{"id":299181,"date":"2020-04-15T09:02:30","date_gmt":"2020-04-15T13:02:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=299181"},"modified":"2020-04-15T09:02:30","modified_gmt":"2020-04-15T13:02:30","slug":"tecnica-de-movimento-e-tempo-melhora-producao-de-silagem-aponta-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2020\/04\/15\/tecnica-de-movimento-e-tempo-melhora-producao-de-silagem-aponta-pesquisa\/","title":{"rendered":"T\u00e9cnica de movimento e tempo melhora produ\u00e7\u00e3o de silagem, aponta pesquisa"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_299182\" aria-describedby=\"caption-attachment-299182\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-299182\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/c12fcc1699d477b62019267a2dffe9a7_agrorondonia_cacoal-300x199.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/c12fcc1699d477b62019267a2dffe9a7_agrorondonia_cacoal-300x199.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/c12fcc1699d477b62019267a2dffe9a7_agrorondonia_cacoal-600x399.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/c12fcc1699d477b62019267a2dffe9a7_agrorondonia_cacoal-768x510.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/c12fcc1699d477b62019267a2dffe9a7_agrorondonia_cacoal-696x462.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/c12fcc1699d477b62019267a2dffe9a7_agrorondonia_cacoal-632x420.jpg 632w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/c12fcc1699d477b62019267a2dffe9a7_agrorondonia_cacoal.jpg 900w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-299182\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n<p>Transferir tecnologia para capacitar profissionais na otimiza\u00e7\u00e3o do processo de ensilagem, com t\u00e9cnicas que possibilitam maior custo e benef\u00edcio para o produtor. Esta \u00e9 uma das miss\u00f5es da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa).<\/p>\n<p>O pesquisador Evandro Chartuni Mantovani, doutor em Mecaniza\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola e Agricultura de Precis\u00e3o, da Embrapa Milho e Sorgo,\u00a0 explica que \u00e9 importante saber os detalhes de cada opera\u00e7\u00e3o do processo de ensilagem, com embasamento t\u00e9cnico para uso adequado e otimizado do equipamento.<\/p>\n<p>\u201cO estudo de movimento e tempo \u00e9 uma t\u00e9cnica bem conhecida na ind\u00fastria, pouco utilizado na agricultura, e que poder\u00e1 ajudar o agricultor a otimizar suas opera\u00e7\u00f5es mecanizadas no sistema de produ\u00e7\u00e3o de silagem\u201d, diz Mantovani.<\/p>\n<p>Normalmente, o agricultor trabalha com um calend\u00e1rio muito apertado para o enchimento do silo, pois al\u00e9m da necessidade de cortar a forragem, dentro do est\u00e1gio ideal para ensilagem das culturas, o sistema se comp\u00f5e de v\u00e1rias opera\u00e7\u00f5es, entre elas colheita, transporte da forragem, descarga do material no silo e compacta\u00e7\u00e3o do material picado. Por ser uma atividade que \u00e9 realizada anualmente, com o passar dos anos, este estudo permite um dimensionamento adequado das atividades, para evitar custos excessivos das diferentes opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cA utiliza\u00e7\u00e3o do estudo de movimento e tempo em atividades com m\u00e1quinas agr\u00edcolas, para produ\u00e7\u00e3o de silagem, \u00e9 muito eficaz, pois permite avaliar todas as opera\u00e7\u00f5es do sistema de forma conjunta, identificando problemas e eliminando os gargalos, aumentando desta forma a capacidade de produ\u00e7\u00e3o\u201d, ressalta o pesquisador.<\/p>\n<p><strong>PRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Para planejar \u00e9 necess\u00e1rio que o t\u00e9cnico conhe\u00e7a bem a infraestrutura que o agricultor j\u00e1 utiliza para programar a propriedade. \u201c\u00c9 preciso saber quantos animais e por quanto tempo ser\u00e3o alimentados, qual o consumo di\u00e1rio do rebanho para produ\u00e7\u00e3o de leite ou de carne e o tamanho do silo e do campo de produ\u00e7\u00e3o. Assim, com a defini\u00e7\u00e3o da demanda de silagem, por metro c\u00fabico, pode-se saber o tamanho, em hectares, da \u00e1rea de cultura de milho ou sorgo, por exemplo, necess\u00e1ria para atender o sistema de produ\u00e7\u00e3o de silagem\u201d, enumera o pesquisador.<\/p>\n<p>Ele ressalta ainda ser necess\u00e1rio conhecer a capacidade do trabalho da colhedora de forragem na propor\u00e7\u00e3o tempo por hectare (t\/ha), a dist\u00e2ncia entre o campo e o silo, a cubagem das carretas forrageiras ou dos caminh\u00f5es e as dimens\u00f5es do trator compactador ou com rolos.<\/p>\n<p>A etapa seguinte consiste em calcular o tamanho das m\u00e1quinas forrageiras e sua efici\u00eancia no campo. Estas m\u00e1quinas s\u00e3o a colhedora de forragem, as carretas forrageiras e o trator compactador.<\/p>\n<p>\u201cO dimensionamento destes equipamentos, que comp\u00f5em o sistema de produ\u00e7\u00e3o de silagem, \u00e9 realizado em fun\u00e7\u00e3o do tempo, quantos dias s\u00e3o necess\u00e1rios para a colheita da forragem, da capacidade, em metros c\u00fabicos, do escoamento do material recolhido e da largura do silo\u201d, explica Mantovani.<\/p>\n<p>Segundo ele, as opera\u00e7\u00f5es realizadas por m\u00e1quinas agr\u00edcolas devem ser bem planejadas para atender ao calend\u00e1rio de atividades da cultura em an\u00e1lise. Elas s\u00e3o dimensionadas para fazer as opera\u00e7\u00f5es de campo, dentro do tempo dispon\u00edvel e sem alterar a qualidade do trabalho realizado.<\/p>\n<p>\u2018\u2018No caso da m\u00e1quina de colheita de forragem, o sistema tem que ser bem planejado para evitar paradas constantes, por falta de carretas forrageiras para transporte do material. Diferentes modelos e tamanhos de carretas forrageiras s\u00e3o oferecidos no mercado e a escolha deve ser feita em fun\u00e7\u00e3o da capacidade de colheita da m\u00e1quina forrageira\u201d, orienta Mantovani.<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo passo \u00e9 fazer o correto dimensionamento do silo trincheira. \u201c\u00c9 uma escolha estrat\u00e9gica. As dimens\u00f5es do silo dever\u00e3o ser sempre calculadas em fun\u00e7\u00e3o do n\u00famero de animais confinados, para atender ao consumo de silagem, durante o n\u00famero de dias programados, ou melhor, at\u00e9 o final do confinamento, com o peso final de abate\u201d, diz Mantovani.<\/p>\n<p>\u201cEsta medida vai repercutir por muitos anos sobre a qualidade da silagem, na qualidade microbiol\u00f3gica do leite e na sa\u00fade dos animais. Para isso, o agricultor deve considerar que a taxa de desabastecimento deve ser de trinta cent\u00edmetros por dia e estabelecer a altura das paredes da trincheira\u201d, acrescenta o cientista.<\/p>\n<p>Al\u00e9m destes requisitos, segundo Mantovani, a decis\u00e3o do ponto de colheita do milho para a ensilagem \u00e9 muito importante e pode definir a qualidade nutricional da silagem, com maior ou menor aceitabilidade pelos animais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Transferir tecnologia para capacitar profissionais na otimiza\u00e7\u00e3o do processo de ensilagem, com t\u00e9cnicas que possibilitam maior custo e benef\u00edcio para o produtor. Esta \u00e9 uma das miss\u00f5es da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Embrapa). 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