{"id":275465,"date":"2019-08-29T08:08:00","date_gmt":"2019-08-29T12:08:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=275465"},"modified":"2019-08-29T08:08:42","modified_gmt":"2019-08-29T12:08:42","slug":"opiniao-de-primeira-menino-indio-pede-ajuda-ao-governador-ele-nao-quer-viver-de-cesta-basica-so-quer-e-trabalhar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2019\/08\/29\/opiniao-de-primeira-menino-indio-pede-ajuda-ao-governador-ele-nao-quer-viver-de-cesta-basica-so-quer-e-trabalhar\/","title":{"rendered":"\u201cOPINI\u00c3O DE PRIMEIRA\u201d: menino \u00edndio pede ajuda ao governador, ele n\u00e3o quer viver de cesta b\u00e1sica, s\u00f3 quer \u00e9 trabalhar"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_275466\" aria-describedby=\"caption-attachment-275466\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-275466\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/WhatsApp-Image-2019-08-29-at-07.46.34-300x188.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/WhatsApp-Image-2019-08-29-at-07.46.34-300x188.jpeg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/WhatsApp-Image-2019-08-29-at-07.46.34-600x377.jpeg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/WhatsApp-Image-2019-08-29-at-07.46.34-696x437.jpeg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/WhatsApp-Image-2019-08-29-at-07.46.34-669x420.jpeg 669w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/WhatsApp-Image-2019-08-29-at-07.46.34.jpeg 750w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-275466\" class=\"wp-caption-text\">Coluna escrita por S\u00e9rgio Pires\/Foto: Ilustra\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>S\u00f3 se pode ter condi\u00e7\u00f5es de chegar a uma conclus\u00e3o, de se aproximar da verdade, de se ter conhecimento da realidade, quando se ouve, l\u00ea e assiste a argumenta\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios lados, sobre um mesmo assunto.<\/p>\n<p>Como a quest\u00e3o da Amaz\u00f4nia parece que s\u00f3 tem uma verdade, aquela que inclui apenas den\u00fancias de queimadas a granel, de destrui\u00e7\u00e3o ambiental, de caos e cat\u00e1strofe, principalmente desde que iniciou o governo Bolsonaro, h\u00e1 apenas oito meses, h\u00e1 que se ouvir tamb\u00e9m outros lados, at\u00e9 se chegue a um veredito sobre o que realmente est\u00e1 acontecendo.<\/p>\n<p>Um r\u00e1pido resumo desse outro lado foi feito por Marcos Rocha, durante encontro dos governadores da Amaz\u00f4nia com o Presidente da Rep\u00fablica, na \u00faltima ter\u00e7a-feira, em Bras\u00edlia. Rocha come\u00e7ou lembrando que as queimadas existem nessa \u00e9poca do ano, na regi\u00e3o, desde antes de ele ter nascido. E que assistiu, pessoalmente, a produtores rurais e agricultores apagando inc\u00eandios na floresta e n\u00e3o colocando fogo. Destacou ainda que Rond\u00f4nia utiliza apenas 33 por cento de todo o seu territ\u00f3rio. Os demais 67 por cento s\u00e3o de \u00e1reas de prote\u00e7\u00e3o ambiental e \u00e1reas ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>Isso que n\u00e3o falou que temos, no nosso Estado, uma cidade (Guajar\u00e1 Mirim) que vive perto da mis\u00e9ria, porque 92 por cento do seu territ\u00f3rio s\u00e3o de \u00e1reas totalmente intoc\u00e1veis. Rocha tamb\u00e9m concordou com o governo federal em aceitar dinheiro estrangeiro, desde que os recursos sejam geridos por n\u00f3s, brasileiros. \u201cDe que adianta vir dinheiro do exterior para as ONGs? \u201d, questionou. E foi al\u00e9m: \u201cA Amaz\u00f4nia \u00e9 nossa e n\u00f3s sabemos como cuidar dela\u201d.<\/p>\n<p>Mas o que mais impactou a Bolsonaro como aos demais governadores e ministros presentes \u00e0 reuni\u00e3o, foi o relato feito por Marcos Rocha sobre um di\u00e1logo que manteve com um \u00edndio, de apenas 14 anos, na Reserva Roosevelt, em Espig\u00e3o do Oeste. O Governador contou que menino disse que os \u00edndios n\u00e3o querem cestas b\u00e1sicas e nem aceitam que estrangeiros que vivem na regi\u00e3o, entrem l\u00e1 e possam levar os diamantes que abundam na \u00e1rea, enquanto os \u00edndios est\u00e3o proibidos de trabalhar e usufruir de sua riqueza. \u201cN\u00e3o queremos cestas b\u00e1sicas. Queremos trabalhar e produzir\u201d. O relato, entre aspas, foi feito por Rocha perante duas dezenas de autoridades e, pela TV, foi assistido, certamente, por milh\u00f5es de brasileiros.<\/p>\n<p>Algu\u00e9m leu ou ouviu alguma coisa semelhante nas publica\u00e7\u00f5es que tentam destruir nossa imagem, dentro e fora do Brasil? O garoto Cinta Larga, que se queixou ao Governador, ser\u00e1 a \u00fanica voz entre os ind\u00edgenas? Ou s\u00f3 podem falar com a imprensa aqueles \u00edndios que fazem parte da turma que a esquerda treinou para repetir a catilin\u00e1ria da import\u00e2ncia de se manter as tradi\u00e7\u00f5es das tribos, impedindo inclusive os \u00edndios de trabalharem? O aparelhamento de diversos \u00f3rg\u00e3os, pelos governos de esquerda, ajuda a vender uma imagem dos ind\u00edgenas que, obviamente, s\u00f3 beneficia uma minoria. A grande maioria pensa como o garoto Cinta Larga: \u00e9 brasileiro, quer trabalhar e ter uma vida digna. \u00cdndio precisa s\u00f3 de cesta b\u00e1sica?<\/p>\n<p><strong>MAIS 400 PMS NAS RUAS<\/strong><\/p>\n<p>Cintos apertad\u00edssimos. Economia em tudo. Sem cortes apenas no essencial do essencial. Foi com essa pol\u00edtica que o Governo do Estado encontrou um jeito para contratar, ainda esse ano, os mais de 400 PMs que se formaram h\u00e1 menos de uma semana, numa grande festa ocorrida no gin\u00e1sio Cl\u00e1udio Coutinho, na Capital. A decis\u00e3o foi anunciada \u2013 como sempre \u2013 pelas redes sociais pelo governador Marcos Rocha. As press\u00f5es vinham de todos os lados. V\u00e1rios deputados tamb\u00e9m entraram na briga, ao lado dos concursados, que, pelo plano original, somente seriam chamados no ano que vem, j\u00e1 que n\u00e3o havia or\u00e7amento para as contrata\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O Governador mobilizou sua equipe e pediu estudos que permitissem que o Estado chamasse toda essa gente antes do final do ano. \u201cN\u00e3o havia previs\u00e3o or\u00e7ament\u00e1ria para os novos profissionais ainda em 2019. Estamos cortando despesas previstas da pr\u00f3pria Sesdec, para viabilizar a entrada desses 400 novos soldados. Sendo assim, parabenizo o forte empenho da Casa Civil, Sefin, Sepog, Casa Militar e a Sesdec pelo trabalho conjunto e coordenado para possibilitar essa a\u00e7\u00e3o! \u201d, comemorou Rocha. As contrata\u00e7\u00f5es est\u00e3o confirmadas para novembro pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p><strong>OS LOUCOS E OS IDIOTAS<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 loucos e idiotas que merecem pena. Quando algu\u00e9m \u00e9 os dois, ent\u00e3o, pena dupla. Se, ainda, o personagem se arvora de dono da verdade, \u201censinando\u201d a outros que pensam diferente dele, como devem pensar e se portar, a\u00ed entra na \u00e1rea do rid\u00edculo. H\u00e1 personagens assim, infelizmente. Escrevem besteiras, ofendem, atacam a honra das pessoas, ironizam quem n\u00e3o \u00e9 igual em loucuras e sandices. Espalham o cheiro ruim de suas palavras, agredindo a tudo e todos, desrespeitando, como se estivessem acima de tudo. E, claro, exigem que suas maravilhosas opini\u00f5es sejam as \u00fanicas que mere\u00e7am serem escutadas.<\/p>\n<p>Esses panacas, que se acham grande coisa, t\u00eam ainda outros atributos: al\u00e9m de loucos e idiotas, ainda atacam gratuitamente outras pessoas. Incluindo \u201cjornalistas\u201d, alguns que est\u00e3o na profiss\u00e3o h\u00e1 40 anos, com carreira respeitada por toda a coletividade e um p\u00fablico, esquecendo a mod\u00e9stia, 50 vezes maior do que alguns pobres coitados. Entre eles h\u00e1 os que se arvoram como enviados dos c\u00e9us, para nos ensinar o caminho certo e como devemos pensar, agir, escrever.<\/p>\n<p>Esses energ\u00famenos passam pela Hist\u00f3ria e s\u00f3 deixam mau cheiro atr\u00e1s de si. S\u00e3o pobres coitados, vivendo vidas frustradas, porque do alto da sua grandiosidade, se sentem infelizes por estarem vivendo aqui, numa terra t\u00e3o distante, no meio da floresta, quando deveriam, pensam, estarem \u00e9 em Sorbonne ou em Harvard, tal o n\u00edvel do seu talento, do seu conhecimento e de sua genialidade. S\u00e3o burros tamb\u00e9m, porque mexem com quem est\u00e1 quieto. Da\u00ed\u2026 (S\u00e9rgio Pires)<\/p>\n<p><strong>ATEN\u00c7\u00c3O MILITARES: TEMOS DEMOCRACIA!<\/strong><\/p>\n<p>Devagar com o andor! Pelo que consta, ainda n\u00e3o estamos em nenhuma ditadura militar. Os membros das For\u00e7as Armadas foram convocados para ajudar a combater o fogo na Amaz\u00f4nia (o que est\u00e3o fazendo com compet\u00eancia e dedica\u00e7\u00e3o) e n\u00e3o para dar demonstra\u00e7\u00e3o de for\u00e7a. Como o que aconteceu, nesta ter\u00e7a, na \u00e1rea pr\u00f3xima ao Espa\u00e7o Alternativo, onde ser\u00e1 constru\u00eddo o estacionamento.<\/p>\n<p>Ali, uma equipe de reportagem estava gravando uma r\u00e1pida passagem para o notici\u00e1rio da emissora de TV para quem trabalha, quando foi abordada por militares. Um deles amea\u00e7ou a todos de pris\u00e3o: \u201cSe n\u00e3o sa\u00edrem da\u00ed agora, vamos prender voc\u00eas por um dia! \u201d U\u00e9: estado de s\u00edtio e ningu\u00e9m sabia? Como um militar pode \u201cdecretar\u201d a pris\u00e3o de algu\u00e9m, sem mais nem menos? Logo depois apareceu um tenente, oficial da Aeron\u00e1utica, tamb\u00e9m fazendo amea\u00e7as. Os jornalistas estavam numa \u00e1rea onde n\u00e3o h\u00e1 qualquer placa avisando que \u00e9 proibida ou que \u00e9 \u00e1rea militar. Portanto, que o pessoal das For\u00e7as Armadas se lembre: ainda estamos numa democracia.<\/p>\n<p><strong>CHEGAMOS PERTO DE 1 MILH\u00c3O E 700 MIL<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil superou os 210 milh\u00f5es de pessoas. J\u00e1 chegamos a quase 1 milh\u00e3o e 800 mil habitantes no Estado, segundo n\u00fameros oficiais do IBGE. A popula\u00e7\u00e3o rondoniense cresceu 1,12 por cento do ano passado para c\u00e1. Nasceram nada menos do que 19.636 novos habitantes nessas terras de Rondon, uma m\u00e9dia de 1.636 seres a cada m\u00eas. S\u00e3o Paulo ainda \u00e9, e certamente nunca ser\u00e1 alcan\u00e7ado, o Estado mais populoso, com mais de 45 milh\u00f5es e 500 mil habitantes.<\/p>\n<p>Roraima, que tem grande parte do seu territ\u00f3rio transformado em terra ind\u00edgena, \u00e9 o menos habitado: s\u00f3 605 mil almas. Os dados oficiais foram divulgados nessa semana e apontam que no pa\u00eds inteiro, houve crescimento de 0,79 por cento no n\u00famero de habitantes. N\u00e3o s\u00e3o de Rond\u00f4nia as tr\u00eas cidades menos populosas do pa\u00eds. A menor \u00e9 Serra da Saudade, em Minas, que tem apenas 781 habitantes. Depois vem Bor\u00e1, em S\u00e3o Paulo, com 837 e a terceira, Araguainha, no Mato Grosso, com 935. Reunidas, as 27 capitais somam mais de 50 milh\u00f5es de habitantes, concentrando 23,86 por cento da popula\u00e7\u00e3o total.<\/p>\n<p><strong>LAERTE E A PARCERIA COM JI-PARAN\u00c1<\/strong><\/p>\n<p>Foi um encontro dos mais proveitosos. O deputado Laerte Gomes, representante de Ji-Paran\u00e1 e presidente da Assembleia, reuniu-se com o prefeito Marcito Pinto, para discutir a situa\u00e7\u00e3o da cidade se colocar, novamente, a disposi\u00e7\u00e3o para apoiar iniciativas que sejam positivas para a popula\u00e7\u00e3o. V\u00e1rias medidas foram combinadas na reuni\u00e3o dos dois l\u00edderes de Ji-Paran\u00e1. Laerte se comprometeu, por exemplo, de encaminhar recursos para a Unidade B\u00e1sica de Sa\u00fade do munic\u00edpio, que est\u00e1 precisando de apoio. T<\/p>\n<p>amb\u00e9m vai investir recursos de suas emendas, para a constru\u00e7\u00e3o de uma academia no bairro Capelasso, assim como destinar\u00e1 verbas para a compra de insumo asf\u00e1ltico para obras em avenidas e ruas da cidade. Laerte tamb\u00e9m informou ao Prefeito que o DER j\u00e1 abriu licita\u00e7\u00e3o para contratar a empresa que far\u00e1 o aterro e a pavimenta\u00e7\u00e3o das cabeceiras da ponte sobre o Rio Urup\u00e1, que est\u00e1 praticamente conclu\u00edda. Outro assunto abordado foram as obras da Beira Rio Cultural, que est\u00e3o em fase final e devem ficar prontas em outubro. A parceria do parlamentar com a cidade tem sido intensa e com resultados altamente positivos.<\/p>\n<p><strong>NA ASSEMBLEIA, CR\u00cdTICAS DURAS A MACRON<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o as queimadas e as cr\u00edticas em rela\u00e7\u00e3o a a\u00e7\u00f5es de produtores rurais que estariam destruindo a floresta, conforme denunciam entidades ambientalistas, principalmente internacionais, repercutiu na Assembleia Legislativa nessa semana. Primeiro com um discurso vigoroso do presidente Laerte Gomes em defesa do Estado e, nesta quarta, com v\u00e1rios pronunciamentos de parlamentares, abordando o tema.<\/p>\n<p>Cirone Deir\u00f3, Adelino Follador, Jos\u00e9 Lebr\u00e3o, Lazinho da Fetagro e Chiquinho da Emater, entre outros, se pronunciaram. O deputado Jean Oliveira protestou contra o presidente da Fran\u00e7a, Emanuel Macron, denunciando que ele feriu o patriotismo nacional e desrespeitou o povo brasileiro, ao propor a internacionaliza\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia. Os discursos foram duros, mas sempre em favor do Estado e para que tenhamos crescimento econ\u00f4mico, ao mesmo tempo em que protegeremos nossa floresta. Os deputados est\u00e3o em sintonia com as rea\u00e7\u00f5es acerca da histeria coletiva internacional contra n\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>PERGUNTINHA<\/strong><\/p>\n<p>Na sua opini\u00e3o, os \u00edndios da Amaz\u00f4nia devem continuar apenas sob a tutela do Estado, inclusive recebendo cestas b\u00e1sicas ou deve ser permitido a eles empreender e trabalhar?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; S\u00f3 se pode ter condi\u00e7\u00f5es de chegar a uma conclus\u00e3o, de se aproximar da verdade, de se ter conhecimento da realidade, quando se ouve, l\u00ea e assiste a argumenta\u00e7\u00f5es de v\u00e1rios lados, sobre um mesmo assunto. 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