{"id":339410,"date":"2021-06-13T11:06:14","date_gmt":"2021-06-13T15:06:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=339410"},"modified":"2021-06-13T11:06:14","modified_gmt":"2021-06-13T15:06:14","slug":"opiniao-de-primeira-rondonia-quer-um-heuro-como-os-grandes-hospitais-de-referencia-no-pais-obras-comecam-em-novembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2021\/06\/13\/opiniao-de-primeira-rondonia-quer-um-heuro-como-os-grandes-hospitais-de-referencia-no-pais-obras-comecam-em-novembro\/","title":{"rendered":"OPINI\u00c3O DE PRIMEIRA: Rond\u00f4nia quer um Heuro como os grandes hospitais de refer\u00eancia no pa\u00eds; obras come\u00e7am em novembro"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_339411\" aria-describedby=\"caption-attachment-339411\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-339411 size-medium\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/920439cf-c51f-4c6f-8abd-13678d406d00-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/920439cf-c51f-4c6f-8abd-13678d406d00-300x188.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/920439cf-c51f-4c6f-8abd-13678d406d00-600x375.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/920439cf-c51f-4c6f-8abd-13678d406d00-768x480.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/920439cf-c51f-4c6f-8abd-13678d406d00-696x435.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/920439cf-c51f-4c6f-8abd-13678d406d00-672x420.jpg 672w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/920439cf-c51f-4c6f-8abd-13678d406d00.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-339411\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>O m\u00eas de julho pr\u00f3ximo deve marcar um evento de grande import\u00e2ncia para o Estado e principalmente para a sua estrutura de sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<p>Em data ainda n\u00e3o confirmada, deve ocorrer o leil\u00e3o para definir a empresa que, em novembro, vai come\u00e7ar as obras do novo Hospital de Pronto Socorro, o Heuro, em Porto Velho.<\/p>\n<p>Erguido no sistema Built To Suit, sem uso de recursos p\u00fablicos, o gigantesco pr\u00e9dio ser\u00e1 erguido cumprindo todas as orienta\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas impostos pela \u00e1rea da sa\u00fade e ser\u00e1 utilizado, depois de pronto, por um prazo de 30 anos, quando ent\u00e3o passar\u00e1 a ser propriedade do Estado. O sistema j\u00e1 \u00e9 aplicado em todo o mundo.<\/p>\n<p>Tem exemplo aqui em Porto Velho: o novo pr\u00e9dio do Judici\u00e1rio, localizado na rua Pinheiro Machado, onde antes era a sede do Clube Ipiranga. Pelo projeto, o novo Hospital de Urg\u00eancia e Emerg\u00eancia (Heuro), que, ali\u00e1s, n\u00e3o se sabe se continuar\u00e1 tendo este nome, ter\u00e1 nada menos do que 399 leitos (o Jo\u00e3o Paulo II tem apenas 140), dos quais 64 deles ser\u00e1 de terapia intensiva. Vai colocar a disposi\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios, ainda, 10 salas de cirurgia (o Jo\u00e3o Paulo tem apenas quatro), com os equipamentos mais modernos.<\/p>\n<p>A inten\u00e7\u00e3o do governador Marcos Rocha \u00e9 de que a obra esteja completamente conclu\u00edda num prazo m\u00e1ximo de dois anos. Os preparativos come\u00e7am a se intensificar. Nesta semana, Marcos Rocha e o secret\u00e1rio Fernando M\u00e1ximo foram \u00e0 Bahia e a Goi\u00e1s, para conhecer de perto hospitais semelhantes ao que ser\u00e1 constru\u00eddo em Porto Velho. Nos dois Estados, visitaram hospitais p\u00fablicos de refer\u00eancia, com alto grau de cota\u00e7\u00e3o em termos de qualidade dos servi\u00e7os prestados. Em Goi\u00e1s, inclusive, Rocha se encontrou com o governador Ronaldo Caiado. Num v\u00eddeo, os dois falam sobre a troca de apoios na sa\u00fade e, obviamente, trocam tamb\u00e9m elogios.<\/p>\n<p>Tanto o Governador como o titular da Sesau voltaram entusiasmados com o que viram. H\u00e1 exemplos claros de hospitais p\u00fablicos que s\u00e3o refer\u00eancia nacional em atendimento e qualidade de servi\u00e7os. E \u00e9 isso que ambos pretendem trazer para Rond\u00f4nia, quando o novo Heuro estiver de p\u00e9, devidamente equipado e, claro, todo equipado com tudo o que houver de mais moderno e que, certamente, ser\u00e1 adquirido.<\/p>\n<p>Projetado h\u00e1 pelo menos duas d\u00e9cadas, as obras do Heuro come\u00e7am a se tornar realidade em breve, ainda antes do final deste ano. Haver\u00e1, claro, um longo caminho a percorrer, at\u00e9 porque muitas coisas relacionadas \u00e0 sa\u00fade v\u00e3o depender da pandemia, de quanto ela ainda vai custar e quanto tempo vai durar. Mas, como disse o governador Marcos Rocha, \u201cestamos pensando no futuro. Vamos revolucionar a sa\u00fade p\u00fablica em Rond\u00f4nia\u201d, garantiu. Tomara que consiga!<\/p>\n<p><strong>MULHERES DE PMS FECHAM QUART\u00c9IS. COMANDO GARANTE POL\u00cdCIA NA RUA<\/strong><\/p>\n<p>O confronto est\u00e1 formalizado. Desde a madrugada do s\u00e1bado, esposas de PMs, tanto em Porto Velho como em v\u00e1rias cidades do interior, fecharam as portas de alguns dos quart\u00e9is, impedindo que seus maridos possam sair\u00a0 para trabalhar, com as viaturas, para dar seguran\u00e7a aos rondonienses. Sem acordo com o governo e como os maridos est\u00e3o impedidos de fazer greve, s\u00e3o as mulheres \u2013 como j\u00e1 ocorreu em outras paralisa\u00e7\u00f5es \u2013 que tomaram \u00e0 frente dos protestos.<\/p>\n<p>O pano de fundo do lit\u00edgio est\u00e1 na quest\u00e3o salarial. PMs e Bombeiros, com a lideran\u00e7a principalmente da oficialidade, tanto da ativa quanto dos aposentados e pensionistas, exigem imediato \u201crealinhamento\u201d salarial. O Estado diz que est\u00e1 proibido de conceder qualquer aumento at\u00e9 31 de dezembro, por causa da legisla\u00e7\u00e3o federal. S\u00f3 pode faz\u00ea-lo a partir de 1\u00ba de janeiro do ano que vem. Os grevistas contestam e dizem que h\u00e1 furos na lei que permitiriam o aumento. No in\u00edcio da tarde de s\u00e1bado, o comando da PM emitiu nota, prometendo que garante o policiamento normal tanto na Capital como no interior.<\/p>\n<p>A alega\u00e7\u00e3o b\u00e1sica \u00e9 que apenas um quartel teria sido fechado, embora fotos e v\u00eddeos j\u00e1 confirmassem que a atua\u00e7\u00e3o das mulheres atingia bem mais que uma unidade policial. A crise, ao que parece, ainda vai longe, porque, ao menos at\u00e9 s\u00e1bado, n\u00e3o havia sinaliza\u00e7\u00e3o de acordo, j\u00e1 que o Estado mant\u00e9m a informa\u00e7\u00e3o de que est\u00e1 impedido, legalmente, de atender as reivindica\u00e7\u00f5es neste momento. O Pal\u00e1cio Rio Madeira\/CPA continua confirmando que a greve tem cunho pol\u00edtico, atendendo aos interesses de apenas algumas lideran\u00e7as.<\/p>\n<p><strong>BAGATOLLI E AMIR LANDO CONFIRMAM SEUS NOMES PARA O SENADO<\/strong><\/p>\n<p>Como a elei\u00e7\u00e3o de 2022 est\u00e1 cada vez mais perto, algumas decis\u00f5es j\u00e1 come\u00e7am a ser tomadas. Nesta semana, por exemplo, dois nomes importantes no contexto do mundo pol\u00edtico rondoniense confirmaram suas pr\u00e9-candidaturas ao Senado. Um deles, o empres\u00e1rio vilhenense Jaime Bagattoli, bolsonarista de primeira hora, j\u00e1 era esperado, embora muitos dos seus aliados torcessem para que ele disputasse o Governo.<\/p>\n<p>A grande surpresa da \u00faltima elei\u00e7\u00e3o, quando, de um quase desconhecido na maioria das regi\u00f5es do Estado, por pouco n\u00e3o tirou a vaga de Conf\u00facio Moura, um pol\u00edtico com muito mais lastro no Estado, atingindo mais de 212 mil votos, Bagattoli mira o Congresso, querendo a \u00fanica vaga para senador a que Rond\u00f4nia ter\u00e1 direito no ano que vem. Tem o apoio garantido do presidente da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>Do MDB vem a maior das surpresas. Depois de muito tempo afastado das disputas, o ex-senador e ex-ministro da Previd\u00eancia, Amir Lando, \u00e9 nome confirmado por seu partido para concorrer tamb\u00e9m ao Senado. Nome nacional nos anos 90, quando foi o relator do impeachment do ent\u00e3o presidente Collor de Mello, Amir n\u00e3o conseguiu mais voltar a cargos eletivos. Teve uma boa passagem pelo Minist\u00e9rio da Previd\u00eancia e depois ficou distante por longo tempo. Estar\u00e1 de volta agora, de olho no Senado.<\/p>\n<p><strong>GOVERNADOR DEVE ASSINAR DECRETO PELA VOLTA DAS CIRURGIAS ELETIVAS<\/strong><\/p>\n<p>Se n\u00e3o houver mudan\u00e7a de planos e de datas, neste final de semana o Governo do Estado deve lan\u00e7ar decreto autorizando a volta das cirurgias eletivas. Mais de 6.400 rondonienses esperam h\u00e1 mais de um ano, desde o in\u00edcio da pandemia, quando toda a estrutura de sa\u00fade se direcionou para o combate ao v\u00edrus, cancelando centenas de procedimentos que j\u00e1 estavam agendados. H\u00e1 casos graves entre os que continuam na fila de espera, como do produtor rural que precisa usar duas garrafas Pet na barriga, quando trabalha no plantio, para que uma h\u00e9rnia n\u00e3o saia para fora.<\/p>\n<p>Ou de uma mulher, pronta para realizar uma cirurgia bari\u00e1trica por estar com 112 quilos e agora, um ano depois, ainda aguardando sua vez, j\u00e1 est\u00e1 com 122 quilos. E h\u00e1 centenas de pessoas que precisam, com a maior urg\u00eancia, de cirurgias de catarata, porque muitas delas correm o risco de perder a vis\u00e3o. O governador Marcos Rocha e o secret\u00e1rio Fernando M\u00e1ximo ouviram apelos do sindicato m\u00e9dico, do presidente da Assembleia, deputado Alex Redano e todos os demais parlamentares e, enfim, da coletividade. Esperemos que, enfim, saia o decreto e que as cirurgias eletivas voltem j\u00e1 na pr\u00f3xima semana.<\/p>\n<p><strong>PEQUENO ERRO TIRA MANDATO DE EDSON MARTINS. J\u00c1 RENAN, OTTO E AZIZ<\/strong><\/p>\n<p>Agora \u00e9 definitivo. Em \u00faltima inst\u00e2ncia, n\u00e3o foi reconhecida (foi negado) o \u00faltimo recursos do deputado Edson Martins, do MDB e ele teve a confirma\u00e7\u00e3o da cassa\u00e7\u00e3o do seu mandato, depois de quase 20 anos como parlamentar em Rond\u00f4nia e sempre com atua\u00e7\u00e3o bastante destacada. Obviamente que a lei tem que ser cumprida, mas o que se lamenta \u00e9 que a perda do mandato de deputado nada tenha a ver com sua atua\u00e7\u00e3o parlamentar, mas com um pequeno erro em sua administra\u00e7\u00e3o, quando ainda era prefeito de Urup\u00e1. O uso indevido de uma m\u00e1quina lhe tirou o mandato dado nas urnas, pelo povo do seu Estado.<\/p>\n<p>\u00c9 lei, tem que cumprir! Mas a gente fica com um gosto ruim na boca quando v\u00ea algo que parece uma enorme injusti\u00e7a, ao se comparar com casos como os de Renan Calheiros (com pelo menos uma d\u00fazia de processos apodrecendo em gavetas do Judici\u00e1rio) e de pol\u00edticos como o de outro senador, Otto Alencar, acusado de desvios de 10 milh\u00f5es do INSS e at\u00e9 hoje n\u00e3o julgado ou do senador Omar Aziz, acusado de v\u00e1rios crimes. Todos hoje s\u00e3o homens poderosos da Na\u00e7\u00e3o, enquanto os processos contra eles criam mofo, atirados em gavetas de onde provavelmente jamais sair\u00e3o. J\u00e1 Edson Martins, que cometeu um pequeno erro, perde seu mandato. No seu lugar, assumir\u00e1 o ex-deputado de Ariquemes, Saulo Moreira.<\/p>\n<p><strong>PELA SEGUNDA VEZ, PANDEMIA CANCELA A ROND\u00d4NIA RURAL SHOW<\/strong><\/p>\n<p>Pelo segundo ano consecutivo, o Estado perde a Rond\u00f4nia Rural Show, sem d\u00favida seu maior evento, que sintetiza a grandeza do seu agroneg\u00f3cio. Planejada e criada no governo de Conf\u00facio Moura, a feira foi crescendo a cada ano, dando um salto ainda maior no primeiro ano da administra\u00e7\u00e3o Marcos Rocha. O secret\u00e1rio de Agricultura de Conf\u00facio, Evandro Padovani, foi um dos poucos que ficaram no novo governo e, sem d\u00favida, a realiza\u00e7\u00e3o de feiras ainda maiores da Rural Show foi um dos motivos pelos quais foi convidado a continuar \u00e0 frente da Seagri.<\/p>\n<p>Em 2019, no primeiro ano do governo Rocha, a Rond\u00f4nia Rural Show realmente teve um crescimento expressivo, formalizando neg\u00f3cios que beiraram os 750 milh\u00f5es de reais. A meta para 2020 era, al\u00e9m de internacionalizar ainda mais a exposi\u00e7\u00e3o do agroneg\u00f3cio, bater na casa de 1 bilh\u00e3o em neg\u00f3cios. Mas da\u00ed chegou a pandemia. Suspensa no ano passado, a previs\u00e3o \u00e9 de que a feira voltasse neste 2021 com toda a for\u00e7a. Mas, \u00e9 \u00f3bvio, a realidade dos riscos da doen\u00e7a, que continuam altos, obrigaram a um novo recuo. A Rural Show foi novamente suspensa. Quem sabe em 2022, se a pandemia deixar?<\/p>\n<p><strong>SERVIDORES NEGAM SUPERSAL\u00c1RIOS E DIZEM QUE PREFEITO FOI MAL INFORMADO<\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 \u00f3bvio que o assunto iria dar muito pano pra manga. O pedido do prefeito Hildon Chaves para que o MP investigue super sal\u00e1rios na Prefeitura foi um dos temas mais quentes da semana que termina. Havia den\u00fancias de\u00a0 servidores que estariam ganhando at\u00e9 96 mil reais mensais. Sal\u00e1rios entre 30 mil reais e 80 mil reais seriam normais, pelo menos para um grupo de cerca de 120 servidores. A rea\u00e7\u00e3o veio longo. V\u00e1rios dos funcion\u00e1rios municipais inclu\u00eddos numa lista de sal\u00e1rios acima da lei, protestaram e inclusive amea\u00e7am processar o Prefeito, caso ele n\u00e3o se retrate, porque alegam que as informa\u00e7\u00f5es est\u00e3o totalmente incorretas e distorcidas.<\/p>\n<p>O colunista inclusive recebeu o caso de um servidor que, em maio, recebeu mais de 52 mil reais, mas que garante que neste pacote est\u00e3o f\u00e9rias, direitos adquiridos, inclusive por via judicial e que a diferen\u00e7a de 24.500 (que \u00e9 o sal\u00e1rio do Prefeito e o maior que pode ser pago pelo Munic\u00edpio), \u00e9 devolvida aos cofres municipais. A base da defesa dos que est\u00e3o sendo apontados como novos ricos, com sal\u00e1rios acima do permitido pela legisla\u00e7\u00e3o, \u00e9 que as informa\u00e7\u00f5es que chegaram a Hildon Chaves est\u00e3o totalmente erradas. O assunto vai longe ainda. Nesta segunda-feira, j\u00e1 se saber\u00e1 os novos desdobramentos sobre o caso que mexeu com as estruturas da Prefeitura da Capital.<\/p>\n<p><strong>BANDIDOS QUE VENDIAM TERRAS INVADIDAS FORAM PEGOS PELA POL\u00cdCIA<\/strong><\/p>\n<p>Colocar a m\u00e3o numa quadrilha especializada em invas\u00e3o de terras, para depois vend\u00ea-las ilegalmente, sob promessa que seriam logo legalizadas, n\u00e3o s\u00f3 recebendo dinheiro, como armas e carros, foi uma vit\u00f3ria importante da pol\u00edcia rondoniense contra a ind\u00fastria da invas\u00e3o e do terrorismo no campo. Foram cumpridos pelo menos 17 mandados de pris\u00e3o tempor\u00e1ria e 21 mandados de busca e apreens\u00e3o, contra as principais lideran\u00e7as e integrantes da quadrilha, nas cidades de Porto Velho, Ji-Paran\u00e1, Seringueiras, Mirante da Serra, S\u00e3o Miguel do Guapor\u00e9 e em V\u00e1rzea Grande, no vizinho Mato Grosso.<\/p>\n<p>O grupo, certamente aliado a poderosos, mas tamb\u00e9m a grupos de falsos sem terra. Os criminosos faziam levantamento das \u00e1reas para ataques, usando armamento pesado, inclusive algumas armas s\u00f3 autorizadas para as For\u00e7as Armadas. Invadiam e depois ofereciam a terra para camponeses e outros investidores, garantindo que tinham esquemas para a legaliza\u00e7\u00e3o da \u00e1rea invadida. As investiga\u00e7\u00f5es continuam. Pode haver outros grupos envolvidos. Todos est\u00e3o sob os olhares atentos da pol\u00edcia rondoniense.<\/p>\n<p><strong>PERGUNTINHA<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea seguiria a orienta\u00e7\u00e3o do presidente Bolsonaro para que n\u00e3o se use m\u00e1scaras, a n\u00e3o ser para pessoas contaminadas pelo Coronavirus ou de grande parte dos m\u00e9dicos e cientistas de todo o mundo, que defendem o uso da m\u00e1scara mesmo para quem j\u00e1 teve a doen\u00e7a e recebeu as duas doses de vacinas?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O m\u00eas de julho pr\u00f3ximo deve marcar um evento de grande import\u00e2ncia para o Estado e principalmente para a sua estrutura de sa\u00fade p\u00fablica. Em data ainda n\u00e3o confirmada, deve ocorrer o leil\u00e3o para definir a empresa que, em novembro, vai come\u00e7ar as obras do novo Hospital de Pronto Socorro, o Heuro, em Porto Velho. 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