{"id":339501,"date":"2021-06-15T08:41:42","date_gmt":"2021-06-15T12:41:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=339501"},"modified":"2021-06-15T08:42:33","modified_gmt":"2021-06-15T12:42:33","slug":"opiniao-de-primeira-mais-uma-invencao-com-a-grife-brasil-festival-nacional-de-prioridades-para-vacinacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2021\/06\/15\/opiniao-de-primeira-mais-uma-invencao-com-a-grife-brasil-festival-nacional-de-prioridades-para-vacinacao\/","title":{"rendered":"OPINI\u00c3O DE PRIMEIRA: mais uma inven\u00e7\u00e3o com a grife Brasil, festival nacional de prioridades para vacina\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_339502\" aria-describedby=\"caption-attachment-339502\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-339502 size-medium\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/5642857a-0760-4191-9248-c82d67108cf6-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/5642857a-0760-4191-9248-c82d67108cf6-300x188.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/5642857a-0760-4191-9248-c82d67108cf6-600x375.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/5642857a-0760-4191-9248-c82d67108cf6-768x480.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/5642857a-0760-4191-9248-c82d67108cf6-696x435.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/5642857a-0760-4191-9248-c82d67108cf6-672x420.jpg 672w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/5642857a-0760-4191-9248-c82d67108cf6.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-339502\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n<p>Claro que h\u00e1 grupos de maior risco de ser atingido e somar muito mais mortos pelo Coronav\u00edrus. Os idosos e os trabalhadores na sa\u00fade, que atuam diretamente no atendimento aos doentes vitimados pela pandemia s\u00e3o os melhores exemplos.<\/p>\n<p>A prioridade da vacina\u00e7\u00e3o a eles \u00e9 incontest\u00e1vel. Ocorre que, a partir da\u00ed, come\u00e7ou uma esp\u00e9cie de Festival Nacional de Prioridades, onde categorias profissionais juram, sob todos os santos, que precisam ser priorizadas, porque seus membros correm mais riscos que os outros. E assim come\u00e7aram a entrar neste rol os componentes das for\u00e7as de seguran\u00e7a e professores.<\/p>\n<p>Mas, em algumas cidades, como em Porto Velho e Cacoal, os jornalistas tamb\u00e9m s\u00e3o considerados grupo de risco. Os banc\u00e1rios exigem que os trabalhadores no setor sejam vacinados antes que os outros. Os advogados tamb\u00e9m. Os coveiros (e eles com muita raz\u00e3o!) querem estar entre a turma da frente na imuniza\u00e7\u00e3o. H\u00e1 ainda os \u00edndios, os quilombolas e, afora tudo isso, porque merece um cap\u00edtulo especial, o caso das pessoas com qualquer comorbidade.<\/p>\n<p>A grande maioria, claro, as tem realmente. Mas milhares e milhares conseguiram atestados falsos, para passar na frente dos demais. E h\u00e1 ainda os ot\u00e1rios, que, merecidamente, sofreram um golpe. Pagaram muito caro por uma vacina que era falsa. Apenas placebo. Bem feito!<\/p>\n<p>No final da fila, milh\u00f5es de brasileiros continuam sem acesso \u00e0 imuniza\u00e7\u00e3o. Em Rond\u00f4nia, por exemplo, no grupo dos mais velhos, s\u00f3 os acima de 60 anos j\u00e1 foram vacinados, com exce\u00e7\u00e3o de uma ou outra cidade, como Jaru, que nesta ter\u00e7a j\u00e1 vacina pessoas com mais de 50 anos. Ou seja, quem tem 59 anos ou menos, est\u00e1 h\u00e1 meses esperando a sua vez, enquanto pessoas muito mais jovens, dos grupos de risco ou que se impuseram como grupos de risco, passaram facilmente na frente deles.<\/p>\n<p>Ora, o bom senso indica que do total de vacinas dispon\u00edveis, que se coloque a maioria para grupos de risco e pessoas com comorbidades. Mas que, ao menos um percentual das doses sejam destinadas \u00e0s pessoas comuns, abaixo dos 60 anos, por exemplo. Embora sejamos campe\u00f5es mundiais em burlar a legisla\u00e7\u00e3o e passar por cima das leis, por falta de educa\u00e7\u00e3o e de respeito ao pr\u00f3ximo, ao menos o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade poderia tentar corrigir essa injusti\u00e7a, lembrando que os brasileiros com menos de 60 anos tamb\u00e9m adoecem e tamb\u00e9m morrem. E que eles fazem parte da mesma Na\u00e7\u00e3o onde milhares de brasileiros, nessa faixa et\u00e1ria, j\u00e1 perderam suas vidas. Ainda d\u00e1 tempo de corrigir essa defici\u00eancia!<\/p>\n<p><strong>SIC NEWS FAZ HIST\u00d3RIA COM ENTREVISTA EXCLUSIVA COM BOLSONARO<\/strong><\/p>\n<p>A ter\u00e7a-feira marcar\u00e1 mais um momento hist\u00f3rico do jornalismo de Rond\u00f4nia. Pela terceira vez, um Presidente da Rep\u00fablica vai conceder uma entrevista exclusiva a uma emissora do nosso Estado. O marco ser\u00e1 registrado pelo programa SICNews, da SICTV\/Record, um dos mais importantes programas de not\u00edcias entre toda a m\u00eddia rondoniense. Depois de entrevistas feitas com a ex-\u00a0 presidente Dilma Rousseff e com o ex-presidente Lula, ser\u00e1 a vez de Jair Bolsonaro.<\/p>\n<p>Ele vai falar ao programa jornal\u00edstico que \u00e9 um sucesso em todo o Estado. Tendo como \u00e2ncoras o apresentador Everton Leoni, um dos mais respeitados nomes do jornalismo rondoniense e a jornalista Meiry Santos, o SICNews vai ao ar a partir das 20 horas. O presidente da Rep\u00fablica j\u00e1 havia sido convidado para participar de outros programas da emissora, incluindo o famoso Papo de Reda\u00e7\u00e3o, com os Dinossauros do r\u00e1dio e da TV.<\/p>\n<p>Mas a agenda compreensivelmente lotada, impediu a presen\u00e7a dele. Com o apoio do senador Marcos Rog\u00e9rio, hoje um dos personagens mais pr\u00f3ximos do Presidente, ele aceitou o convite para a participa\u00e7\u00e3o especial no telejornal desta ter\u00e7a. Bolsonaro vai conversar com Everton Leoni sobre quest\u00f5es importantes para o Estado e o pa\u00eds. Sem d\u00favida, o mais importante assunto da semana, para Rond\u00f4nia. Imperd\u00edvel!<\/p>\n<p><strong>CIRURGIAS ELETIVAS EST\u00c3O AUTORIZADAS A PARTIR DESTA SEMANA<\/strong><\/p>\n<p>As cirurgias eletivas est\u00e3o de volta!\u00a0 A semana come\u00e7a com uma boa not\u00edcia para milhares de rondonienses que est\u00e3o na fila de cirurgias h\u00e1 mais de um ano.\u00a0 Mais de 6.400 pessoas aguardavam, ansiosas, que um ano depois do \u00e1pice da pandemia, o governo rondoniense voltasse a autorizar essas opera\u00e7\u00f5es. N\u00e3o est\u00e3o inclu\u00eddos nesse n\u00famero, milhares de pacientes de cirurgias oftalmol\u00f3gicas, que tamb\u00e9m passam a ser feitas, mas apenas aqueles com anestesia local e em cl\u00ednica.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio Fernando M\u00e1ximo j\u00e1 assinou o decreto no domingo \u00e0 noite e o governador Marcos Rocha deve faz\u00ea-lo logo. M\u00e1ximo, ali\u00e1s, explicou que h\u00e1 boatos de que apenas Rond\u00f4nia n\u00e3o tinha cirurgias eletivas, o que n\u00e3o \u00e9 real. Usou apenas dois exemplos (h\u00e1 outros), onde esteve pessoalmente, na semana passada: Goi\u00e1s e a Bahia tamb\u00e9m est\u00e3o fechados para atendimentos da sa\u00fade p\u00fablica, sem urg\u00eancia, que n\u00e3o sejam ligados \u00e0 pandemia. As cirurgias bari\u00e1tricas, em atendimento particular, tamb\u00e9m est\u00e3o autorizadas. Muita gente aguarda cirurgias como de joelho, de v\u00e1rios tipos de h\u00e9rnia e muitas outras. Elas recome\u00e7am ainda no decorrer desta semana.<\/p>\n<p><strong>FESTAS CLANDESTINAS DOMINAM, NO MEIO DA PANDEMIA QUE N\u00c3O DIMINUI<\/strong><\/p>\n<p>Virou a casa da M\u00e3e Joana! Mesmo com os pedidos desesperados das autoridades governamentais, do parlamento, da sa\u00fade p\u00fablica, dos comerciantes s\u00e9rios, da m\u00eddia, milhares de rondonienses continuam tratando a quest\u00e3o da pandemia como brincadeira, ignorando as quase seis mil mortes que j\u00e1 tivemos a lota\u00e7\u00e3o dos hospitais. O \u00faltimo final de semana foi tr\u00e1gico, neste sentido.<\/p>\n<p>Milhares de pessoas participaram de festas, principalmente em Porto Velho, mas tamb\u00e9m em v\u00e1rias cidades do interior, ignorando os cuidados, o distanciamento, sem uso de m\u00e1scaras e enchendo a cara, em dezenas de festas. Numa delas, pelo menos 500 pessoas estavam bebendo, fazendo a maior farra e a\u00ed se inclu\u00eda menores e at\u00e9 crian\u00e7as na faixa dos 10 a 12 anos. Muitos dos presentes tamb\u00e9m consumiam drogas, segundo constata\u00e7\u00e3o de um representante do governo, presen\u00e7a na a\u00e7\u00e3o que encerrou a festa ilegal.<\/p>\n<p><strong>DESABAFO: \u201cELES NOS IGNORAM. S\u00d3 PODEMOS ENXUGAR GELO\u201d!<\/strong><\/p>\n<p>Uma que autoridade conhecida, com fun\u00e7\u00e3o p\u00fablica reconhecida e nome que merece cr\u00e9dito, enviou \u00e0 coluna um desabafo, depois de participar desta a\u00e7\u00e3o em que se acabou com uma festa com mais de 500 pessoas, na Capital. \u201cComo se trata de uma festa clandestina, nossa orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 que a gente fa\u00e7a a evacua\u00e7\u00e3o e evite o confronto, porque tem drogados, alcoolizados, etc. N\u00e3o h\u00e1 algo mais forte a fazer. O que fazemos? A gente s\u00f3 dispersa mesmo, porque h\u00e1 pouco mais a fazer, ainda mais num plant\u00e3o inteiro, onde voc\u00ea tem 20, 30 den\u00fancias de locais a serem fiscalizados.<\/p>\n<p>O que se faz, ent\u00e3o? S\u00f3 podemos mesmo enxugar gelo, porque n\u00e3o se identifica ningu\u00e9m, ningu\u00e9m se apresenta, n\u00e3o tem documento, \u00e9 tudo clandestino. E depois tem que se sentar com os \u00f3rg\u00e3os parceiros, Conselho Tutelar, Promotoria, Pol\u00edcia Ambiental e da\u00ed criar uma for\u00e7a tarefa para tentar fechar essas festas clandestinas\u201d. N\u00e3o h\u00e1 muito mais a fazer, desabafa. Mas o que mais impressiona \u00e9 o relato a seguir: \u201cTem menor demais, droga. E a pol\u00edcia fica impotente, porque \u00e9 muito mimimi, \u00e9 muita coisa, n\u00e3o pode nem conduzir os suspeitos\u201d.<\/p>\n<p><strong>\u201cSEQUER SE DESFIZERAM DAS DROGAS QUE ESTAVAM PORTANDO\u201d<\/strong><\/p>\n<p>O depoimento, em forma de lamento, prossegue, com a constata\u00e7\u00e3o: \u201cpior de tudo: \u201co errado virou certo\u201d. Mais adiante, outro coment\u00e1rio sobre o que ocorreu na a\u00e7\u00e3o contra a festa clandestina: \u201co que assusta a gente \u00e9 que nenhum dos jovens se incomodou com a presen\u00e7a das autoridades do governo, dos bombeiros, da PM e da imprensa. V\u00e1rios deles usando droga na frente de todo o mundo e ignorando a presen\u00e7a da pol\u00edcia e das autoridades, sabendo que nada lhes aconteceria.<\/p>\n<p>Tudo numa boa. Lembro que quando \u00e9ramos jovens, a gente tinha medo da pol\u00edcia. Hoje, como at\u00e9 a abordagem foi proibida, nesta festa, por exemplo, eles sequer se desfizeram das drogas, ficaram onde estavam, ignorando as ordens. O que ser\u00e1 do nosso pa\u00eds?\u201d, questiona, depois do desabafo! \u00c9 um verdadeiro desafio. Muitas outras aglomera\u00e7\u00f5es ocorreram em v\u00e1rios pontos da cidade e em todo o Estado, a tal ponto que a pol\u00edcia, bombeiros e fiscaliza\u00e7\u00e3o atenderam apenas uma pequena parte das den\u00fancias. Uma vergonha!<\/p>\n<p><strong>PROGRAMA TCHAU POEIRA CHEGA A ARIQUEMES COM PESADOS INVESTIMENTOS<\/strong><\/p>\n<p>O domingo foi de festa para Ariquemes. O governador Marcos Rocha, com sua equipe de assessores e do pessoal da \u00e1rea de obras lan\u00e7ou o Projeto Tchau Poeira, que deve chegar a todos os munic\u00edpios do Estado, com investimentos de mais de 300 milh\u00f5es de reais. Rocha foi recebido pela prefeita Carla Redano e o presidente da Assembleia, o deputado Alex Redano, principal nome que representa a cidade no Parlamento, al\u00e9m de vereadores e v\u00e1rias autoridades.<\/p>\n<p>L\u00e1, lan\u00e7ou a obras na avenida Juscelino Kubitscheck, com mais de seis quil\u00f4metros de extens\u00e3o e investimentos de 1 milh\u00e3o e 740 mil reais. Rocha anunciou ainda, para a cidade, outros 15 milh\u00f5es de reais, para a recupera\u00e7\u00e3o e reestrutura\u00e7\u00e3o do Espa\u00e7o Alternativo da cidade. No total, ser\u00e3o 20 quil\u00f4metros de recapeamento e 18 quil\u00f4metros de asfalto novo, em v\u00e1rias vias da cidade. Todas as obras ser\u00e3o realizadas com recursos pr\u00f3prios e com as equipes do DER, como j\u00e1 est\u00e1 acontecendo em v\u00e1rias outras comunidades de Rond\u00f4nia. O Tchau Poeira \u00e9 um dos maiores programas de melhoria urbana que o Estado j\u00e1 assistiu em d\u00e9cadas.<\/p>\n<p><strong>DIAS DE VIOL\u00caNCIA: A BRUTALIDADE TOMOU CONTA DA CIDADE E DO CAMPO<\/strong><\/p>\n<p>Dias sangrentos, de extrema viol\u00eancia, tanto na Capital e distritos como em cidades do interior. Apenas citando dois casos brutais, porque s\u00e3o muitos, tr\u00eas assassinatos assustaram Porto Velho. Num deles, um grupo invadiu uma fazenda, sequestrou, torturou e matou, com requintes de crueldade, um pobre caseiro. Foi na regi\u00e3o de Jacy Paran\u00e1, onde as quest\u00f5es de terra est\u00e3o se tornando insuport\u00e1veis.<\/p>\n<p>\u00c9 ali que j\u00e1 deveria estar atuando (assim como no Cone Sul do Estado), a For\u00e7a Nacional de Seguran\u00e7a, que viria ao Estado para combater o terrorismo que tomou conta de v\u00e1rias \u00e1reas de Rond\u00f4nia. O outro caso foi tamb\u00e9m terr\u00edvel: um jovem matou um amigo numa discuss\u00e3o de bebedeira e outras pessoas mataram o criminoso a pancadas. Houve ainda v\u00e1rios assassinatos na semana, contra jovens, mas tamb\u00e9m o caso de uma mulher morta com v\u00e1rios tiros ao abrir o port\u00e3o da pr\u00f3pria casa. O que est\u00e1 havendo com nossa terra, onde a brutalidade continua atacando com toda a for\u00e7a?<\/p>\n<p><strong>AVENIDA TIRADENTES TER\u00c1 NOVA DRENAGEM E NOVAS \u00c1RVORES<\/strong><\/p>\n<p>Durante muito tempo \u2013 \u00e0s vezes at\u00e9 hoje \u2013 muita gente, sem ter acesso a todas as informa\u00e7\u00f5es sobre o assunto, mostrava-se revoltada com o corte de todas as \u00e1rvores da avenida Tiradentes, uma das mais belas de Porto Velho, por sua arboriza\u00e7\u00e3o. No governo de Mauro Nazif, a retirada das \u00e1rvores gigantes come\u00e7ou e o trabalho continuou no governo Hildon Chaves.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o b\u00e1sica era que as ra\u00edzes das \u00e1rvores estavam destruindo todo o sistema de canaliza\u00e7\u00e3o da avenida, causando inclusive alaga\u00e7\u00f5es nas proximidades. N\u00e3o havia outra solu\u00e7\u00e3o a n\u00e3o ser retir\u00e1-las, realizar novamente todo o servi\u00e7os de drenagem, come\u00e7ar ent\u00e3o o plantio de novas \u00e1rvores, que n\u00e3o causam danos \u00e0 estrutura de canaliza\u00e7\u00e3o e, por fim, criar, atrav\u00e9s de um novo projeto, uma estrutura no canteiro central, que se torne um local apraz\u00edvel para uso da comunidade. N\u00e3o \u00e9 uma obra f\u00e1cil e \u00e9 cara, mas n\u00e3o h\u00e1 outra solu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O prefeito Hildon Chaves, ao comentar o assunto nas redes sociais, lembrou que geralmente os gestores p\u00fablicos n\u00e3o gostam de fazer obras deste tipo, porque elas n\u00e3o aparecem. Mas lembrou que est\u00e1 fazendo servi\u00e7os semelhantes em v\u00e1rios bairros da Capital. Disse ainda, sobre a Tiradentes, que ali ser\u00e1 criada uma ciclofaixa, al\u00e9m de ampla e nova arboriza\u00e7\u00e3o, \u201cdevolvendo \u00e0 avenida a natureza, a sombra e as belezas naturais!\u201d.<\/p>\n<p><strong>PERGUNTINHA<\/strong><\/p>\n<p>A Sele\u00e7\u00e3o Brasileira que come\u00e7ou com duas vit\u00f3rias na Copa Am\u00e9rica est\u00e1 empolgando ou voc\u00ea acha que ainda estamos longe de ter um grande time para, por exemplo, almejar uma nova Copa do Mundo?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Claro que h\u00e1 grupos de maior risco de ser atingido e somar muito mais mortos pelo Coronav\u00edrus. Os idosos e os trabalhadores na sa\u00fade, que atuam diretamente no atendimento aos doentes vitimados pela pandemia s\u00e3o os melhores exemplos. A prioridade da vacina\u00e7\u00e3o a eles \u00e9 incontest\u00e1vel. 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