{"id":328675,"date":"2021-02-24T09:33:55","date_gmt":"2021-02-24T13:33:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=328675"},"modified":"2021-02-24T09:34:20","modified_gmt":"2021-02-24T13:34:20","slug":"opiniao-de-primeira-nada-mudou-a-nao-ser-o-virus-continuamos-divididos-enquanto-amontoamos-corpos-nos-cemiterios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2021\/02\/24\/opiniao-de-primeira-nada-mudou-a-nao-ser-o-virus-continuamos-divididos-enquanto-amontoamos-corpos-nos-cemiterios\/","title":{"rendered":"OPINI\u00c3O DE PRIMEIRA: nada mudou, a n\u00e3o ser o v\u00edrus, continuamos divididos, enquanto amontoamos corpos nos cemit\u00e9rios"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_328676\" aria-describedby=\"caption-attachment-328676\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-328676 size-medium\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/brasil-dividido-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/brasil-dividido-300x188.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/brasil-dividido-600x375.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/brasil-dividido-768x480.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/brasil-dividido-696x435.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/brasil-dividido-672x420.jpg 672w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/02\/brasil-dividido.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-328676\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n<p>Quando o dedo da hist\u00f3ria apontar para os maus brasileiros que est\u00e3o priorizando seus interesses pessoais, suas ideias e suas ideologias, em detrimento da salva\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de vidas, ser\u00e1 tarde demais para que eles sejam julgados pelos erros que cometeram.<\/p>\n<p>Tanto governo quanto a oposi\u00e7\u00e3o se digladiam em furiosos confrontos, enquanto os corpos dos brasileiros mortos v\u00e3o sendo amontoados em cemit\u00e9rios superlotados. Nesse grupo que tem o poder de mando (infelizmente, muito mais de desmandos), n\u00e3o se aprendeu nenhuma li\u00e7\u00e3o durante a pandemia.<\/p>\n<p>Como por exemplo, a necessidade de uni\u00e3o de for\u00e7as, de todas as for\u00e7as, n\u00e3o importam quem sejam e o que defendam, para que possamos superar essa trag\u00e9dia. Depois dela, que voltem \u00e0 sua pequeneza e vivam de confrontos e brigas. Mas, agora, a hora \u00e9 de guerrear contra o inimigo comum.<\/p>\n<p>Estamos perdendo milhares de brasileiros, caminhamos c\u00e9lere para os 300 mil mortos e o que se v\u00ea \u00e9 um festival de irresponsabilidades, de guerra de egos, de incompet\u00eancia absurda. Vacinamos cerca de 2,8 por cento dos brasileiros, enquanto j\u00e1 dever\u00edamos estar muito melhores neste quesito. N\u00e3o se sabe exatamente quanto teremos mais vacinas, porque as promessas n\u00e3o s\u00e3o cumpridas.<\/p>\n<p>E n\u00e3o se sabe quantas doses estar\u00e3o dispon\u00edveis. Somos um pa\u00eds dividido, em guerra permanente, porque n\u00e3o estamos acostumados a conviver com a democracia. Se um governo que n\u00e3o \u00e9 o que concordamos se elege, temos que derrub\u00e1-lo, seja como for, porque isso \u00e9 mais importante do que combater o v\u00edrus, buscar mais vacinas, salvar o povo abandonado.<\/p>\n<p>Se nem uma trag\u00e9dia como a pandemia pode nos unir, nada mais pode faz\u00ea-lo. Vamos acabar entrando num confronto mesmo, num conflito civil, que, parece, \u00e9 o que muita gente sonha e gostaria de ver acontecer.<\/p>\n<p>De um lado, um governo que se perdeu em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 corrida das vacinas e que agora corre atr\u00e1s para tentar ao menos amenizar os enormes erros de previs\u00e3o cometidos. De outro, uma minoria barulhenta, que est\u00e1 pouco se importando com qualquer coisa que n\u00e3o seja derrubar um governo legitimamente eleito. Com aliados fortes, inclusive no Minist\u00e9rio P\u00fablico, no Judici\u00e1rio e no pr\u00f3prio PSTF (o mais poderoso partido do pa\u00eds, com onze membros que t\u00eam superpoderes, acima da Constitui\u00e7\u00e3o), essa minoria s\u00f3 pensa em\u00a0 si mesma.<\/p>\n<p>Embora j\u00e1 haja centenas de provas de que o tratamento precoce da doen\u00e7a ajuda a diminuir seus efeitos, os opositores ao governo s\u00f3 aceitam os argumentos de quem diz que n\u00e3o h\u00e1, cientificamente comprovado, um tratamento para a Covid 19. Esse \u00e9 apenas um exemplo \u2013 talvez o principal, de que o que mais importa s\u00e3o as opini\u00f5es e n\u00e3o a busca pela vida, pela sobreviv\u00eancia, pela salva\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de brasileiros. Tudo est\u00e1 politizado, rachando o pa\u00eds. Enquanto isso, n\u00f3s vamos empilhando cad\u00e1veres dos nossos amados familiares e amigos. Lament\u00e1vel!<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>MINIST\u00c9RIO QUER LIBERAR POUCAS VACINAS PARA EMPRES\u00c1RIOS<\/strong><\/p>\n<p>Entrou \u00e1gua no chope. Ou nas vacinas. Isso mesmo! O governo brasileiro teria mudado o crit\u00e9rio para autorizar compra de doses por empresas, limitando a cota adquirida pela iniciativa privada a apenas os funcion\u00e1rios de cada uma das organiza\u00e7\u00f5es que as adquirirem. Nem doses para os familiares dos compradores seriam liberadas. Um exemplo pr\u00e1tico: determinada empresa compra 5 mil doses de vacina, mas ela s\u00f3 tem 500 funcion\u00e1rios. Ela receberia, deste total, apenas mil vacinas, para as duas doses aos seus trabalhadores.<\/p>\n<p>Todo o demais lote ficaria com o governo. Na proposta anterior, metade das compras seriam para o comprador e metade doadas ao governo, para o pacote nacional de imuniza\u00e7\u00e3o. O Grupo Pensar Rond\u00f4nia, liderado por empres\u00e1rios como C\u00e9sar Cassol e Chico Holanda, j\u00e1 tinham conseguido mobilizar dezenas de empresas para compra de vacinas. Num primeiro lote, pelo menos 85 mil doses seriam encomendas.<\/p>\n<p>As empresas ficariam com a metade, cerca de 42.500, para vacinar cerca de 21 mil pessoas. O valor estimado do investimento, em reais, seria na faixa de 7 milh\u00f5es e 480 mil reais. Nessa nova forma, poder\u00e1 n\u00e3o haver interesse do empresariado em participar deste projeto.<\/p>\n<p><strong>GOVERNADOR VAI TENTAR REVERTER SITUA\u00c7\u00c3O COM PAZUELLO<\/strong><\/p>\n<p>Para tentar encontrar uma solu\u00e7\u00e3o para esse imbr\u00f3glio, o governador Marcos Rocha vai a Bras\u00edlia, provavelmente ainda nesta quarta. Ele foi procurado por lideran\u00e7as empresariais, para que converse com o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e busque manter o que estava combinado anteriormente. Rocha ter\u00e1 v\u00e1rias audi\u00eancias na Capital Federal, incluindo uma delas com o ministro da Infraestrutura, Tarc\u00edsio Freitas, que tem se mostrado grande parceiro de Rond\u00f4nia, mas tentar\u00e1 tamb\u00e9m uma conversa com o ministro Eduardo Pazuello, para que a cota liberada, na compra pela iniciativa privada, seja aquela que havia sido acordada anteriormente.<\/p>\n<p>Enquanto isso, empresas que haviam formado verdadeiros cons\u00f3rcios para juntar dinheiro para a compra das vacinas, j\u00e1 est\u00e1 recuando. N\u00e3o consideram que seja correta elas bancarem praticamente 80 por cento dos custos, para receberem, em muitos casos, menos de 20 por cento dos imunizantes, As negocia\u00e7\u00f5es com os laborat\u00f3rios j\u00e1 est\u00e3o avan\u00e7adas e entravam na fase final das negocia\u00e7\u00f5es, porque as vacinas come\u00e7ariam a ser enviadas j\u00e1 em meados de mar\u00e7o. Agora, n\u00e3o se sabe o que poder\u00e1 acontecer com essa iniciativa, caso o governo n\u00e3o voltar atr\u00e1s nos seus novos crit\u00e9rios.\u00a0\u00a0<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>CONTAS REJEITADAS DE HILDON: DEFESA RECORRE DA DECIS\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Not\u00edcia quente da pol\u00edtica surgiu essa semana, com a decis\u00e3o do juiz Johnny Gustavo Clemes, da 20\u00aa Zona Eleitoral, que rejeitou as contas de campanha do prefeito reeleito Hildon Chaves, numa decis\u00e3o de primeira inst\u00e2ncia. O magistrado tomou sua decis\u00e3o num contexto in\u00e9dito: considerou que pagamentos feitos pela coliga\u00e7\u00e3o de Hildon, na busca da reelei\u00e7\u00e3o, foram acima dos pre\u00e7os de mercado.<\/p>\n<p>O juiz Johnny Clemes tamb\u00e9m n\u00e3o acatou tese da defesa, de que os profissionais contratados o foram por suas qualifica\u00e7\u00f5es e que n\u00e3o h\u00e1 como regular pre\u00e7os neste contexto. O advogado Bruno Valverde, respons\u00e1vel pela defesa de Hildon neste processo (ele nada tem a ver com a administra\u00e7\u00e3o municipal, pois atua apenas no caso envolvendo a coliga\u00e7\u00e3o e a campanha do Prefeito), disse que h\u00e1 ainda v\u00e1rios recursos e que tem certeza de que a Justi\u00e7a ir\u00e1 acatar os argumentos da defesa. Especialista em legisla\u00e7\u00e3o eleitoral, j\u00e1 que foi juiz do TRE, o advogado Juacy Loura J\u00fanior tamb\u00e9m concorda de que n\u00e3o h\u00e1 qualquer risco de que o processo possa causar danos maiores \u00e0 candidatura do prefeito reeleito. O caso vai andar ainda na Justi\u00e7a Eleitoral.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>M\u00c9DICA FAMOSA EXPLICA O TRATAMENTO PRECOCE DA DOEN\u00c7A<\/strong><\/p>\n<p>Ainda repercute uma entrevista antol\u00f3gica, concedida pela dra. Ra\u00edssa Soares, secret\u00e1ria de sa\u00fade de Porto Seguro, na Bahia e figura nacional na guerra contra o coronav\u00edrus, depois que ela enviou mensagem de pedido de socorro ao presidente Bolsonaro e foi atendida em menos de 48 horas A m\u00e9dica pedia ao presidente kits de medicamentos para tratamento precoce da doen\u00e7a, em sua cidade, quando ainda n\u00e3o era secret\u00e1ria e foi atendida, depois que a mensagem bombou nas redes sociais. Ela participou do programa Papo de Reda\u00e7\u00e3o, com os Dinossauros, na SICTV\/Record, no \u00faltimo s\u00e1bado.<\/p>\n<p>A m\u00e9dica criou um sistema do que \u00e9 chamado de abordagem preventiva, com os medicamentos j\u00e1 conhecidos (hidroxicloroquina, Ivermectina, azitromicina, zinco, Vitamina D e outros), al\u00e9m de constante acompanhamento do paciente. Os resultados, segundo ela, foram excelentes. A secret\u00e1ria de Porto Seguro deu um show de informa\u00e7\u00f5es, explicando cada passo desde a profilaxia at\u00e9 a preven\u00e7\u00e3o, garantindo que o n\u00famero de hospitaliza\u00e7\u00f5es \u00e9 extremamente baixo.<\/p>\n<p>Afirmou que foram para a UTI, por exemplo, apenas os doentes que n\u00e3o fizeram o tratamento precoce da doen\u00e7a. Ra\u00edssa Soares explicou passo a passo como prevenir e combater a doen\u00e7a. A extraordin\u00e1ria audi\u00eancia do programa destacou ainda o Dinossauro Beni Andrade, a quem ela homenageou com a cria\u00e7\u00e3o da express\u00e3o \u201cabordagem preventiva\u201d! A entrevista est\u00e1 no link https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=7LN3PFUAiRk&amp;ab_channel=CanalSICTV.<\/p>\n<p><strong>S\u00c3O 33 MILH\u00d5ES DE REAIS PARA UM CARNAVAL FANTASMA<\/strong><\/p>\n<p>Parecia uma Fake News, por inacredit\u00e1vel. Infelizmente, a not\u00edcia \u00e9 verdadeira e foi replicada por grandes sites, como os do G1, ligado a Globo e do R7, da Record. Em plena trag\u00e9dia da pandemia, em pleno fechamento das atividades comerciais na sua cidade, o prefeito Bruno Covas decidiu distribuir, do dinheiro p\u00fablico, nada menos do que 33 milh\u00f5es de reais para (pasmem!), escolas de samba, blocos e cord\u00f5es carnavalescos de S\u00e3o Paulo. Verba jogada no lixo para um carnaval fantasma, j\u00e1 que todas as atividades carnavalescas deste ano foram proibidas, por causa dos grandes riscos do coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>Desde o final do ano passado, j\u00e1 se sabia que n\u00e3o haveria carnaval na maior cidade do Brasil. Mesmo assim, numa decis\u00e3o que \u00e9 considerada quase um deboche, a Prefeitura distribuiu essa vultosa soma, que, no m\u00ednimo, poderia ser utilizada no combate \u00e0 doen\u00e7a. Para se fazer uma compara\u00e7\u00e3o simples, com 33 milh\u00f5es, o paulistano poderia receber tr\u00eas hospitais fixos de campanha, como os comprados pelo Governo de Rond\u00f4nia, com mais de 70 leitos comuns e outros 30 de UTI. O sistema paulistano de sa\u00fade tamb\u00e9m est\u00e1 prestes a entrar em colapso. \u00c9 assim o nosso Brasil!<\/p>\n<p><strong>PANDEMIA: GRUPO EMITE NOTA \u00d3BVIA DA VOLTA \u00c0S AULAS<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 tipo de manifesta\u00e7\u00e3o placebo. Nota do Gabinete de Articula\u00e7\u00e3o para o Enfrentamento da Pandemia na Educa\u00e7\u00e3o em Rond\u00f4nia, Gaepe, emitiu nota t\u00e9cnica, defendendo a volta das aulas presenciais. At\u00e9 a\u00ed seria uma grande novidade, j\u00e1 que esse tipo de retorno est\u00e1 sob intenso debate, h\u00e1 longos meses. O problema \u00e9 da complementa\u00e7\u00e3o da nota, no grupo que \u00e9 composto por representantes\u00a0 e entidades como o Minist\u00e9rio P\u00fablico estadual, o Minist\u00e9rio P\u00fablico de Contas (?), o Tribunal de Contas, Defensoria P\u00fablica e Tribunal de Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>A exig\u00eancia para o retorno presencial: \u201cdeve haver prioridade e urg\u00eancia na reabertura das escolas, ainda que em sistema h\u00edbrido, desde que exista manifesta\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel das autoridades sanit\u00e1rias e que sejam implementados todos os protocolos destinados a garantir a seguran\u00e7a sanit\u00e1ria no \u00e2mbito dos estabelecimentos escolares\u201d. Qual a novidade? At\u00e9 aqui nenhuma, porque \u00e9 \u00f3bvio ululante que as aulas s\u00f3 voltam com o OK das autoridades sanit\u00e1rias e com todos os cuidados.<\/p>\n<p>Depreende-se ent\u00e3o que a nota do Gaepe teve apenas uma fun\u00e7\u00e3o importante: a de dizer que a vacina\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o dos professores n\u00e3o deve influir na decis\u00e3o da volta das aulas presenciais, mas, ao mesmo tempo, que a imuniza\u00e7\u00e3o deles \u00e9 importante. Placebo!<\/p>\n<p><strong>O ACRE EMBAIXO D\u00b4\u00c1GUA EST\u00c1 PEDINDO SOCORRO <\/strong><\/p>\n<p>Milhares de desabrigadas. Cidades com at\u00e9 80 por cento de suas casas tomadas pelas \u00e1guas. Some-se a isso o crescimento da pandemia e um surto de dengue e se ter\u00e1 o quadro desesperador que vive nosso vizinho, o estado do Acre, nesses dias nebulosos de fevereiro de 21. Uma grande frente nacional de solidariedade se mobiliza para ajudar os acreanos, enquanto pelo menos 10 cidades s\u00e3o atingidas em cheio e praticamente todos os rios do Estado tenham sa\u00eddo de seus leitos.<\/p>\n<p>O governo decretou estado de calamidade p\u00fablica, porque o Estado j\u00e1 tem 130 mil pessoas desabrigadas. Com uma popula\u00e7\u00e3o que se aproxima das 850 mil pessoas, esse n\u00famero representa 15 por cento do total da popula\u00e7\u00e3o. Em Rond\u00f4nia, os rios tamb\u00e9m sobem. Em Porto Velho, o rio Madeira j\u00e1 chegou a mais 17 metros, uma cota perigosa. H\u00e1 tamb\u00e9m perigo de enchente, principalmente para os ribeirinhos, embora n\u00e3o exista risco, ao menos nesse momento, de uma enchente parecida com a 2014. O prefeito Hildon Chaves decretou estado de alerta. Tamb\u00e9m, at\u00e9 agora, n\u00e3o h\u00e1 risco de interrup\u00e7\u00e3o no tr\u00e1fego da BR 364, de Porto Velho ao Acre.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>PERGUNTINHA<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea, que \u00e9 idoso, com mais de 60 anos e que ainda n\u00e3o tem a m\u00ednima ideia de quando ser\u00e1 vacinado, acha que sua salva\u00e7\u00e3o chegar\u00e1 a tempo ou j\u00e1 perdeu a esperan\u00e7a?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00ad\u00ad\u00ad\u00ad Quando o dedo da hist\u00f3ria apontar para os maus brasileiros que est\u00e3o priorizando seus interesses pessoais, suas ideias e suas ideologias, em detrimento da salva\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de vidas, ser\u00e1 tarde demais para que eles sejam julgados pelos erros que cometeram. 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