{"id":351425,"date":"2021-10-15T12:52:11","date_gmt":"2021-10-15T16:52:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=351425"},"modified":"2021-10-15T12:53:11","modified_gmt":"2021-10-15T16:53:11","slug":"opiniao-de-primeira-hospitais-de-rondonia-correram-o-risco-de-paralisar-atendimentos-em-plena-crise-da-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2021\/10\/15\/opiniao-de-primeira-hospitais-de-rondonia-correram-o-risco-de-paralisar-atendimentos-em-plena-crise-da-pandemia\/","title":{"rendered":"OPINI\u00c3O DE PRIMEIRA: hospitais de Rond\u00f4nia correram o risco de paralisar atendimentos em plena crise da pandemia"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_351426\" aria-describedby=\"caption-attachment-351426\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-351426\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/11f00213-a13a-4f2a-bd3c-d11b2ee762f9-300x188.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"188\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/11f00213-a13a-4f2a-bd3c-d11b2ee762f9-300x188.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/11f00213-a13a-4f2a-bd3c-d11b2ee762f9-600x375.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/11f00213-a13a-4f2a-bd3c-d11b2ee762f9-768x480.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/11f00213-a13a-4f2a-bd3c-d11b2ee762f9-696x435.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/11f00213-a13a-4f2a-bd3c-d11b2ee762f9-672x420.jpg 672w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/11f00213-a13a-4f2a-bd3c-d11b2ee762f9.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-351426\" class=\"wp-caption-text\">Foto: ilustrativa<\/figcaption><\/figure>\n<p>Ao contr\u00e1rio das primeiras informa\u00e7\u00f5es desta quinta-feira, a a\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Federal, da chamada Opera\u00e7\u00e3o Ductil, que busca provas de poss\u00edveis superfaturamento em compras de equipamentos durante a pandemia, n\u00e3o teve nenhuma a\u00e7\u00e3o realizada em Rond\u00f4nia. Toda a opera\u00e7\u00e3o foi realizada em outras capitais, como Manaus e S\u00e3o Paulo, sem qualquer ato envolvendo diretamente a presen\u00e7a dos federais na secretaria estadual de sa\u00fade, a Sesau.<\/p>\n<p>O que est\u00e1 acontecendo, segundo o secret\u00e1rio Fernando M\u00e1ximo, \u00e9 uma confus\u00e3o envolvendo custos de alguns produtos, que antes da pandemia tinham um pre\u00e7o e durante ela, saltaram, em alguns casos, em at\u00e9 30 vezes. Um dos casos investigados, com suspeita de superfaturamento, \u00e9 facilmente explic\u00e1vel, segundo ele. Antes da pandemia, um tipo de m\u00e1scara comprada pela Sesau custava menos de 2 reais e 70 centavos, Durante e no auge da pandemia, o mesmo produto foi conseguido pela Sesau, numa concorr\u00eancia em que participaram onze empresas, pelo valor m\u00ednimo de 15 reais e 30 centavos.<\/p>\n<p>A Opera\u00e7\u00e3o Ductil se baseiam, portanto, num pre\u00e7o m\u00e9dio determinado pelo Tribunal de Contas da Uni\u00e3o, para o pre\u00e7o de um produto cotado antes do terror do Coronav\u00edrus. Durante, havia a mesma m\u00e1scara vendida por at\u00e9 30 reais. Como comprar um produto por um pre\u00e7o que n\u00e3o existe no mercado? O secret\u00e1rio citou, como argumento, o caso do pre\u00e7o da Ivermectina. Antes da pandemia, custava 3 reais. No auge dela, passou a custar at\u00e9 30 reais e hoje voltou para um pre\u00e7o bem baixo, em torno de 5 reais.<\/p>\n<p>Fernando M\u00e1ximo relatou outro caso semelhante, s\u00f3 que com final diferente. O Estado precisava, no auge da pandemia, de pelo menos 78 mil luvas por dia, para abastecer todos os hospitais onde os infectados eram tratados. O consumo, obviamente, se multiplicou muito, durante o pico da doen\u00e7a. Uma semana antes de todos os hospitais ficarem desabastecidos, numa reuni\u00e3o com a participa\u00e7\u00e3o de promotores de \u00f3rg\u00e3os de controle, n\u00e3o era aceita a compra das luvas pelo novo pre\u00e7o do mercado, multiplicado pelo mercado, embora a cota\u00e7\u00e3o da CGU continuasse com o mesmo valor a cada 15 dias, muito menor do que o custo real. Foram feitas cota\u00e7\u00f5es em pelo menos 20 empresas.<\/p>\n<p>O valor autorizado pela CGU era de 59 reais, enquanto o menor pre\u00e7o conseguido, em licita\u00e7\u00e3o com v\u00e1rias empresas, foi de 110 reais. Foi o conselheiro do Tribunal de Contas, Benedito Alves, quem apelou para o que chamou de \u201cbom senso\u201d, depois que Fernando M\u00e1ximo avisou que se n\u00e3o pudesse abastecer os hospitais, iria deixar o cargo, j\u00e1 que sem as luvas n\u00e3o haveria como eles continuarem atendendo os pacientes. No final, houve a autoriza\u00e7\u00e3o, E a compra, com o pre\u00e7o real, foi autorizada, evitando uma crise sem precedentes no sistema de sa\u00fade p\u00fablica do Estado. As investiga\u00e7\u00f5es da PF continuam, inclusive envolvendo empresas, que teriam feito um acordo entre elas, mas apresentarem pre\u00e7os iguais nas concorr\u00eancias, mas, sobre isso, alega M\u00e1ximo, n\u00e3o h\u00e1 como a Sesau controlar. O assunto, \u00e9 claro, ainda vai longe!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Impunes, bandidos continuam matando, como o fizeram em Vilhena<\/p>\n<p>At\u00e9 a noite da quinta-feira, faltavam ainda informa\u00e7\u00f5es sobre um novo massacre na Fazenda Vilhena, onde o casal de propriet\u00e1rios e mais tr\u00eas empregados teriam sido assassinados, em mais um ataque a uma propriedade rural no\u00a0 Estado. O mesmo local, inclusive, j\u00e1 foi palco de extrema viol\u00eancia, com ataques, feridos e mortos h\u00e1 poucos anos atr\u00e1s, O casal agora morto j\u00e1 havia sido v\u00edtima de sequestro dos bandidos, disfar\u00e7ados de sem terra.<\/p>\n<p>A trag\u00e9dia ocorrida no interior de Vilhena, numa fazenda produtiva, sintetiza a viol\u00eancia no campo que est\u00e1 afetando Rond\u00f4nia h\u00e1 longo tempo e que permitiu ao governo federal atender pedido do governador Marcos Rocha, para enviar para c\u00e1 a For\u00e7a Nacional de Seguran\u00e7a, que, ali\u00e1s, at\u00e9 agora pouco resultado pr\u00e1tico trouxe.<\/p>\n<p>Como na grande maioria dos casos os bandidos ficam impunes (como os que assassinaram dois PMs na zona rural de Porto Velho, h\u00e1 mais de um ano), a criminalidade se expande, escondendo-se atr\u00e1s da impunidade. No caso da Fazenda Vilhena, que acabou com a morte do propriet\u00e1rio, Hel\u00e1dio Seen e de sua mulher, S\u00f4nia Biavatti, al\u00e9m de tr\u00eas funcion\u00e1rios, a trag\u00e9dia foi anunciada. Os v\u00e1rios ataques, a destrui\u00e7\u00e3o ocorrida v\u00e1rias vezes, as mortes de seis anos atr\u00e1s, tudo apontava para o desfecho do que ocorreu agora.<\/p>\n<p>O mundo rural de Rond\u00f4nia se tornou uma terra sem lei. E ainda h\u00e1 entidades e institui\u00e7\u00f5es que discursam a favor dos \u201cpobres sem terra\u201d. Neste pa\u00eds sem rumo, a bandidagem ainda tem este tipo de apoio. \u00c9 mais uma trag\u00e9dia dentro da trag\u00e9dia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Massacre de Roosevelt caminha para um triste anivers\u00e1rio, em abril do ano que vem<\/p>\n<p>V\u00e1rios crimes brutais j\u00e1 foram registrados na zona rural e em \u00e1reas ind\u00edgenas, em Rond\u00f4nia. Muitos deles, mesmo depois de intensas investiga\u00e7\u00f5es e de criminosos denunciados, ainda n\u00e3o foram julgados. O maior crime j\u00e1 registrado na nossa hist\u00f3ria, ali\u00e1s, continua ignorado, j\u00e1 que sequer houve, at\u00e9 hoje, qualquer condena\u00e7\u00e3o dos envolvidos, mesmo que o inqu\u00e9rito da Pol\u00edcia Federal tenha apontado pelo menos duas dezenas de criminosos, envolvidos diretamente na chacina.<\/p>\n<p>No ano que vem, ela, a chacina, que muita gente continua fazendo de conta que existiu, vai completar nada menos do que, vai chegar aos seus 17 anos de impunidade. No dia 7 de abril de 2004, 29 brasileiros que garimpavam ilegalmente na Reserva Roosevelt, entre Pimenta Bueno e Espig\u00e3o do Oeste, foram trucidados a golpes de tacape, de fac\u00e3o e a tiros de espingarda, por um grupo de \u00edndios. Uma ampla e detalhada investiga\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Federal, \u00e0 \u00e9poca, detalhou todo o massacre e apontou dezenas de suspeitos de envolvimento nos crimes. No final, \u00ad\u00adao menos at\u00e9 agora, ningu\u00e9m foi condenado por estes crimes brutais.<\/p>\n<p>Daqui a alguns meses, se chegar\u00e1 ao triste anivers\u00e1rio de 18 anos. E tudo sob o lament\u00e1vel manto da impunidade. \u00c9 uma vergonha para Rond\u00f4nia. \u00c9 uma vergonha para o Brasil!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Combust\u00edveis: Bolsonaro quer privatiza\u00e7\u00e3o e empres\u00e1rio fala em novas matrizes energ\u00e9ticas<\/p>\n<p>A privatiza\u00e7\u00e3o da Petrobras, que est\u00e1 sendo analisada por seu governo, segundo o presidente Bolsonaro, resolveria o problema dos abusivos aumentos de pre\u00e7o dos combust\u00edveis e do g\u00e1s de cozinha, por exemplo? E quem, neste Planeta, teria algo em torno de 300 bilh\u00f5es de reais para comprar uma das maiores empresas petrol\u00edferas do mundo? Perguntas n\u00e3o faltam, para esta hip\u00f3tese aventada pelo Presidente.<\/p>\n<p>O empres\u00e1rio Eduardo Valente, porta-voz dos propriet\u00e1rios de postos de combust\u00edveis rondonienses, acrescenta ainda mais algumas quest\u00f5es sobre se valeria mesmo a pena a privatiza\u00e7\u00e3o. \u201cHoje o problema de pre\u00e7os dos combust\u00edveis \u00e9 mundial. E os investidores v\u00e3o pensar duas vezes antes de entrar na quest\u00e3o do petr\u00f3leo,\u00a0 at\u00e9 porque a quest\u00e3o da mudan\u00e7a da matriz energ\u00e9tica est\u00e1 a\u00ed, batendo na porta, \u00c9 uma quest\u00e3o de tempo.<\/p>\n<p>Todos os players desse setor, como a Volkswagen e a Shell, apenas para citar duas \u2013 sublinha Valente \u2013 \u201cest\u00e3o investindo pesado em outras matrizes\u201d. Ele acrescenta ainda que \u201ch\u00e1 outras que est\u00e3o investindo pesado no etanol, para ser usado na transforma\u00e7\u00e3o de hidrog\u00eanio, que mover\u00e1 os carros. Temos ainda os el\u00e9tricos. E essa situa\u00e7\u00e3o toda s\u00f3 vai se aplainar dentro de uns cinco anos, com a chegada de novas tecnologias\u201d. O empres\u00e1rio finaliza, vaticinando: \u201ca tend\u00eancia \u00e9 acabar com a gasolina e outros derivados de petr\u00f3leo, a curto e m\u00e9dio prazos\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ilegais brasileiros com roupas de grife e as car\u00edssimas bolsas Gucci?<\/p>\n<p>Vai dar muito o que falar. \u201cAs escolhas pol\u00edticas de Joe Biden est\u00e3o pelo mundo. N\u00f3s tivemos 40 mil brasileiros, s\u00f3 no posto de fronteira de Yuma, indo para Connecticut, usando roupas de marcas e bolsas da Gucci. Isso n\u00e3o \u00e9 mais imigra\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. As pessoas veem que os Estados Unidos est\u00e3o abertos e tiram vantagem de n\u00f3s, e n\u00e3o vai demorar muito para que um terrorista se misture a essa multid\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A declara\u00e7\u00e3o colocada entre aspas, \u00e9 do senador americano Lindsey Graham, do partido Republicano, que faz oposi\u00e7\u00e3o ao presidente, que \u00e9 Democrata. Embora n\u00e3o tenha dado mais detalhes, o senador critica a pol\u00edtica de Biden e, no embalo, colocou os nossos imigrantes ilegais no mesmo pacote. Pode at\u00e9 ter havido um ou outro brasileiro com uma condi\u00e7\u00e3o financeira um pouco melhor, entre os ilegais. Mas 40 mil com roupas de marca e as car\u00edssimas bolsas Gucci, da\u00ed j\u00e1 \u00e9 demais! A grande maioria dos imigrantes que sai do pa\u00eds \u00e9 da classe m\u00e9dia para baixo, alguns gastando at\u00e9 o \u00faltimo tost\u00e3o com passagens a\u00e9reas, estadia no M\u00e9xico e pagamento aos coyotes, que atravessam os ilegais. Para se ter ideia, compra-se uma bolsa Gucci no Brasil a partir de 150 reais, As mais sofisticadas podem superar os 5 mil reais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conf\u00facio sente a temperatura eleitoral, antes de anunciar que \u00e9 candidato<\/p>\n<p>Pode at\u00e9 que n\u00e3o aconte\u00e7a, mas para bom entendedor, meia palavra basta. O senador licenciado e ex-governador Conf\u00facio Moura, depois de alguns poucos dias de descanso, est\u00e1 na estrada. Isso mesmo. Conf\u00facio come\u00e7ou a percorrer v\u00e1rias cidades rondonienses, buscando aqueles longos papos, do que ele gosta muito, com correligion\u00e1rios, amigos, apoiadores e, claro, eleitores. Est\u00e1 sentido a \u201cfebre\u201d, em v\u00e1rias regi\u00f5es do Estado, antes de decidir se anuncia ou n\u00e3o sua postula\u00e7\u00e3o a um terceiro mandato como Governador.<\/p>\n<p>Embora fa\u00e7a quest\u00e3o de manter o mist\u00e9rio, Conf\u00facio deixa no ar a possibilidade concreta de que quer mesmo ser candidato. H\u00e1, dentro do seu partido, o MDB, grande esperan\u00e7a de que, em meados do in\u00edcio do ano que vem, quando estiver prestes a retornar ao seu mandato, Conf\u00facio abra o cora\u00e7\u00e3o e confirme publicamente o que, dentro do seu partido, j\u00e1 \u00e9 praticamente uma certeza.<\/p>\n<p>Os emedebistas estariam at\u00e9 pensando numa chapa puro sangue, com o ex-governador na cabe\u00e7a e o ex-presidente da Assembleia Legislativa, Maur\u00e3o de Carvalho, como seu vice.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Rodovi\u00e1ria e espa\u00e7o alternativo: quando estas pend\u00eancias ser\u00e3o resolvidas?<\/p>\n<p>Duas obras importantes em Porto Velho, que dependem diretamente de uma parceria realmente concreta entre o governo do Estado e a Prefeitura, continuam com pend\u00eancias que, ao que parece, levar\u00e3o ainda muitos meses para terem algum avan\u00e7o. A principal delas \u00e9 a Rodovi\u00e1ria. Mesmo com muitas promessas feitas recentemente, praticamente nada andou. Na semana passada, o Governo estadual chegou a anunciar uma solenidade para a passagem da Rodovi\u00e1ria para o munic\u00edpio, mas ela foi cancelada.<\/p>\n<p>H\u00e1 10 milh\u00f5es de reais de emendas da deputada Mariana Carvalho para a obra, mas at\u00e9 agora nada indica que ela vai andar t\u00e3o cedo. E ainda seria importante a Prefeitura rediscutir, com a comunidade, sua decis\u00e3o de manter a Rodovi\u00e1ria, mesmo quando ela for renovada, no mesmo local atual, no centro da cidade e numa \u00e1rea obviamente muito discut\u00edvel para que ela continue ali. O segundo ponto \u00e9 o Espa\u00e7o Alternativo, que j\u00e1 funciona h\u00e1 longo tempo mas que, at\u00e9 agora, n\u00e3o foi repassado para o munic\u00edpio. L\u00e1 \u00e9 terra em que ningu\u00e9m sabe quem manda, quem deve cuidar, quem fiscaliza os abusos e por a\u00ed vai. N\u00e3o est\u00e1 na hora de resolver essas pendengas?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Perguntinha<\/p>\n<p>Voc\u00ea acha que uma eventual privatiza\u00e7\u00e3o da Petrobras, pode diminuir o pre\u00e7o da gasolina, do \u00f3leo diesel e do g\u00e1s ou n\u00e3o acredita que essa \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o para o consumidor brasileiro?<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao contr\u00e1rio das primeiras informa\u00e7\u00f5es desta quinta-feira, a a\u00e7\u00e3o da Pol\u00edcia Federal, da chamada Opera\u00e7\u00e3o Ductil, que busca provas de poss\u00edveis superfaturamento em compras de equipamentos durante a pandemia, n\u00e3o teve nenhuma a\u00e7\u00e3o realizada em Rond\u00f4nia. 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