{"id":341490,"date":"2021-07-07T09:30:18","date_gmt":"2021-07-07T13:30:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=341490"},"modified":"2021-07-07T09:32:05","modified_gmt":"2021-07-07T13:32:05","slug":"ro-reforca-fiscalizacao-sanitaria-em-areas-estrategicas-para-garantir-saude-do-rebanho-bovino-e-bubalino","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2021\/07\/07\/ro-reforca-fiscalizacao-sanitaria-em-areas-estrategicas-para-garantir-saude-do-rebanho-bovino-e-bubalino\/","title":{"rendered":"RO refor\u00e7a fiscaliza\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria em \u00e1reas estrat\u00e9gicas para garantir sa\u00fade do rebanho bovino e bubalino"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_341491\" aria-describedby=\"caption-attachment-341491\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-341491\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/fa6958eb16544eeaaeaa6f17f6d1f4a6_agrorondonia_cacoal-300x225.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/fa6958eb16544eeaaeaa6f17f6d1f4a6_agrorondonia_cacoal-300x225.jpeg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/fa6958eb16544eeaaeaa6f17f6d1f4a6_agrorondonia_cacoal-600x450.jpeg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/fa6958eb16544eeaaeaa6f17f6d1f4a6_agrorondonia_cacoal-768x576.jpeg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/fa6958eb16544eeaaeaa6f17f6d1f4a6_agrorondonia_cacoal-80x60.jpeg 80w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/fa6958eb16544eeaaeaa6f17f6d1f4a6_agrorondonia_cacoal-265x198.jpeg 265w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/fa6958eb16544eeaaeaa6f17f6d1f4a6_agrorondonia_cacoal-696x522.jpeg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/fa6958eb16544eeaaeaa6f17f6d1f4a6_agrorondonia_cacoal-560x420.jpeg 560w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/fa6958eb16544eeaaeaa6f17f6d1f4a6_agrorondonia_cacoal.jpeg 900w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-341491\" class=\"wp-caption-text\">Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Com a pecu\u00e1ria em franco crescimento, despontando no cen\u00e1rio mundial como um dos grandes exportadores de carne do Brasil, detentor de um rebanho de mais de 14 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, de bovinos e bubalinos, e tendo alcan\u00e7ado, no \u00faltimo dia 27 de maio, o reconhecimento internacional de \u00e1rea livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, condi\u00e7\u00e3o indispens\u00e1vel para acessar os grandes mercados consumidores de carne bovina, nos tr\u00eas \u00faltimos anos Rond\u00f4nia refor\u00e7ou e intensificou as medidas sanit\u00e1rias que garantem a sa\u00fade dos animais e a qualidade e seguran\u00e7a dos produtos de origem animal que s\u00e3o produzidos na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Dentre as atividades de defesa sanit\u00e1ria animal desenvolvidas pelo governo estadual, por meio da Ag\u00eancia de Defesa Sanit\u00e1ria Agrosilvopastoril do Estado de Rond\u00f4nia (Idaron), destaque para a fiscaliza\u00e7\u00e3o do tr\u00e2nsito de animais e de seus produtos que, atendendo as exig\u00eancias do Plano Estrat\u00e9gico do Programa Nacional de Vigil\u00e2ncia para a Febre Aftosa (Pnefa), foi ampliada na divisa com o estado do Mato Grosso, com a instala\u00e7\u00e3o de mais dois postos de fiscaliza\u00e7\u00e3o e a implanta\u00e7\u00e3o de c\u00e2meras de videomonitoramento em estradas onde n\u00e3o h\u00e1 postos fixos da Ag\u00eancia. Hoje, s\u00e3o sete postos de fiscaliza\u00e7\u00e3o, em regi\u00f5es estrat\u00e9gicas, com servidores em plant\u00e3o permanente, para que a fiscaliza\u00e7\u00e3o seja ininterrupta.<\/p>\n<p>Os postos de fiscaliza\u00e7\u00e3o est\u00e3o localizados no quil\u00f4metro 130 da BR-319, na divisa de Porto Velho\/RO com Humait\u00e1\/AM, na divisa de Machadinho do Oeste\/RO com o munic\u00edpio de Coniza\/MT, em Nova Colina, na divisa de Ji-Paran\u00e1\/RO com Rondol\u00e2ndia\/MT, na BR-364, em Vilhena, na divisa com Comodoro\/MT, no quil\u00f4metro 74 da Rodovia 174, na divisa de Vilhena\/RO com Ju\u00edna\/MT e em Cabixi, que faz divisa com Comodoro\/MT.<\/p>\n<p>\u201cEsses dois \u00faltimos postos foram criados ano passado, como parte das a\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas que possibilitaram o pleito do reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o\u201d, destacou Ney Carlos Dias de Azevedo, coordenador do controle de tr\u00e2nsito animal da Idaron.<\/p>\n<p>\u201cO controle do tr\u00e2nsito de animal \u00e9 medida basilar para qualquer estado que alcance o status sanit\u00e1rio conquistado por Rond\u00f4nia. H\u00e1 regras e normas sanit\u00e1rias que regulam a movimenta\u00e7\u00e3o de animais e produtos de origem animal, para que possa ser feita com seguran\u00e7a. Essas regras tornaram-se ainda mais rigorosas com o reconhecimento de Rond\u00f4nia como zona livre de aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade Animal (OIE). O principal objetivo \u00e9 impedir a difus\u00e3o de doen\u00e7as dos animais e garantir o correto transporte de produtos de origem animal que s\u00e3o voltados ao consumo humano\u201d, explica o presidente da Idaron, o m\u00e9dico veterin\u00e1rio Julio Cesar Rocha Peres.<\/p>\n<p><strong>VIGIL\u00c2NCIA<\/strong><\/p>\n<p>A preocupa\u00e7\u00e3o do governo de Rond\u00f4nia com o fluxo de animais suscet\u00edveis \u00e0 febre aftosa, dentro do territ\u00f3rio rondoniense, \u00e9 justificado pelo grande volume de neg\u00f3cios envolvendo a compra e a venda de gado no estado. De janeiro a dezembro do ano passado (2020), por exemplo, a Idaron registrou o tr\u00e2nsito de mais de 350 mil animais suscet\u00edveis \u00e0 febre aftosa. Foram 270,2 mil sa\u00eddas e 98,3 mil ingressos. Toda movimenta\u00e7\u00e3o foi inspecionada e registrada por t\u00e9cnicos da Idaron, um controle rigoroso e sanitariamente necess\u00e1rio, visto que gado oriundo de \u00e1reas que ainda vacinam contra a febre aftosa n\u00e3o podem ser incorporados ao rebanho de Rond\u00f4nia.<\/p>\n<p>\u201cDas regi\u00f5es que ainda vacinam contra aftosa, apenas su\u00ednos, caprinos e ovinos, podem ser incorporados aos rebanhos de Rond\u00f4nia. Contudo, para que esses animais ingressem em territ\u00f3rio rondoniense, o caminh\u00e3o que os transporta deve ter sido lacrado na origem e, acompanhando a GTA (Guia de Tr\u00e2nsito Animal), deve ser apresentado comprovante de exame laboratorial que ateste a sanidade das reses. Ou seja, os animais devem estar comprovadamente livre da febre aftosa\u201d, destaca Julio Cesar.<\/p>\n<p>\u201cBovinos e bubalinos, oriundos de \u00e1reas que ainda vacinam contra a febre aftosa, de forma alguma podem ser incorporados aos rebanhos dentro do estado. Por\u00e9m, essas duas esp\u00e9cies podem ingressar para o abate direto, com carga lacrada na origem. Mas, para isso, o frigor\u00edfico tem que estar apto para receber esses animais, j\u00e1 que, ap\u00f3s o abate, a regi\u00e3o da l\u00edngua e faringe passam por um tratamento de inativa\u00e7\u00e3o do v\u00edrus da febre aftosa e o frigor\u00edfico tem que estar preparado para fazer esse tratamento\u201d, acentua.<\/p>\n<p><strong>BARREIRAS VOLANTES<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m dos postos fixos de fiscaliza\u00e7\u00e3o, com apoio da Pol\u00edcia Militar, regularmente a Idaron realiza barreiras sanit\u00e1rias volantes. As barreiras s\u00e3o montadas em pontos estrat\u00e9gicos, onde \u00e9 registrado maior tr\u00e2nsito de animais. Al\u00e9m de garantir a sa\u00fade do rebanho e a qualidade dos alimentos que chegam \u00e0 mesa do consumidor, o objetivo das barreiras tamb\u00e9m \u00e9 coibir fraudes e tr\u00e2nsito irregular de animais. \u201cA fiscaliza\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito animal \u00e9 a barreira prim\u00e1ria para impedir que animais enfermos ingressem no estado e comprometam a sanidade de nosso rebanho e, consequentemente, o potencial econ\u00f4mico da pecu\u00e1ria\u201d.<\/p>\n<p><strong>PARCERIA<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m das opera\u00e7\u00f5es desenvolvidas individualmente, a Idaron firmou parceria com a Ag\u00eancia de Defesa Agropecu\u00e1ria e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf) e com o Instituto de Defesa Agropecu\u00e1ria e Florestal do Acre (Idaf), como parte das a\u00e7\u00f5es integradas do Bloco I do Pnefa, para colabora\u00e7\u00e3o no compartilhamento de dados e disponibiliza\u00e7\u00e3o de pessoal para atua\u00e7\u00e3o nos postos de fiscaliza\u00e7\u00e3o localizados nas divisas comuns dos estados.<\/p>\n<p>Recentemente, o estado do Amazonas designou t\u00e9cnicos veterin\u00e1rios e agropecu\u00e1rios para dar suporte aos servidores da Idaron nos distritos de Nova Calif\u00f3rnia, Extrema, Vista Alegre do Abun\u00e3 e na capital, Porto Velho. O trabalho integrado ser\u00e1 aplicado na vigil\u00e2ncia das propriedades localizadas nos munic\u00edpios de L\u00e1brea e Canutama, regi\u00e3o onde a Idaron faz o controle sanit\u00e1rio do rebanho.<\/p>\n<p>Integra\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m no posto da comunidade do Tucandeira, na divisa do distrito de Nova Calif\u00f3rnia com o munic\u00edpio de Acrel\u00e2ndia\/AC, onde t\u00e9cnicos da Idaron e do Idaf\/AC trabalham em conjunto na fiscaliza\u00e7\u00e3o do tr\u00e2nsito de animais.<\/p>\n<p><strong>FISCALIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Dentro da Idaron existe a Coordena\u00e7\u00e3o de Controle de Tr\u00e2nsito Animal, setor que gerencia, acompanha e coordena as atividades de fiscaliza\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria do tr\u00e2nsito de animais e de produtos de origem animal.<\/p>\n<p>Na fiscaliza\u00e7\u00e3o, seja no posto de fiscal ou na barreira volante, existe um procedimento padr\u00e3o: abordagem de qualquer ve\u00edculo que possa transportar animal ou produto de origem animal. \u00c9 feita fiscaliza\u00e7\u00e3o da carga e os animais s\u00e3o vistoriados para descartar sintomas de alguma doen\u00e7a de notifica\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3ria. Caso seja identificado algum sinal cl\u00ednico que sugira doen\u00e7a de controle oficial, o animal \u00e9 desembarcado em local apropriado e submetido a an\u00e1lise cl\u00ednica mais aprofundada. Se descartada a doen\u00e7a, a carga tem o tr\u00e2nsito permitido e a Idaron monitora o destino.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m \u00e9 realizada a confer\u00eancia da documenta\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria, com foco na validade e autenticidade da GTA, e \u00e9 verificado se os animais descritos no documento s\u00e3o realmente os que est\u00e3o na carga.<\/p>\n<p>De acordo com o gerente de Defesa Sanit\u00e1ria Animal da Idaron, Fabiano Alexandre dos Santos, h\u00e1 casos espec\u00edficos em que, durante a fiscaliza\u00e7\u00e3o de tr\u00e2nsito, outros documentos s\u00e3o exigidos.<\/p>\n<p>\u201cPor exemplo, para o tr\u00e2nsito interestadual de bovinos e bubalinos com a finalidade de reprodu\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da GTA, deve ser apresentado o exame de brucelose e tuberculose dos animais. \u00c9 feito ainda o trabalho de educa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria, com entrega de folhetos sobre a import\u00e2ncia do transporte de animais com documenta\u00e7\u00e3o regular exigida. A medida visa mostrar que o trabalho realizado pela Idaron \u00e9 ben\u00e9fico ao produtor, para garantir a sanidade dos animais produzidos no estado, resguardando o interesse econ\u00f4mico do pecuarista\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Com a pecu\u00e1ria em franco crescimento, despontando no cen\u00e1rio mundial como um dos grandes exportadores de carne do Brasil, detentor de um rebanho de mais de 14 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, de bovinos e bubalinos, e tendo alcan\u00e7ado, no \u00faltimo dia 27 de maio, o reconhecimento internacional de \u00e1rea livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":341491,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[74],"tags":[],"class_list":["post-341490","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agronegocio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/341490","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=341490"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/341490\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-json\/wp\/v2\/media\/341491"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=341490"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=341490"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=341490"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}