{"id":330141,"date":"2021-03-10T10:18:59","date_gmt":"2021-03-10T14:18:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=330141"},"modified":"2021-03-10T10:18:59","modified_gmt":"2021-03-10T14:18:59","slug":"desemprego-registrou-taxa-media-de-135-em-2020","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2021\/03\/10\/desemprego-registrou-taxa-media-de-135-em-2020\/","title":{"rendered":"Desemprego registrou taxa m\u00e9dia de 13,5% em 2020"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_330142\" aria-describedby=\"caption-attachment-330142\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-330142 size-medium\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/carteira_de_trabalho_07122000711-300x179.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"179\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/carteira_de_trabalho_07122000711-300x179.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/carteira_de_trabalho_07122000711-600x359.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/carteira_de_trabalho_07122000711-768x459.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/carteira_de_trabalho_07122000711-696x416.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/carteira_de_trabalho_07122000711-1068x639.jpg 1068w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/carteira_de_trabalho_07122000711-702x420.jpg 702w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/carteira_de_trabalho_07122000711.jpg 1170w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-330142\" class=\"wp-caption-text\">carteira de trabalho\/Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>A taxa m\u00e9dia de desemprego no pa\u00eds atingiu 13,5% em 2020, enquanto em 2019 foi de 11,9%.<\/p>\n<p>Os efeitos da pandemia da covid-19 sobre o mercado de trabalho provocaram alta recorde de desemprego em 20 estados. Ficaram de fora da lista Par\u00e1, Amap\u00e1, Tocantins, Piau\u00ed, Pernambuco, Esp\u00edrito Santo e Santa Catarina.\u00a0<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1403488&amp;o=node\" \/>As taxas mais elevadas de desemprego foram registradas no Nordeste e as menores no Sul do pa\u00eds. A Bahia, com 19,8%, teve a maior taxa de desocupa\u00e7\u00e3o em 2020, seguida de Alagoas (18,6%), Sergipe (18,4%) e Rio de Janeiro (17,4%). J\u00e1 Santa Catarina (6,1%), Rio Grande do Sul (9,1%) e Paran\u00e1 (9,4%) tiveram as mais baixas.<\/p>\n<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad Cont\u00ednua), divulgada hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), que aponta que o percentual de 2020 \u00e9 o maior da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2012.<\/p>\n<h2>Ocupa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Segundo o IBGE, no intervalo de um ano, a popula\u00e7\u00e3o ocupada no pa\u00eds teve menos 7,3 milh\u00f5es de pessoas, o que resultou no menor n\u00famero da s\u00e9rie hist\u00f3rica de m\u00e9dias anuais, de 86,1 milh\u00f5es. Conforme a pesquisa, pela primeira vez, menos da metade da popula\u00e7\u00e3o em idade para trabalhar estava ocupada no pa\u00eds. Em 2020, o n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o ficou em 49,4%.<\/p>\n<p>O n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o ficou abaixo de 50% no ano passado em 15 estados, sendo todos no Nordeste. Em Alagoas, apenas 35,9% das pessoas em idade para trabalhar estavam ocupadas. No Sudeste, no Rio de Janeiro apenas 45,4% tinham um trabalho. O estado com maior n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o no ano passado foi Mato Grosso, com uma taxa de 58,7%.<\/p>\n<p>A Pnad Cont\u00ednua mostrou tamb\u00e9m que a queda da ocupa\u00e7\u00e3o foi espalhada entre todos os trabalhadores.<\/p>\n<h2>Informalidade<\/h2>\n<p>A taxa m\u00e9dia de informalidade tamb\u00e9m sofreu impacto com a pandemia e caiu de 41,1% em 2019 para 38,7% em 2020, chegando a 39,9 milh\u00f5es de pessoas. Os informais s\u00e3o os trabalhadores sem carteira, trabalhadores dom\u00e9sticos sem carteira, empregador sem CNPJ, que trabalha por conta pr\u00f3pria sem CNPJ e o trabalhador familiar auxiliar.<\/p>\n<p>A taxa m\u00e9dia nacional de informalidade foi superada em 19 estados. Entre eles, Goi\u00e1s atingiu 39,1% e o Par\u00e1 59,6%. Em sete estados, a taxa foi acima de 50%. J\u00e1 S\u00e3o Paulo (29,6%), Distrito Federal (28,2%) e Santa Catarina (26,8%) foram os que tiveram taxas de informalidade abaixo de 30%.<\/p>\n<p>A analista da pesquisa Adriana Beringuy, destacou que os informais foram os primeiros atingidos pelos efeitos da pandemia. Para ela, a queda da informalidade n\u00e3o est\u00e1 relacionada a mais trabalhadores formais no mercado. \u201cEst\u00e1 relacionada ao fato de trabalhadores informais terem perdido sua ocupa\u00e7\u00e3o ao longo do ano. Com menos trabalhadores informais na composi\u00e7\u00e3o de ocupados, a taxa de informalidade diminui\u201d, explicou.<\/p>\n<h2>Quarto trimestre<\/h2>\n<p>No \u00faltimo trimestre de 2020, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o recuou para 13,9%, depois de atingir 14,6% no terceiro trimestre, o maior patamar j\u00e1 registrado na compara\u00e7\u00e3o trimestral.<\/p>\n<p>Conforme a Pnad Cont\u00ednua, a queda foi registrada em apenas em cinco estados. Os demais ficaram est\u00e1veis. Bahia e Alagoas, ambos com 20%, tiveram as maiores taxas. Na sequ\u00eancia ficou o Rio de Janeiro, com 19,4%. As menores taxas foram notadas em Santa Catarina (5,3%), no Rio Grande do Sul (8,4%) e em Mato Grosso do Sul (9,3%).<\/p>\n<p>\u201cQuando olhamos para os dados regionalmente, vemos que a redu\u00e7\u00e3o na taxa de desocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi disseminada pela maioria das unidades da federa\u00e7\u00e3o. Ela ficou concentrada em apenas cinco [estados], mostrando que em v\u00e1rios estados ainda n\u00e3o se observou uma queda da desocupa\u00e7\u00e3o\u201d, observou Adriana Beringuy.<\/p>\n<p>Ainda no \u00faltimo trimestre, as mulheres (16,4%) foram mais impactadas pelo desemprego, enquanto para os homens a taxa foi menor (11,9%). Entre as pessoas pretas (17,2%) e pardas (15,8%), as taxas ficaram acima da m\u00e9dia nacional (13,9%). Ao contr\u00e1rio do percentual de brancos (11,5%) que ficou abaixo da m\u00e9dia.<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, entre os grupos et\u00e1rios, os jovens foram os mais atingidos pelo desemprego no quarto trimestre. Nas pessoas de 14 a 17 anos de idade chegou a 42,7%, de 18 a 24 anos de idade atingiu 29,8% e de 25 a 39 anos de idade (13,9%).<\/p>\n<p>A taxa de desocupa\u00e7\u00e3o para as pessoas com ensino m\u00e9dio incompleto (23,7%) foi superior ao percentual dos demais n\u00edveis de instru\u00e7\u00e3o. No grupo com n\u00edvel superior incompleto, a taxa foi estimada em 16,9%, mais que o dobro da verificada entre aqueles com n\u00edvel superior completo, 6,9%.<\/p>\n<h2>Subutiliza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>A Bahia (33,3%), Piau\u00ed (33,3%) e Sergipe (32,2%) foram os estados que registraram as maiores taxas compostas de subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho, que \u00e9 o percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insufici\u00eancia de horas trabalhadas e na for\u00e7a de trabalho potencial em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 for\u00e7a de trabalho ampliada.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, 13 unidades da federa\u00e7\u00e3o ficaram abaixo da m\u00e9dia nacional, de 20,7%. A menor foi em Santa Catarina (7,5%), seguida do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, os tr\u00eas com 14,1%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; A taxa m\u00e9dia de desemprego no pa\u00eds atingiu 13,5% em 2020, enquanto em 2019 foi de 11,9%. 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