{"id":289989,"date":"2020-01-12T11:37:31","date_gmt":"2020-01-12T15:37:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=289989"},"modified":"2020-01-12T11:37:31","modified_gmt":"2020-01-12T15:37:31","slug":"opiniao-de-primeira-mesmo-sabendo-que-pode-morrer-em-menos-de-70-dias-rondoniense-quer-ir-na-viagem-sem-volta-a-marte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2020\/01\/12\/opiniao-de-primeira-mesmo-sabendo-que-pode-morrer-em-menos-de-70-dias-rondoniense-quer-ir-na-viagem-sem-volta-a-marte\/","title":{"rendered":"OPINI\u00c3O DE PRIMEIRA: mesmo sabendo que pode morrer em menos de 70 dias, rondoniense quer ir na viagem sem volta \u00e0 marte"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_289991\" aria-describedby=\"caption-attachment-289991\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-289991 size-medium\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/a8750ae9-d100-4597-9c17-29080c104242-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/a8750ae9-d100-4597-9c17-29080c104242-300x188.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/a8750ae9-d100-4597-9c17-29080c104242-600x375.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/a8750ae9-d100-4597-9c17-29080c104242-768x480.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/a8750ae9-d100-4597-9c17-29080c104242-696x435.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/a8750ae9-d100-4597-9c17-29080c104242-672x420.jpg 672w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/a8750ae9-d100-4597-9c17-29080c104242.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-289991\" class=\"wp-caption-text\">Coluna escrita por S\u00e9rgio Pires\/Foto: Ilustra\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ser\u00e1 uma viagem sem volta. Os escolhidos para fazerem parte da primeira miss\u00e3o humana \u00e0 Marte v\u00e3o, mas n\u00e3o voltam. A passagem \u00e9 s\u00f3 de ida.<\/p>\n<p>H\u00e1 estudos cient\u00edficos que apontam que, em torno de 70 dias, na m\u00e9dia, h\u00e1 risco real de que eles comecem a morrer. Ser\u00e3o her\u00f3is, pioneiros da ra\u00e7a humana, mas l\u00e1 morrer\u00e3o e ficar\u00e3o eternamente no Planeta Vermelho.<\/p>\n<p>A miss\u00e3o, marcada a princ\u00edpio para 2025, pode ser adiada, embora a data ainda esteja, oficialmente, sendo mantida. Dos mais de 200 mil candidatos de todo o mundo, que se propuseram a realizar o feito hist\u00f3rico, uma mulher rondoniense, professora, advogada, que est\u00e1 com 55 anos, \u00e9 uma das 50 finalistas para participar da viagem interplanet\u00e1ria.<\/p>\n<p>Uma funda\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos, a Mars One, lidera o projeto e n\u00e3o usa dinheiro p\u00fablico; apenas aceita contribui\u00e7\u00f5es e investimentos privados. Os custos da viagem s\u00f3 de ida estavam cotados, h\u00e1 cinco anos, em 6 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, hoje em torno de 25 bilh\u00f5es de reais.\u00a0 A porto velhense Sandra Maria Feliciano aguarda ansiosa, h\u00e1 cinco anos, que a rela\u00e7\u00e3o do grupo finalista que vai mesmo realizar a viagem seja anunciada e seu nome nela inclu\u00eddo. Desde que foi colocada entre os 50 que poder\u00e3o fazer parte do projeto in\u00e9dito para a Humanidade, ela n\u00e3o teve mais informa\u00e7\u00f5es sobre o assunto.<\/p>\n<p>A miss\u00e3o Mrs One j\u00e1 enviou v\u00e1rios equipamentos para Marte. Com a tecnologia que temos hoje, \u00e9 poss\u00edvel come\u00e7ar um sistema para estabelecer a vida humana, de forma permanente, no chamado Planeta Vermelho. O fim da\u00a0 d\u00favida sobre se \u00e9 poss\u00edvel que tenha havido algum tipo de vida no Planeta, come\u00e7ou\u00a0 a mostrar um caminho, quando foram descobertas, por sondas enviadas durante v\u00e1rios anos, a presen\u00e7a de \u00e1gua em \u00e1reas de Marte.<\/p>\n<p>Ela ainda existiria, em forma de gelo, nos seus polos. H\u00e1 ind\u00edcios tamb\u00e9m que ainda hoje possa haver \u00e1gua nos subterr\u00e2neos marcianos, ou seja, sem ser observada na superf\u00edcie. Os estudos ainda s\u00e3o embrion\u00e1rios, mas h\u00e1 se sabe que h\u00e1 fluxos de \u00e1gua tamb\u00e9m nas encostas quentes de Marte, o que poderia significar que, a partir da\u00ed, se poderia ter algum tipo de vida por l\u00e1.<\/p>\n<p>Como sequer foram escolhidos os casais finalistas para a viagem \u2013 ser\u00e3o tr\u00eas duplas, pelo inicialmente previsto \u2013 e h\u00e1 necessidade de um treinamento de pelo menos tr\u00eas anos, \u00e9 muito prov\u00e1vel que o projeto atrase bastante. Quando est\u00e1 mais pr\u00f3ximo da Terra, a dist\u00e2ncia para Marte \u00e9 de 70 milh\u00f5es de quil\u00f4metros. A viagem sem volta durar\u00e1 entre seis a sete meses. Teremos uma rondoniense na turma que dar\u00e1 suas vidas por um passo quase inacredit\u00e1vel para a Humanidade?<\/p>\n<p><strong>NOSSOS \u00cdNDIOS VIVEM DE ESMOLAS DO ESTADO<\/strong><\/p>\n<p>Tem que se investigar a fundo as causas das mortes de pelo menos cinco crian\u00e7as ind\u00edgenas, no Amazonas. Os pequenos \u00edndios que pereceram, estavam com seus pais em canoas ancoradas \u00e0 beira do rio Javari, onde s\u00e3o obrigados a ficarem v\u00e1rios dias esperando esmolas do governo, como o Bolsa Fam\u00edlia e pagamentos previdenci\u00e1rios.<\/p>\n<p>Todos vivendo quase amontoados, bebendo \u00e1gua do rio que pode estar contaminada e tendo que passar por tudo isso, para n\u00e3o morrerem de fome. Em toda a regi\u00e3o, n\u00e3o fossem tutelados pelo Estado, se pudessem usufruir das riquezas de suas terras, se fossem incentivados a produzir, se tivessem atendimento digno \u00e0 sa\u00fade, os ind\u00edgenas brasileiros teriam vida muito melhor. Mas n\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00e3o obrigados a viver sob a tutela do Estado, como se crian\u00e7as fossem, esperando migalhas, contando com a sorte e ainda tendo que ouvir discursos de ambientalistas; de parte do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal e de parte do Judici\u00e1rio, que apoiam esse tipo de \u201cprote\u00e7\u00e3o\u201d aos ind\u00edgenas. Em Rond\u00f4nia, na terra dos \u00edndios Cinta Larga, onde h\u00e1 uma das maiores minas de diamantes ouros do mundo, s\u00f3 os contrabandistas enriquecem com o que levam daqui. Os \u00edndios, donos da terra, morrem \u00e0 m\u00edngua. Com exce\u00e7\u00e3o de alguns caciques, \u00e9 claro, que negociam com os invasores. Mas, segundo nossas autoridades, isso \u00e9 apenas inven\u00e7\u00e3o\u2026<\/p>\n<p><strong>DANIEL E EXPEDITO ANDAM CONVERSANDO\u2026<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o foi apenas um almo\u00e7o entre conhecidos de longos anos. Foi certamente mais que isso. Um encontro em Rolim de Moura, na quinta-feira passada, colocou na mesma mesa dois pesos pesados da pol\u00edtica rondoniense. Ambos foram recebidos pelo anfitri\u00e3o, o prefeito tucano da cidade, Luiz\u00e3o do Trento, que participou da conversa. Num lado da mesa, o ex governador e virtual candidato \u00e0 Prefeitura de Porto Velho em outubro pr\u00f3ximo, Daniel Pereira. Do outro, uma das figuras mais importantes do tucanato regional, o ex senador Expedito J\u00fanior.<\/p>\n<p>No card\u00e1pio, v\u00e1rios temas, incluindo projetos para 2022. Claro que o trio que s\u00f3 comeu pol\u00edtica no variado card\u00e1pio, ap\u00f3s a reuni\u00e3o disse que foi apenas um bom bate papo sobre Rond\u00f4nia e sobre o futuro. Nada mais que isso. Mas que uma aproxima\u00e7\u00e3o pol\u00edtica entre lideran\u00e7as t\u00e3o importantes para o Estado, pode at\u00e9 indicar algo diferente, pode sim. Haveria chance de Daniel e Expedito estarem no mesmo lado, l\u00e1 pelos idos de 2022? Na pol\u00edtica, nada \u00e9 imposs\u00edvel! O futuro dir\u00e1!<\/p>\n<p><strong>COMO O STF REAGIRIA?<\/strong><\/p>\n<p>Interessante o texto publicado no final de semana, pelo deputado estadual Adelino Follador, em seu Watts, repassando o que foi escrito por autor n\u00e3o identificado, colocando mais gasolina no fog, no caso do filme do grupo humor\u00edstico Porta dos Fundos, que criou um esquete, sugerindo que Jesus Cristo tenha tido uma rela\u00e7\u00e3o homossexual.<\/p>\n<p>O filme chegou a ser proibido em Juizado de primeira inst\u00e2ncia, mas foi liberado novamente por decis\u00e3o do presidente do STF, o ministro Dias T\u00f3ffoli, alegando que a cultura n\u00e3o pode ser censurada e que esse princ\u00edpio Constitucional n\u00e3o pode ser desrespeitado. Diz o texto: \u201cEu quero saber se for produzido um filme pela produtora Porta dos Fundos, mostrando o Presidente do STF como gay e os outros Ministros como viciados em coca\u00edna, se v\u00e3o aceitar como cultura ou se v\u00e3o querer impedir que a Netflix exiba o filme! Que fa\u00e7am esse filme!!! Ou eles s\u00e3o mais do que Jesus Cristo?\u201d. Bom para reflex\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>O APELIDO DAS ESCOLAS MILITARIZADAS<\/strong><\/p>\n<p>Ainda dentro do tema das escolas que ser\u00e3o militarizadas ou que j\u00e1 o s\u00e3o, no Estado, os n\u00fameros aproximados de alunos mostram que h\u00e1 cada vez mais procuras por vagas, nesse tipo de educand\u00e1rio. O maior deles, o Col\u00e9gio Tiradentes da avenida Migrantes com Rio Madeira, em Porto Velho, tem atualmente em torno de 1.600 alunos. As duas de Ji-Paran\u00e1 (Lauro Prediger e J\u00falio Guerra), t\u00eam juntas, mais de 2 mil vagas. Na Escola Tiradentes de\u00a0 Vilhena, s\u00e3o 1.400 vagas. Em Jacy Paran\u00e1, em torno de 1.100 estudantes.<\/p>\n<p>Em Ariquemes, at\u00e9 agora, s\u00e3o algo em torno de 700 vagas. E por a\u00ed vai. Nesse ano, Porto velho ganhar\u00e1 maios uma dessas escolas, assim como as cidades de Ouro Preto, Alta Floresta e Rolim de Moura, inclu\u00eddos no programa nacional. Cada uma receber\u00e1 algo em torno de 1 milh\u00e3o de reais por ano, para sua manuten\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que estar\u00e3o dentro do Programa Nacional das Escolas C\u00edvico Militares, o apelido oficial das escolas m militares.<\/p>\n<p><strong>TRANSPOSI\u00c7\u00c3O DOS BERONIANOS \u00c9 VI\u00c1VEL<\/strong><\/p>\n<p>A quest\u00e3o da transposi\u00e7\u00e3o continua na ordem do dia. Pela lentid\u00e3o. Pela injusti\u00e7a cometido contra os rondonienses, porque em outras regi\u00f5es onde os territ\u00f3rios federais foram transformados em Estados, os servidores foram transpostos h\u00e1 anos, para a Uni\u00e3o, enquanto aqui, parece que estamos sendo castigados, tamb\u00e9m nesse quesito. Na \u00faltima sexta-feira, contudo, surgiu mais uma luz no fim do t\u00fanel.<\/p>\n<p>A dra. Sandra Soster, advogada especializada no assunto e que faz parte de uma Comiss\u00e3o Volunt\u00e1ria que trata da transposi\u00e7\u00e3o dos ex funcion\u00e1rios do Beron, deixou claro que h\u00e1 esperan\u00e7a de que os \u201cberonianos\u201d que foram contratados at\u00e9 15 de mar\u00e7o de 1987, tenham direito a serem transpostos. Numa longa entrevista ao programa Papo de Reda\u00e7\u00e3o, com os Dinossauros Domingues J\u00fanior, Jorge Peixoto, Beni Andrade e S\u00e9rgio Pires, a especialista diz que h\u00e1 sim possibilidade da inclus\u00e3o desse pessoal, sem que seja necess\u00e1rio recursos judiciais.<\/p>\n<p>\u201cPode ser uma decis\u00e3o administrativa, porque o direito deles \u00e9 claro\u201d, afirmou. Se os casos forem parar na Justi\u00e7a, contudo, n\u00e3o se tem ideia quando poder\u00e3o ser julgados. Como trata apenas do tema relacionado com os servidores do extinto Beron, Sandra Soster n\u00e3o tem informa\u00e7\u00f5es sobre as outras estatais, como a Caerd, por exemplo, embora o racioc\u00ednio legal possa ser o mesmo. O caso da transposi\u00e7\u00e3o dos antigos \u201cberonianos\u201d, que at\u00e9 hoje sonham com o benef\u00edcio, pode estar perto de chegar ao fim. Depende muito tamb\u00e9m, segundo a advogada, do apoio da bancada federal e do governo de Rond\u00f4nia. Vamos ver ent\u00e3o no que vai dar.<\/p>\n<p><strong>MAIS UM ATO DE BRUTAL COVARDIA<\/strong><\/p>\n<p>Que sentimento brutal, irracional, possessivo, leva um homem a matar duas mulheres inocentes e depois se matar? Que a brutalidade domina parte dos seres humanos, \u00e9 obvio. Mas para chegar nesse est\u00e1gio de loucura, o que se pode compreender, quando algu\u00e9m prefere matar e morrer do que aceitar o fim de um relacionamento? O caso de terror, ocorrido na tarde da \u00faltima sexta, em Porto Velho, deixou a cidade surpresa e assustada. A gente ouve falar em crimes brutais como esses, mas longe daqui. Mas, quando \u00e9 perto da nossa casa, a dura realidade da viol\u00eancia nos assombra tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>O assassino tirou a pr\u00f3pria vida e essa decis\u00e3o doentia n\u00e3o afetaria mais ningu\u00e9m. Mas ao matar friamente, brutalmente, sem direito \u00e0 defesa, duas pobres mulheres, deixou a marca da extrema loucura e da covardia absurda, como resultado dos seus atos. O machismo predomina intensamente no Brasil, ainda e o fim do sentimento de posse do homem sobre o mulher, infelizmente, \u00e9 apenas resultados de discursos entusiasmados de autoridades e feministas. Como sociedade, estamos piorando\u2026<\/p>\n<p><strong>\u2026E O BOM SENSO PREVALECEU<\/strong><\/p>\n<p>A sexta-feira come\u00e7ou tensa e terminou bem, para governo de Rond\u00f4nia e servidores da sa\u00fade. Os funcion\u00e1rios da \u00e1rea amea\u00e7avam parar suas atividades, num setor absolutamente vital para a popula\u00e7\u00e3o, alegando que seus pedidos de aumento n\u00e3o haviam sido sequer analisados pelo Governo e que n\u00e3o trabalhariam sem uma resposta objetiva. Os deputados estaduais, liderados pelo dr. Neidson, m\u00e9dico, que conhece profundamente o setor e com a participa\u00e7\u00e3o de Jair Montes e outros parlamentares, com a presen\u00e7a tamb\u00e9m do deputado federal Mauro Nazif, come\u00e7aram a mediar um acordo.<\/p>\n<p>O bom senso do secret\u00e1rio Fernando M\u00e1ximo; do secret\u00e1rio chefe da Casa Civil, J\u00fanior Gon\u00e7alves e do Secret\u00e1rio da Fazenda, Luiz Fernando e sua equipe, conseguiu equilibrar os momentos de tens\u00e3o, em que parecia que n\u00e3o haveria acordo. Os governistas deixaram claro que gostariam muito de atender todas as reivindica\u00e7\u00f5es do funcionalismo, mas se o fizessem, quebrariam o Estado. A conversa foi fluindo; o governo j\u00e1 concedeu benef\u00edcios (como aumento no aux\u00edlio alimenta\u00e7\u00e3o) e prometeu priorizar o Plano de Cargos e Sal\u00e1rios da categoria. Tudo se acalmou com muita conversa e equil\u00edbrio das duas partes. O di\u00e1logo, certamente, ser\u00e1 permanente.<\/p>\n<p><strong>PERGUNTINHA<\/strong><\/p>\n<p>O que voc\u00ea pensa sobre quais as medidas que devem ser tomadas, para que n\u00e3o se repita erro o grav\u00edssimo erro de um s\u00f3 militar, que, sem ordem superior, disparou um m\u00edssil e derrubou um Boeing lotado com 176 pessoas, no Ir\u00e3?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Ser\u00e1 uma viagem sem volta. Os escolhidos para fazerem parte da primeira miss\u00e3o humana \u00e0 Marte v\u00e3o, mas n\u00e3o voltam. A passagem \u00e9 s\u00f3 de ida. H\u00e1 estudos cient\u00edficos que apontam que, em torno de 70 dias, na m\u00e9dia, h\u00e1 risco real de que eles comecem a morrer. 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