{"id":320699,"date":"2020-11-21T08:30:38","date_gmt":"2020-11-21T12:30:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=320699"},"modified":"2020-11-21T09:19:53","modified_gmt":"2020-11-21T13:19:53","slug":"rondonia-ocupa-a-8a-posicao-no-ranking-nacional-de-producao-de-mel-de-abelha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2020\/11\/21\/rondonia-ocupa-a-8a-posicao-no-ranking-nacional-de-producao-de-mel-de-abelha\/","title":{"rendered":"Rond\u00f4nia ocupa a 8\u00aa posi\u00e7\u00e3o no ranking nacional de produ\u00e7\u00e3o de mel de abelha"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_320700\" aria-describedby=\"caption-attachment-320700\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-320700\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/4bf661393c4a1c0d7275a4f0f7577906_agrorondonia_cacoal-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/4bf661393c4a1c0d7275a4f0f7577906_agrorondonia_cacoal-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/4bf661393c4a1c0d7275a4f0f7577906_agrorondonia_cacoal-600x399.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/4bf661393c4a1c0d7275a4f0f7577906_agrorondonia_cacoal-768x511.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/4bf661393c4a1c0d7275a4f0f7577906_agrorondonia_cacoal-696x463.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/4bf661393c4a1c0d7275a4f0f7577906_agrorondonia_cacoal-631x420.jpg 631w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2020\/11\/4bf661393c4a1c0d7275a4f0f7577906_agrorondonia_cacoal.jpg 900w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-320700\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n<p>O\u00a0mel de abelha \u00e9 utilizado pelo homem como alimento desde os prim\u00f3rdios. O sabor e a do\u00e7ura do mel colhido das colmeias conquistaram o paladar do homem. No princ\u00edpio, os coletores extraiam o mel de forma predat\u00f3ria, causando danos ao ambiente e matando as abelhas.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, a coleta foi aprimorada e evoluiu para instala\u00e7\u00e3o e racionaliza\u00e7\u00e3o do manejo das colmeias, surgindo a apicultura. Hoje em dia, a atividade \u00e9 muito rent\u00e1vel e possui um mercado em ascens\u00e3o no pa\u00eds e principalmente em Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), em 2019, o Estado de Rond\u00f4nia produziu aproximadamente 98 toneladas de mel de abelha, o que representa de 0,21% da produ\u00e7\u00e3o nacional. Segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Exportadores de Mel (Abemel), Rond\u00f4nia ocupa a 8\u00aa posi\u00e7\u00e3o no ranking nacional, com produ\u00e7\u00e3o de 84,7 t\/ano (IBGE, 2016), com faturamento aproximado de R$ 2,5 milh\u00f5es\/ano, com apenas 395 apicultores, conforme informa\u00e7\u00f5es da Entidade Aut\u00e1rquica de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural (Emater Rond\u00f4nia).<\/p>\n<p>Os 13 maiores produtores de mel de abelha do Estado s\u00e3o: Cacoal, Vilhena, Rolim de Moura, Jaru, Novo Horizonte do Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Espig\u00e3o D\u2019Oeste, Cerejeiras, Pimenta Bueno, Alta Floresta D\u2019Oeste, Porto Velho, Colorado do Oeste e Nova Brasil\u00e2ndia D\u2019Oeste.<\/p>\n<p>Os principais produtores estaduais registrados com certifica\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria do Programa de Verticaliza\u00e7\u00e3o da Agricultura Familiar (Prove) s\u00e3o os munic\u00edpios de Vilhena, Cacoal, Rolim de Moura e Alta Floresta do Oeste, esses munic\u00edpios tiveram sua produ\u00e7\u00e3o ampliada nos \u00faltimos cinco anos. Pimenta Bueno, Alto Alegre dos Parecis e Nova Brasil\u00e2ndia D\u2019Oeste tamb\u00e9m tiveram uma considerada evolu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o. Os demais munic\u00edpios citados tiveram sua produ\u00e7\u00e3o estabilizada no per\u00edodo analisado.<\/p>\n<p>\u201cA atividade \u00e9 notadamente da agricultura familiar, visto n\u00e3o ocupar grandes \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o, ser de f\u00e1cil manejo, baixo investimento e ainda h\u00e1 possibilidade de praticar a apicultura migrat\u00f3ria (remanejamento do api\u00e1rio de acordo com a florada). Al\u00e9m de todas essas vantagens, para a agricultura familiar a apicultura tem taxa de retorno r\u00e1pida, em torno de um ano e meio acontece a primeira coleta, podendo chegar a duas ou tr\u00eas safras por ano, sendo uma atividade saud\u00e1vel dentro no mercado\u201d, diz o coordenador da Cafamiliar-Seagri, Victor Paiva.<\/p>\n<p>O maior produtor mundial \u00e9 a China, com 502.614 t\/ano, seguida de perto pela Uni\u00e3o Europeia e Turquia. Entretanto, para o mercado interno h\u00e1 custos elevados de produ\u00e7\u00e3o do mel europeu, chegando a mais de cinco euros, por isso o produto \u00e9 importado com custos por volta de 2,5 euros. Esse fato aquece o mercado de exporta\u00e7\u00f5es dos produtos mel\u00edferos, visto que o consumo interno do europeu \u00e9 1,5 kg per capita\/ano, 15 vezes maior que o consumo do brasileiro, gira em torno de 100 g per capita\/ano.<\/p>\n<p>Conforme pesquisa do IBGE (2017) a produ\u00e7\u00e3o mel\u00edfera no Brasil \u00e9 de aproximadamente 41,5 mil t\/ano, colocando o Brasil como 6\u00ba maior produtor mundial de mel, ficando atr\u00e1s dos pa\u00edses como China, Estados Unidos (EUA), Argentina, M\u00e9xico e Canad\u00e1.<\/p>\n<p>No cen\u00e1rio nacional, o Estado do Rio Grande do Sul se destaca como maior produtor, com uma produ\u00e7\u00e3o de 8,5 mil t\/ano, equivalendo a 487 mil caixas, com percentual de 22,6% das colmeias brasileiras, com cerca de 37 mil apicultores, exportando para 14 pa\u00edses, tendo os EUA como maior comprador, gerando uma receita aproximada de R$ 11,9 milh\u00f5es por ano. O mercado interno est\u00e1 avaliado aproximadamente em 360 milh\u00f5es de d\u00f3lares, com crescimento de 4,5% nos \u00faltimos 10 anos, de acordo com a Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Apicultores (CBA).<\/p>\n<p>Os produtos e subprodutos do mercado s\u00e3o: mel, cera, p\u00f3len, geleia real, rainhas, poliniza\u00e7\u00e3o e apitoxina (subst\u00e2ncia venenosa encontrada no ferr\u00e3o das abelhas do g\u00eanero Apis), com muitas utilidades farmac\u00eauticas e cosm\u00e9ticas, inclusive existem pesquisas acad\u00eamicas onde para verificar a efic\u00e1cia desta subst\u00e2ncia no combate \u00e0 bact\u00e9rias resistentes e tamb\u00e9m \u00e0s complica\u00e7\u00f5es ocasionadas pelo coronav\u00edrus Sars-COV-2, causador da Covid-19.<\/p>\n<p>\u201cO Governo de Rond\u00f4nia tem investido fortemente em assist\u00eancia t\u00e9cnica e orienta\u00e7\u00e3o dirigida, com o intuito de incentivar os produtores a continuarem com a cultura e fortalecer a cadeia produtiva no Estado, motivando a gera\u00e7\u00e3o de empregos e aumento da economia\u201d, informou o secret\u00e1rio da Seagri, Evandro Padovani.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; O\u00a0mel de abelha \u00e9 utilizado pelo homem como alimento desde os prim\u00f3rdios. 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