{"id":349900,"date":"2021-09-24T09:30:57","date_gmt":"2021-09-24T13:30:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=349900"},"modified":"2021-09-24T09:45:08","modified_gmt":"2021-09-24T13:45:08","slug":"valor-da-producao-agricola-nacional-cresce-304-e-chega-a-r-4705-bilhoes-recorde-da-serie","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2021\/09\/24\/valor-da-producao-agricola-nacional-cresce-304-e-chega-a-r-4705-bilhoes-recorde-da-serie\/","title":{"rendered":"Valor da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola nacional cresce 30,4% e chega a R$ 470,5 bilh\u00f5es, recorde da s\u00e9rie"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_349902\" aria-describedby=\"caption-attachment-349902\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignright\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-349902\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/d18ddd5e5e54bfbf2543eb45b8b4c3e6_agrorondonia_cacoal-300x199.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/d18ddd5e5e54bfbf2543eb45b8b4c3e6_agrorondonia_cacoal-300x199.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/d18ddd5e5e54bfbf2543eb45b8b4c3e6_agrorondonia_cacoal-600x399.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/d18ddd5e5e54bfbf2543eb45b8b4c3e6_agrorondonia_cacoal-768x510.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/d18ddd5e5e54bfbf2543eb45b8b4c3e6_agrorondonia_cacoal-696x462.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/d18ddd5e5e54bfbf2543eb45b8b4c3e6_agrorondonia_cacoal-632x420.jpg 632w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/09\/d18ddd5e5e54bfbf2543eb45b8b4c3e6_agrorondonia_cacoal.jpg 900w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-349902\" class=\"wp-caption-text\">Gr\u00e3os\/ Foto: Ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em 2020, o valor da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola do pa\u00eds atingiu R$ 470,5 bilh\u00f5es, 30,4% maior que em 2019. A \u00e1rea plantada totalizou 83,4 milh\u00f5es de hectares, 2,7% superior \u00e0 do ano anterior.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de cereais, leguminosas e oleaginosas chegou a 255,4 milh\u00f5es de toneladas, 5,0% maior que a de 2019. Essas tr\u00eas vari\u00e1veis foram recordes da s\u00e9rie hist\u00f3rica da Produ\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola Municipal (PAM), que investiga os principais produtos agr\u00edcolas em todos os munic\u00edpios do pa\u00eds desde 1974.<\/p>\n<p>Juntos, os 50 munic\u00edpios com os maiores valores de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola geraram R$ 106,9 bilh\u00f5es, ou 22,7% do valor total da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola do pa\u00eds. Vinte deles eram de Mato Grosso, seis da Bahia e seis de Mato Grosso do Sul. Sorriso (MT) manteve a lideran\u00e7a, com R$ 5,3 bilh\u00f5es, ou 1,1% do valor nacional. A seguir, vieram S\u00e3o Desid\u00e9rio (BA), com R$ 4,6 bilh\u00f5es, e Sapezal (MT) com R$ 4,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Entre as culturas agr\u00edcolas que mais contribu\u00edram para o recorde da safra 2020 est\u00e1 a soja, com produ\u00e7\u00e3o de 121,8 milh\u00f5es de toneladas, gerando R$ 169,1 bilh\u00f5es, ou 35,0% acima do valor da safra de soja 2019.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de milho cresceu 2,8%, um novo recorde, chegando a 104,0 milh\u00f5es de toneladas, que geraram R$ 73,949 bilh\u00f5es, 55,4% a mais do que em 2019. Pela primeira vez desde 2008, o valor de produ\u00e7\u00e3o do milho superou o da cana de a\u00e7\u00facar (R$ 60,8 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>A safra de caf\u00e9 teve forte recupera\u00e7\u00e3o frente a 2019, com alta de 54,4% no valor da produ\u00e7\u00e3o (R$ 27,3 bilh\u00f5es). L\u00edder do ranking mundial, a produ\u00e7\u00e3o brasileira de caf\u00e9 cresceu 22,9% e somou 3,7 milh\u00f5es de toneladas em 2020.<\/p>\n<p><strong>MT CONCENTRA 20 DOS 50 MUNIC\u00cdPIOS COM MAIORES VALORES DE PRODU\u00c7\u00c3O AGR\u00cdCOLA<\/strong><\/p>\n<p>Em 2020, os 50 munic\u00edpios com os maiores valores da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola geraram R$ 106,9 bilh\u00f5es, ou 22,7% do total do pa\u00eds. Destes, 20 pertenciam a Mato Grosso. A Bahia e Mato Grosso do Sul, com seis munic\u00edpios cada, figuraram na sequ\u00eancia.<\/p>\n<p>O munic\u00edpio com o maior valor da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola foi, novamente, Sorriso (MT): R$ 5,3 bilh\u00f5es, ou 1,1% do total nacional, com alta de 35,5% ante 2019. Sorriso gerou R$ 1,9 bilh\u00e3o com a produ\u00e7\u00e3o de milho, 58,3% a mais que em 2019, R$ 2,8 bilh\u00f5es com a produ\u00e7\u00e3o de soja (29,1% a mais) e R$ 454,1 milh\u00f5es na produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o herb\u00e1ceo (em caro\u00e7o).<\/p>\n<p>S\u00e3o Desid\u00e9rio (BA) veio em segundo, com R$ 4,6 bilh\u00f5es em valor da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, alta de 44,6% no ano. Esse munic\u00edpio tem o terceiro maior valor de produ\u00e7\u00e3o de soja no pa\u00eds (R$ 2,5 bilh\u00f5es), com alta de 76,2% no ano. O algod\u00e3o, mesmo com retra\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o, gerou R$ 1,6 bilh\u00e3o, o segundo maior valor entre os munic\u00edpios produtores de algod\u00e3o do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Na terceira posi\u00e7\u00e3o no ranking de valor da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola ficou Sapezal (MT), totalizando R$ 4,3 bilh\u00f5es, com alta de 26,7% no ano. As principais culturais locais s\u00e3o: algod\u00e3o, soja, milho e feij\u00e3o. O algod\u00e3o herb\u00e1ceo totalizou 990,2 mil toneladas, com alta de 10,7%, gerando um valor da produ\u00e7\u00e3o recorde de R$ 2,3 bilh\u00f5es. J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de soja cresceu 8,0%, chegando a 1,3 milh\u00e3o de toneladas e colocando o munic\u00edpio na nona posi\u00e7\u00e3o nacional em valor da produ\u00e7\u00e3o desta leguminosa (R$ 1,5 bilh\u00e3o).<\/p>\n<p>O recorde de R$ 470,5 bilh\u00f5es do valor da produ\u00e7\u00e3o da safra 2020 foi influenciado pela elevada demanda do mercado internacional e pelo c\u00e2mbio favor\u00e1vel \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, colaborando para que houvesse amplia\u00e7\u00e3o das \u00e1reas plantadas de soja, milho e algod\u00e3o, mandioca e feij\u00e3o, bem como maiores investimentos nos cultivos agr\u00edcolas. A estiagem severa no in\u00edcio do ano, no Rio Grande do Sul, derrubou a produtividade das lavouras de soja, milho, trigo e outros, mas as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas foram bastante favor\u00e1veis no restante do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A \u00e1rea plantada totalizou 83,4 milh\u00f5es de hectares, com alta de 2,7% frente a 2019. Houve alta de 3,5% na \u00e1rea cultivada com soja, de 3,2% na do milho e de 14,9% na do trigo. J\u00e1 a \u00e1rea cultivada da cana-de-a\u00e7\u00facar recuou 0,9%.<\/p>\n<p>As 10 culturas com maior valor bruto de produ\u00e7\u00e3o concentraram 85,7% do valor total gerado pela atividade agr\u00edcola. Em 2020, o valor gerado pela soja cresceu 35,0%, totalizando R$ 169,1 bilh\u00f5es, mantendo a lideran\u00e7a no ranking. O milho, pela primeira vez desde 2008, passou para a segunda coloca\u00e7\u00e3o, \u00e0 frente da cana-de-a\u00e7\u00facar. E o arroz, em decorr\u00eancia da alta de pre\u00e7os, saltou para a sexta posi\u00e7\u00e3o do ranking em valor de produ\u00e7\u00e3o. J\u00e1 o feij\u00e3o subiu para o oitavo lugar, \u00e0 frente da banana. O caf\u00e9 \u00e9 o quarto produto em valor de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 25 anos, o rendimento m\u00e9dio da soja subiu quase 50%, passando de 2.199 quilos por hectare em 1995 para 3.275 kg\/ha em 2020. J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de milho cresceu 387,0% no per\u00edodo, atingindo o segundo maior valor de produ\u00e7\u00e3o entre os produtos agr\u00edcolas, gra\u00e7as \u00e0 alta no rendimento m\u00e9dio, que mais do que triplicou, chegando a 5.695 kg\/ha em 2020.<\/p>\n<p>J\u00e1 a cana-de-a\u00e7\u00facar, apesar da redu\u00e7\u00e3o (0,9%) na \u00e1rea cultivada em 2020, mais que dobrou sua \u00e1rea de cultivo nos \u00faltimos 25 anos, permitindo um aumento de 188,2% no volume produzido. O aumento da procura por carros flex e a amplia\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds no mercado mundial de a\u00e7\u00facar tiveram forte influ\u00eancia no crescimento dessa cultura.<\/p>\n<p><strong>VALOR GERADO PELA SAFRA DE GR\u00c3OS BATE NOVO RECORDE, ATINGINDO R$ 295,7 BILH\u00d5ES<\/strong><\/p>\n<p>A safra do grupo dos cereais, leguminosas e oleaginosas de 2020 (255,4 milh\u00f5es de toneladas) consolidou-se como a maior registrada em toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica da PAM, que come\u00e7a em 1974. As condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis, que elevaram o rendimento m\u00e9dio de boa parte das culturas, somadas ao aumento das \u00e1reas de cultivo, possibilitaram a nova marca: 5,0% superior ao volume colhido no ano de 2019, que j\u00e1 havia sido recorde.<\/p>\n<p>Os principais respons\u00e1veis por esse acr\u00e9scimo foram a soja, com acr\u00e9scimo de 7,5 milh\u00f5es de toneladas; o milho, com incremento de 2,8 milh\u00f5es de toneladas, e o arroz, com ganho de 722,4 mil toneladas. Apenas girassol, aveia, cevada e centeio registraram queda na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O valor gerado com a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os cresceu 39,3%, atingindo novo recorde de R$ 295,7 bilh\u00f5es, influenciado principalmente pelos elevados pre\u00e7os das principais commodities agr\u00edcolas no mercado internacional. A soja comp\u00f4s 57,2% do valor total da produ\u00e7\u00e3o deste grupo.<\/p>\n<p>O Mato Grosso foi o maior produtor de cereais, leguminosas e oleaginosas do Pa\u00eds, seguido por Paran\u00e1, Goi\u00e1s e Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p><strong>SOJA<\/strong><\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de soja do pa\u00eds, l\u00edder mundial desde 2019, bateu novo recorde em 2020: foram 121,8 milh\u00f5es de toneladas, 6,5% acima do ano anterior, totalizando R$ 169,1 bilh\u00f5es, 35,0% a mais do que em 2019.<\/p>\n<p>A safra come\u00e7ou com atraso no plantio, por conta da falta de chuvas no per\u00edodo ideal de semeadura, mas as boas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas ao longo do desenvolvimento das lavouras favoreceram a cultura, que apresentou um incremento de 2,8% em rendimento m\u00e9dio.<\/p>\n<p>Apenas o Rio Grande do Sul, que era o segundo maior produtor de soja em 2019, apresentou expressiva queda de produtividade (-40,6% no rendimento m\u00e9dio). Mas essas perdas foram amenizadas por mais um ano de crescimento no Mato Grosso (8,8%, totalizando 35,1 milh\u00f5es de toneladas), o maior produtor nacional, e o Paran\u00e1 (27,7%, totalizando 20,9 milh\u00f5es de toneladas), que voltou a ser o segundo maior produtor.<\/p>\n<p><strong>MILHO<\/strong><\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o nacional de milho em 2020 foi recorde na s\u00e9rie hist\u00f3rica, chegando a 104,0 milh\u00f5es de toneladas, com alta de 2,8% ante 2019.<\/p>\n<p>Com pre\u00e7os elevados, os produtores apostaram no cultivo das \u00e1reas de milho e soja na safra de ver\u00e3o. Desta forma, a constante queda na \u00e1rea plantada do milho 1\u00aa safra foi estabilizada em 2020, mantendo-se em 4,9 milh\u00f5es de hectares. Por sua vez, a 2\u00aa safra de milho, com participa\u00e7\u00e3o de 74,4% na produ\u00e7\u00e3o total, teve um aumento de 3,0% na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mato Grosso seguiu em primeiro lugar na produ\u00e7\u00e3o de milho, com 33,7 milh\u00f5es de toneladas, quase totalidade colhida durante a 2\u00aa safra, e valor da produ\u00e7\u00e3o de R$ 19,1 bilh\u00f5es (alta de 61,6%). J\u00e1 o Paran\u00e1 figurou em segundo lugar, com 15,8 milh\u00f5es de toneladas e valor da produ\u00e7\u00e3o de R$ 12,6 bilh\u00f5es (alta de 55,8%). Goi\u00e1s, na terceira posi\u00e7\u00e3o, produziu 11,8 milh\u00f5es de toneladas com valor de R$ 7,6 bilh\u00f5es (alta de 34,1%).<\/p>\n<p>Sorriso (MT) foi l\u00edder dessa cultura no Pa\u00eds, com 3,2 milh\u00f5es de toneladas, seguido por Rio Verde (GO), com 2,2 milh\u00f5es de toneladas, e Nova Ubirat\u00e3 (MT), 2,1 milh\u00f5es de toneladas.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>ALGOD\u00c3O HERB\u00c1CEO (EM CARO\u00c7O)<\/strong><\/p>\n<p>Em 2020, a produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o herb\u00e1ceo bateu novo recorde (7,1 milh\u00f5es de toneladas) com alta de 2,6%. O Brasil segue como quarto maior produtor mundial da fibra e segundo maior exportador, apenas atr\u00e1s dos Estados Unidos. Com a alta de pre\u00e7os, o valor da produ\u00e7\u00e3o subiu 19,6% e atingiu R$19,1 bilh\u00f5es. Com 89,0% da \u00e1rea plantada, Mato Grosso e Bahia lideram a produ\u00e7\u00e3o de algod\u00e3o, com valores de produ\u00e7\u00e3o de R$ 12,8 bilh\u00f5es (alta de 23,1%) e R$ 4,4 bilh\u00f5es (alta de 16,3%), respectivamente.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>ARROZ E FEIJ\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Em 2020, os pre\u00e7os dessa dupla variaram bastante com o isolamento social imposto pela pandemia de Covid-19, que gerou aumento de consumo e estocagem.<\/p>\n<p>O pre\u00e7o do arroz teve alta recorde entre o segundo e terceiro trimestre do ano. A alta do d\u00f3lar contribuiu. A produ\u00e7\u00e3o ficou est\u00e1vel, mas o valor de produ\u00e7\u00e3o cresceu 32,7%, gerando R$ 11,6 bilh\u00f5es. O Rio Grande do Sul respondeu por 69,9% da produ\u00e7\u00e3o nacional de arroz, com 7,8 milh\u00f5es de toneladas, seguido por Santa Catarina, com 1,2 milh\u00e3o de toneladas.<\/p>\n<p>O feij\u00e3o teve alta semelhante de pre\u00e7os e gerou R$ 10,8 bilh\u00f5es em valor de produ\u00e7\u00e3o (alta de 44,2%) das suas 3,0 milh\u00f5es de toneladas (4,4% a mais que 2019). O Paran\u00e1, mesmo com queda de 1,8% na produ\u00e7\u00e3o, continua o principal produtor de feij\u00e3o do Pa\u00eds, totalizando 624,6 mil toneladas, seguido por Minas Gerais, com 553,1 mil toneladas.<\/p>\n<p><strong>TRIGO<\/strong><\/p>\n<p>O ano de 2020 foi marcado pela alta de 15,7% na \u00e1rea cultivada do trigo, que totalizou 2,4 milh\u00f5es de hectares. Com isso, a produ\u00e7\u00e3o cresceu 13,5%, chegando a 6,3 milh\u00f5es de toneladas. O valor de produ\u00e7\u00e3o cresceu 67,0%, chegando a R$ 6,8 bilh\u00f5es. O Paran\u00e1, maior produtor de trigo do pa\u00eds, teve alta de 30,0% na produ\u00e7\u00e3o, que chegou a 3,1 milh\u00f5es de toneladas. O Rio Grande do Sul (2,1 milh\u00f5es de toneladas) veio a seguir.<\/p>\n<p><strong>CAF\u00c9<\/strong><\/p>\n<p>O Brasil segue como maior produtor de caf\u00e9 do mundo. 2020 foi de bienalidade positiva, mas o clima n\u00e3o foi t\u00e3o favor\u00e1vel quanto o observado em 2018, \u00faltimo ano de safra cheia. A produ\u00e7\u00e3o cresceu 22,9%, chegando a 3,7 milh\u00f5es de toneladas, e o valor de produ\u00e7\u00e3o subiu 54,4%, somando R$ 27,3 bilh\u00f5es, gra\u00e7as aos pre\u00e7os no com\u00e9rcio internacional. Do total de caf\u00e9 produzido, 76,5%, ou 2,8 milh\u00f5es de toneladas, era do tipo ar\u00e1bica, com valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 22,6 bilh\u00f5es, alta de 66,3% frente a 2019.<\/p>\n<p>Minas Gerais foi respons\u00e1vel por 72,2% de todo o caf\u00e9 ar\u00e1bica produzido no pa\u00eds, ao alcan\u00e7ar 2,0 milh\u00f5es de toneladas, crescimento de 38,3% em rela\u00e7\u00e3o a 2019. O valor da produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 ar\u00e1bica no estado foi de R$ 16,5 bilh\u00f5es. S\u00e3o Paulo, segundo maior produtor de caf\u00e9 ar\u00e1bica, a produ\u00e7\u00e3o cresceu 18,18%, chegando a 344,6 mil toneladas e a R$ 2,9 bilh\u00f5es.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Em 2020, o valor da produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola do pa\u00eds atingiu R$ 470,5 bilh\u00f5es, 30,4% maior que em 2019. A \u00e1rea plantada totalizou 83,4 milh\u00f5es de hectares, 2,7% superior \u00e0 do ano anterior. 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