anel Vi\u00e1rio \u00e9 exemplo disso!), quando n\u00e3o den\u00fancias de desvios, superfaturamento e outros problemas mais em obras, no geral. Est\u00e1 na hora de mudarmos essa mentalidade. O Brasil n\u00e3o pode se eternizar no atraso e no desrespeito ao contribuinte. Chega!<\/p>\n<p><strong>AS PEDRAS JOGADAS NO RIO<\/strong><\/p>\n<p>Em dois trechos, nos 600 metros das obras de prote\u00e7\u00e3o da margem do rio Madeira, o sistema de enrocamento (coloca\u00e7\u00e3o e pedras enormes, para tentar conter a queda dos barrancos do rio, na altura da Estrada de Ferro Madeira Mamor\u00e9), acabaram despencando, no final de semana. Muitas pedras, daquelas enormes que est\u00e3o sendo colocadas no local, ca\u00edram dentro do rio.<\/p>\n<p>A obra \u00e9 de responsabilidade da Santo Ant\u00f4nio Energia, que j\u00e1 est\u00e1 tratando de resolver o problema. O secret\u00e1rio Ant\u00f4nio Ocampo, da Funcultural, recebeu a miss\u00e3o do prefeito Hildon Chaves para acompanhar o problema de perto, at\u00e9 que ele seja solucionado, em nota, a Prefeitura diz que \u201co desbarrancamento foi detectado em dois pontos. Um na regi\u00e3o do barrac\u00e3o da Marinha e outro na altura do antigo \u2018deck\u2019. A Santo Ant\u00f4nio informou que os reparos ser\u00e3o feitos no menor espa\u00e7o de tempo poss\u00edvel\u201d.<\/p>\n<p>A obra \u00e9 vital para todo o projeto de revitaliza\u00e7\u00e3o da \u00e1rea, a mais nobre em termos de atra\u00e7\u00e3o tur\u00edstica da Capital. O enrocamento \u00e9 fundamental para impedir que o desbarrancamento do Madeira continue a invadir a \u00e1rea onde est\u00e3o os hist\u00f3ricos pr\u00e9dios da antiga Estrada de Ferro e onde h\u00e1 uma pra\u00e7a que recebe sempre grande visita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A SANTO ANT\u00d4NIO EXPLICA<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o se pode negar que os t\u00e9cnicos da Santo Ant\u00f4nio Energia j\u00e1 provaram e comprovaram que s\u00e3o muito competentes. Afinal, foi a equipe do Cons\u00f3rcio que construiu uma das maiores hidrel\u00e9tricas do mundo, num rio profundo e complexo como o Madeira. Eles tamb\u00e9m foram surpreendidos com o ocorrido nos locais do enrocamento e come\u00e7aram uma mobiliza\u00e7\u00e3o pouco tempo depois, para analisar a situa\u00e7\u00e3o, descobrir o que deu errado e come\u00e7arem a repara\u00e7\u00e3o com a maior urg\u00eancia poss\u00edvel.<\/p>\n<p>Numa curta nota no meio da tarde da segunda-feira, a assessoria da Santo Ant\u00f4nio garantiu que toda a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 sendo analisada pelos t\u00e9cnicos e engenheiros e que, em breve, vai relatar, com clareza, como o problema ocorreu e as medidas que ser\u00e3o tomadas para corrigi-los. Se a engenharia conseguiu construir uma ferrovia no meio da maior floresta tropical do mundo e h\u00e1 mais de um s\u00e9culo, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel que, com todos os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos e com o modernismo da constru\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se conseguir\u00e1 resolver um problema que, ao menos na teoria, \u00e9 muito mais simples. Esperemos para saber o que deu errado no projeto e como ele ser\u00e1 corrigido pela equipe da Santo Ant\u00f4nio Energia.<\/p>\n<p><strong>HUMILHADOS PELA BUROCRACIA<\/strong><\/p>\n<p>Cinco anos depois, voc\u00ea recebe uma notifica\u00e7\u00e3o do Imposto de Renda, para pagar uma d\u00edvida. De 2014. Coisa pequena. Voc\u00ea n\u00e3o tem como provar que a pagou, porque depois de 1.825 dias, onde est\u00e3o os comprovantes? Se eles existissem, s\u00f3 para encontr\u00e1-los, custaria mais tempo do que pagar e pronto. Voc\u00ea banca os impostos e tributos mais caros do mundo, sem retorno, mas isso n\u00e3o \u00e9 o suficiente para nossa m\u00e1quina burocr\u00e1tica de engolir trouxas. Se n\u00e3o souber direitinho os nomes, c\u00f3digos e e maneira correta de cumprir, passo a passo, toda a parafern\u00e1lia que a burocr\u00e1tica da nossa incr\u00edvel m\u00e1quina estatal nos imp\u00f5e, prepare-se para ficar ainda com raiva e perder seu tempo<\/p>\n<p>Um pobre coitado, que n\u00e3o sabe muito bem a diferen\u00e7a entre DARF, GPS e outras nomenclaturas, tentou pagar sua conta no caixa eletr\u00f4nico do banco. Claro que n\u00e3o conseguiu. Teve que ir \u00e0 Receita, onde enfrentou longa espera (\u00e9 que l\u00e1, dependendo do assunto que se v\u00e1 tratar, os que chegam depois de voc\u00ea s\u00e3o atendidos primeiro), para, quando atendido, em 30 segundos ser informado de que estava tentando pagar a conta de forma errada.<\/p>\n<p>S\u00f3 que n\u00e3o recebeu, antes, qualquer orienta\u00e7\u00e3o de como deveria faz\u00ea-lo. Esse tipo de humilha\u00e7\u00e3o a que o brasileiro passa todos os dias \u00e9 que tira um pouco a esperan\u00e7a de que um dia as coisas v\u00e3o realmente mudar nesse pa\u00eds. Enquanto os burocratas dominarem o servi\u00e7o p\u00fablico, essa chance ser\u00e1 cada vez mais reduzida. Lament\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>A IDEIA DE CASSOL EST\u00c1 VOLTANDO\u2026<\/strong><\/p>\n<p>Na primeira d\u00e9cada deste s\u00e9culo 21, o ent\u00e3o governador rondoniense Ivo Cassol foi tratado como persona non grata, principalmente nos \u00f3rg\u00e3os oficiais aparelhados, quando fez uma sugest\u00e3o \u00f3bvia e por demais simples: a autoriza\u00e7\u00e3o para a explora\u00e7\u00e3o da mina de diamantes existente na reserva ind\u00edgena Cinta Larga, em Roosevelt. Ele sugeriu a instala\u00e7\u00e3o de uma ag\u00eancia da Caixa Federal dentro da Reserva, controle total da Uni\u00e3o sobre as pedras descobertas; um bom percentual dos valores conseguidos para os verdadeiros donos da terra, os \u00edndios e pagamento de pesados impostos em n\u00edvel municipal, estadual e federal.<\/p>\n<p>O patrulhamento da esquerda, \u00e9 claro, n\u00e3o s\u00f3 demonstrou ojeriza pela ideia, como ainda houve uma grande boataria de que Cassol tinha envolvimento com o garimpo de diamantes e outras besteiras, que s\u00f3 os esquerdistas sabem inventar e ainda terem cr\u00e9dito. Agora, \u00e9 praticamente a mesma ideia que come\u00e7a a ser discutida no Congresso. Isso mesmo. J\u00e1 h\u00e1 uma comiss\u00e3o, que num segundo momento ter\u00e1 participa\u00e7\u00e3o de minist\u00e9rios e outros organismos, estudando uma forma de acabar com o contrabando de diamantes, ouro e outros metais preciosos que temos na Amaz\u00f4nia e permitir que nosso pa\u00eds fature algo em torno de 1 bilh\u00e3o de reais por ano, com as riquezas que s\u00e3o apenas suas.<\/p>\n<p>Claro que os mesmos de sempre v\u00e3o gritar. Eles preferem, por exemplo, que os \u00edndios morram de fome e de doen\u00e7as, a que tenham dinheiro em abund\u00e2ncia para uma vida digna. Mas as coisas est\u00e3o mudando. Eles j\u00e1 apitam bem menos. Quem sabe a ideia de Cassol n\u00e3o se transforma em lei, nos pr\u00f3ximos anos?<\/p>\n<p><strong>PARA ENXERGAR MELHOR<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 importantes avan\u00e7os na sa\u00fade p\u00fablica do Estado. Depois da batalha da Secretaria de Sa\u00fade e do grupo SOS Jo\u00e3o Paulo II em conseguir ao menos amenizar a crise no \u00fanico pronto socorro da Capital, j\u00e1 foram realizados mutir\u00f5es de cirurgias e, agora, est\u00e1 em andamento o mais ousado projeto para acabar de vez com as imensas filas das cirurgias dos olhos.<\/p>\n<p>Num prazo aproximado de um ano, praticamente todos os 2.400 rondonienses que est\u00e3o na fila para fazer v\u00e1rios tipos de cirurgias (a mais comum \u00e9 a de catarata), estar\u00e3o curados. A parceria com um dos mais importantes hospitais de olhos do Estado, comandado pelo respeitado m\u00e9dico Renato Veloso, mas com uma equipe de profissionais do mais alto gabarito, permitir\u00e1 ao governo cumprir essa complexa miss\u00e3o, acabando com uma situa\u00e7\u00e3o de demora que poderia, antes, levar alguns anos para que uma opera\u00e7\u00e3o fosse realizada. A empresa vencedora da concorr\u00eancia, poder\u00e1 atuar tamb\u00e9m em a\u00e7\u00f5es no interior do Estado, que poder\u00e3o ser feitas. Recursos j\u00e1 existem. A deputada federal Jaqueline Cassol, conseguiu liberar emenda de 3 milh\u00f5es e 300 mil reais para esse mutir\u00e3o, a ser feito na regi\u00e3o central do Estado.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio Fernando M\u00e1ximo, que est\u00e1 exausto com tanto trabalho, ao mesmo tempo comemora resultados muito importantes, em t\u00e3o curto espa\u00e7o de tempo. Dias desses, ele gravou um v\u00eddeo para as redes sociais, ao lado do governador Marcos Rocha, ambos comemorando o grande avan\u00e7o na sa\u00fade e principalmente na quest\u00e3o das cirurgias oftalmol\u00f3gicas.<\/p>\n<p><strong>ELES EST\u00c3O PERDENDO A BOQUINHA!<\/strong><\/p>\n<p>Ah, bateu mesmo o desespero! Eles correm o risco de ficar sem dinheiro e sem poder pagar a \u201ccumpanheirada\u201d, incluindo os estrangeiros; as despesas imensas, as mordomias; o engolir de grande parte das verbas, deixando uma pequena parte apenas a ser aplicada naquilo que deveria ser verdadeiramente priorizado.<\/p>\n<p>Uma longa e dura entrevista do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Sales ao jornalista Augusto Nunes, da Jovem Pan, p\u00f5e sob suspeita o uso de recursos internacionais, doados para investimentos na Amaz\u00f4nia. Em determinado momento, Sales disse que os gastos de algumas ONGs com elas mesmas s\u00e3o enormes, ao ponto de, no final das contas, apenas 20 por cento dos recursos destinados a algum projeto amaz\u00f4nico, chegarem ao seu destino. Os outros 80 por cento ficam pelo caminho.<\/p>\n<p>Ele exige investiga\u00e7\u00e3o profunda, inclusive da Controladoria Geral da Uni\u00e3o, sobre essa parceria suspeita do BNDES dos tempos do PT com as ONGs nacionais e internacionais. Da\u00ed aqueles que enchiam seus bolsos come\u00e7aram a reagir, agredindo o ministro at\u00e9 com palavras impublic\u00e1veis. U\u00e9, mas se n\u00e3o h\u00e1 ilegalidades, qual o problema de investigar?<\/p>\n<p><strong>PERGUNTINHA<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea que gosta de futebol, considera que o VAR veio para ajudar a melhorar a qualidade dos jogos ou est\u00e1 \u00e9 causando problemas que atingem at\u00e9 as emo\u00e7\u00f5es do torcedor?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Quem tem mais de 30 anos, lembra quando Valdir Raupp foi governador de Rond\u00f4nia. Mas, grande parte dos rondonienses n\u00e3o viveu naquele per\u00edodo, j\u00e1 que parcela significativa da nossa popula\u00e7\u00e3o \u00e9 muito jovem. E n\u00e3o recorda a administra\u00e7\u00e3o dele. Raupp comandou Rond\u00f4nia de janeiro de 1995 at\u00e9 dezembro de 1998. 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