{"id":337884,"date":"2021-05-28T09:00:42","date_gmt":"2021-05-28T13:00:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=337884"},"modified":"2021-05-28T09:00:42","modified_gmt":"2021-05-28T13:00:42","slug":"producao-de-inhame-na-regiao-do-vale-do-guapore-deixa-produtores-otimistas-com-colheita-para-a-safra-2020-21","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2021\/05\/28\/producao-de-inhame-na-regiao-do-vale-do-guapore-deixa-produtores-otimistas-com-colheita-para-a-safra-2020-21\/","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de inhame na regi\u00e3o do Vale do Guapor\u00e9 deixa produtores otimistas com colheita para a safra 2020\/21"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_337885\" aria-describedby=\"caption-attachment-337885\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-337885\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/8f519908187d447e84e6fcf473e486ee_agrorondonia_cacoal-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/8f519908187d447e84e6fcf473e486ee_agrorondonia_cacoal-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/8f519908187d447e84e6fcf473e486ee_agrorondonia_cacoal-600x451.jpeg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/8f519908187d447e84e6fcf473e486ee_agrorondonia_cacoal-768x577.jpeg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/8f519908187d447e84e6fcf473e486ee_agrorondonia_cacoal-80x60.jpeg 80w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/8f519908187d447e84e6fcf473e486ee_agrorondonia_cacoal-265x198.jpeg 265w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/8f519908187d447e84e6fcf473e486ee_agrorondonia_cacoal-696x523.jpeg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/8f519908187d447e84e6fcf473e486ee_agrorondonia_cacoal-559x420.jpeg 559w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/8f519908187d447e84e6fcf473e486ee_agrorondonia_cacoal.jpeg 900w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-337885\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n<p>Consolidada como excelente fonte de renda para produtores rurais da regi\u00e3o do Vale do Guapor\u00e9, a cultura do inhame vem ganhando cada vez mais novos empreendedores.<\/p>\n<p>Hoje s\u00e3o mais de 60 fam\u00edlias que se dedicam ao plantio, garantindo produ\u00e7\u00e3o suficiente para abastecer o com\u00e9rcio dentro e fora do Estado. A expectativa para este ano \u00e9 boa e os produtores rurais est\u00e3o otimistas com a colheita que foi iniciada esta semana.<\/p>\n<p>Os primeiros resultados com o investimento no inhame deram-se em meados de 2016, quando os agricultores familiares perceberam que era poss\u00edvel obter alta produtividade da cultura mesmo em pequenas \u00e1reas. Outro atrativo foi o pre\u00e7o do produto e a facilidade de sua comercializa\u00e7\u00e3o em novos mercados que se expandiam com a chegada de novos investidores em busca do produto para exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Foi poss\u00edvel perceber desde ent\u00e3o, um aumento no n\u00famero de produtores interessados no cultivo do inhame e no fortalecimento da produ\u00e7\u00e3o, principalmente ao redor da BR-429, na regi\u00e3o do Vale do Guapor\u00e9, que j\u00e1 desponta como uma das principais regi\u00f5es produtoras de Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>A colheita deste este ano teve in\u00edcio neste m\u00eas de maio, no munic\u00edpio de S\u00e3o Francisco do Guapor\u00e9 e, segundo o engenheiro agr\u00f4nomo Fl\u00e1vio Gon\u00e7alves, supervisor da Entidade Aut\u00e1rquica de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural (Emater) na regi\u00e3o, \u201cse estende aos munic\u00edpios de Alvorada do Oeste, S\u00e3o Miguel do Guapor\u00e9, Seringueiras e Costa Marques, que s\u00e3o os munic\u00edpios que comp\u00f5em o entorno da BR-429\u201d.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o do Vale do Guapor\u00e9 conta com uma \u00e1rea plantada com inhame na safra 2020\/21 que somam, aproximadamente, 800 alqueires (1.936 hectares). Desses, 600 (1.452 hectare) foram plantados com a variedade S\u00e3o Tom\u00e9 (Dioscorea alata L.), com uma produtividade entre 20 e 25 toneladas por hectare, e 200 (484 hectares) com a variedade da Costa (Dioscorea cayennensis Lam.), cuja produtividade varia entre 18 e 20 toneladas por hectare.<\/p>\n<p>O diretor-presidente da Emater, Luciano Brand\u00e3o, que na \u00e9poca era gerente do escrit\u00f3rio regional da Entidade em S\u00e3o Francisco do Guapor\u00e9, conta que essas foram as variedades que mais se adaptaram \u00e0 regi\u00e3o e lembra que era uma cultura nova, ex\u00f3tica, n\u00e3o nativa, mas que come\u00e7ou a atrair a aten\u00e7\u00e3o dos produtores familiares por ter maior lucratividade em pequenas \u00e1reas.<\/p>\n<p>Fl\u00e1vio Gon\u00e7alves explica, que o cultivo do inhame vem aumentando expressivamente e a moderniza\u00e7\u00e3o no m\u00e9todo de cultivo e colheita tem ajudado a manter a qualidade dos t\u00faberos o que gera renda aos produtores, aos munic\u00edpios e para Rond\u00f4nia com a comercializa\u00e7\u00e3o fora do Estado. Dessa produ\u00e7\u00e3o, uma pequena parte abastece o mercado local, atendendo a redes de supermercados na Regi\u00e3o Central e ao Programa de Aquisi\u00e7\u00e3o de Alimentos (PAA) e o restante \u00e9 comercializado fora.<\/p>\n<p>\u201cA grande maioria est\u00e1 sendo comercializada para o nordeste, no Estado da Para\u00edba, mas abastece Pernambuco e Bahia tamb\u00e9m e, produtos com tamanho inferior a 500 gramas s\u00e3o vendidos para S\u00e3o Paulo\u201d, diz, complementando que o inhame do Vale do Guapor\u00e9 tamb\u00e9m j\u00e1 est\u00e1 sendo comercializado para Sergipe e Goi\u00e2nia, capital de Goi\u00e1s, al\u00e9m de estar em processo de negocia\u00e7\u00e3o para exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da regi\u00e3o do Vale do Guapor\u00e9, o inhame est\u00e1 sendo cultivado em grande escala em outros munic\u00edpios de Rond\u00f4nia, como: Nova Uni\u00e3o, Machadinho do Oeste, Porto Velho, Theobroma e Ouro Preto do Oeste. O valor comercializado no Estado, hoje \u00e9 de R$ 1 o quilo (R$ 15 a arroba) para o inhame S\u00e3o Tom\u00e9 R$ 4.50 (R$ 67,50 a arroba) para o Inhame da Costa.<\/p>\n<p>Os agricultores t\u00eam se mostrado bastante otimistas quanto \u00e0 produ\u00e7\u00e3o deste ano. O produtor Alisson Andrade, que tamb\u00e9m \u00e9 comprador e negocia a produ\u00e7\u00e3o de inhame diretamente com o nordeste, se diz bastante satisfeito com a cultura na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Branco, um dos pioneiros do cultivo de inhame em Alvorada do Oeste j\u00e1 dizia, que em 2016 o inhame foi a cultura que mais lhe proporcionou a aquisi\u00e7\u00e3o de bens patrimoniais. \u201cTenho uma terra comprada com a produ\u00e7\u00e3o do inhame, tenho alguma cria\u00e7\u00e3o de gado e tenho um trator que paguei as presta\u00e7\u00f5es com o dinheiro do inhame\u201d, disse ele na \u00e9poca.<\/p>\n<p>Hoje Branco e o agricultor Samuel Cordeiro, de S\u00e3o Francisco do Guapor\u00e9, esperam obter um excelente resultado com a colheita do inhame e um bom retorno com a comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Consolidada como excelente fonte de renda para produtores rurais da regi\u00e3o do Vale do Guapor\u00e9, a cultura do inhame vem ganhando cada vez mais novos empreendedores. 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