{"id":364766,"date":"2022-04-23T09:41:03","date_gmt":"2022-04-23T13:41:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=364766"},"modified":"2022-04-25T10:49:30","modified_gmt":"2022-04-25T14:49:30","slug":"em-dois-anos-agevisa-recolheu-mais-de-130-mil-testes-para-detectar-covid-19-em-ro-regional-de-vilhena-destaca-parceria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2022\/04\/23\/em-dois-anos-agevisa-recolheu-mais-de-130-mil-testes-para-detectar-covid-19-em-ro-regional-de-vilhena-destaca-parceria\/","title":{"rendered":"Em dois anos, Agevisa recolheu mais de 130 mil testes para detectar covid-19 em RO; regional de Vilhena destaca parceria"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_364767\" aria-describedby=\"caption-attachment-364767\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-364767\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/COLETA-TESTES-COVID-MINEIA-CAPISTRANO-12-300x210.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"210\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/COLETA-TESTES-COVID-MINEIA-CAPISTRANO-12-300x210.jpeg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/COLETA-TESTES-COVID-MINEIA-CAPISTRANO-12-600x421.jpeg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/COLETA-TESTES-COVID-MINEIA-CAPISTRANO-12-768x539.jpeg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/COLETA-TESTES-COVID-MINEIA-CAPISTRANO-12-100x70.jpeg 100w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/COLETA-TESTES-COVID-MINEIA-CAPISTRANO-12-696x488.jpeg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/COLETA-TESTES-COVID-MINEIA-CAPISTRANO-12-599x420.jpeg 599w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/COLETA-TESTES-COVID-MINEIA-CAPISTRANO-12.jpeg 821w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-364767\" class=\"wp-caption-text\">Coleta de testes de covid-19 \/ Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Importante a\u00e7\u00e3o desenvolvida pela Ag\u00eancia Estadual de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade (Agevisa), o recolhimento de amostras para diagn\u00f3stico da covid-19, contabilizou no m\u00eas de mar\u00e7o de 2022, quando completou exatos dois anos de pandemia, 133.172 amostras coletadas, garantindo o diagn\u00f3stico padr\u00e3o ouro realizado pelo Laborat\u00f3rio Central de Sa\u00fade P\u00fablica de Rond\u00f4nia (Lacen), em Porto Velho.<\/p>\n<p>No dia 25 de mar\u00e7o, ap\u00f3s ser publicada Nota T\u00e9cnica, a Agevisa informou a redu\u00e7\u00e3o da coleta de amostras, tendo em vista a diminui\u00e7\u00e3o de casos graves da covid-19 e utiliza\u00e7\u00e3o de Teste R\u00e1pido para detec\u00e7\u00e3o do coronav\u00edrus, por parte dos munic\u00edpios. Mas, para registrar a relev\u00e2ncia desta a\u00e7\u00e3o, a Agevisa elaborou uma mat\u00e9ria especial com o depoimento de profissionais da \u00e1rea da Sa\u00fade, que contribu\u00edram com o recolhimento das amostras, em todo o Estado.<\/p>\n<p>No per\u00edodo de dois anos foram realizadas 362 viagens para coleta das amostras envolvendo profissionais de diversos \u00f3rg\u00e3os, como Agevisa, Secretaria de Estado da Sa\u00fade \u2013 Sesau, por meio das Regionais de Sa\u00fade e prefeituras municipais dos 52 munic\u00edpios rondonienses.<\/p>\n<p>O diretor-geral da Agevisa, Gilvander Greg\u00f3rio de Lima, ressalta a relev\u00e2ncia deste trabalho, desenvolvido com empenho e assiduidade por parte das equipes da ag\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>REGIONAL DE ARIQUEMES<\/strong><\/p>\n<p>A gerente regional de sa\u00fade do munic\u00edpio de Ariquemes, Rosecleia da Silva, endossa as palavras do diretor: \u201cA Agevisa est\u00e1 de parab\u00e9ns, no sentido de organizar essa log\u00edstica, tendo em vista que os munic\u00edpios n\u00e3o precisaram se deslocar at\u00e9 Porto Velho para entregar os testes. Esse papel foi recebido com grande valia. N\u00f3s, enquanto Ger\u00eancia Regional replicamos a a\u00e7\u00e3o, prestando apoio aos munic\u00edpios buscando receber em tempo h\u00e1bil as amostras\u201d, resume.<\/p>\n<p><strong>REGIONAL DE CACOAL<\/strong><\/p>\n<p>Na Regional de Cacoal, Rita de C\u00e1ssia Passarelo e Dalva Chader, tamb\u00e9m falaram sobre o trabalho de coleta das amostras: \u201c\u00c9 muito bom, porque voc\u00ea sabia que os munic\u00edpios trariam as amostras e no dia certo, na data certa era enviado para Porto Velho, para o Lacen examinar. T\u00ednhamos a certeza que as amostras n\u00e3o ficariam paradas na Regional\u201d, pontua Rita de C\u00e1ssia Passarelo.<\/p>\n<p>Ela define ainda que o exame como o destino certo, facilitando a vinda da resposta, seja, ela negativa ou positiva, o mais r\u00e1pido poss\u00edvel. \u201cA pessoa quando est\u00e1 doente est\u00e1 precisando de ajuda e a pronta resposta cumpre em partes essa fun\u00e7\u00e3o, porque a partir do resultado o paciente estar\u00e1 pronto para ser tratado, ter alta do hospital se estiver internado, ou se tiver em sua casa, voltar aos seus afazeres. Temos o maior respeito por isso\u201d.<\/p>\n<p>Dalva Chader fala sobre a integra\u00e7\u00e3o das equipes em manipular as amostras at\u00e9 que cheguem ao Lacen. \u201cNossa Regional \u00e9 pequena, mas temos \u00f3timos t\u00e9cnicos, profissionais muito respons\u00e1veis. A gente tem certeza que esse material est\u00e1 sendo armazenado como deve ser e est\u00e1 sendo enviado para Porto Velho com a maior seriedade. Temos essa tranquilidade\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>As t\u00e9cnicas ressaltam, tamb\u00e9m, o apoio para trabalhos t\u00e9cnicos que as equipes proporcionam. \u201cSe a gente tem alguma coisa para enviar para a Capital, al\u00e9m da coleta da covid-19, as equipes da Agevisa tem o maior prazer em nos atender; nunca foi extraviado nada. As amostras da covid-19, sempre chegaram bem, sem faltar, sem trocar.\u00a0A maior gratid\u00e3o que tenho \u00e9 que somos compostos por uma rede, a gente n\u00e3o fez nada sozinho. Somos uma equipe, muito engrenada e todo mundo trabalhou bastante\u201d,\u00a0reitera Rita de C\u00e1ssia.<\/p>\n<p><strong>REGIONAL DE VILHENA<\/strong><\/p>\n<p>O gerente regional de Sa\u00fade da Sesau de Vilhena, S\u00e9rgio Souza Matos, explica como foi realizada a din\u00e2mica no munic\u00edpio. \u201cHouve uma verdadeira integra\u00e7\u00e3o entre Estado e munic\u00edpios na coleta das amostras: as equipes da Agevisa ficavam aqui um dia inteiro recebendo as amostras das localidades. As cidades, por sua vez, ligavam e agendavam o hor\u00e1rio para vir entregar e a equipe ficava \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o nesses hor\u00e1rios. Alguns agendavam 7 horas, outros meio-dia, outros 16h e at\u00e9 18 horas, ou seja, n\u00e3o havia hor\u00e1rio definido, mas a equipe estava sempre \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o s\u00f3 temos a agradecer, porque para o diagn\u00f3stico dos testes, a \u00fanica despesa que o munic\u00edpio teve foi com o transporte dos materiais de sua cidade at\u00e9 a Regional de Sa\u00fade de Vilhena, o restante foi tudo por conta do Governo de Rond\u00f4nia\u201d, pontua.<\/p>\n<p><strong>REGIONAL DE ROLIM DE MOURA<\/strong><\/p>\n<p>Salete Guiller e Nerdilei Pereira, da Regional de Sa\u00fade de Rolim de Moura, explicaram que a din\u00e2mica de recebimento das amostras foi a seguinte: os munic\u00edpios levavam o material \u00e0 Regional de segunda a domingo. De segunda a sexta-feira, das 7h30 \u00e0s 13h30, e no per\u00edodo da tarde, das 16h \u00e0s 17h de segunda a domingo, independente de ser feriado.<\/p>\n<p>\u201cTodas as amostras passam pela Regional, as documenta\u00e7\u00f5es s\u00e3o conferidas, amostras recebidas, armazenadas, temperatura monitorada (dever ser entre 2 e 8 graus celsius), e depois encaminhada ao Lacen, com a equipe de Porto Velho. Depois que sai da Regional, o tempo m\u00e9dio de resposta \u00e9 de 48 horas\u201d, explica Salete Guiller.<\/p>\n<p>A gerente regional, Nerdilei Pereira, diz que a din\u00e2mica do trabalho propiciou fortalecimento de la\u00e7os com os munic\u00edpios e at\u00e9 foi criado um grupo de WhatsApp s\u00f3 para o recebimento das amostras. \u201c\u00c0s vezes o pessoal de Porto Velho estava aqui para levar as amostras e alguns munic\u00edpios, mais distantes, como exemplo Seringueiras ou Parecis, tinham o risco de atrasar, mas iam avisando no grupo e as equipes aguardavam. Fortalecemos a amizade profissional e as equipes que recebem as amostras perceberam essa integra\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m fazem parte deste bom relacionamento\u201d.<\/p>\n<p><strong>REGIONAL DE JI-PARAN\u00c1<\/strong><\/p>\n<p>O gerente Regional de Ji-Paran\u00e1, Alexandre Mates Tavares,\u00a0 explica a din\u00e2mica e at\u00e9 mesmo sofrimento enfrentado por algumas cidades para a entrega das amostras. Nosso trabalho foi desenvolvido assim: os munic\u00edpios geralmente coletam \u00e0 noite, outros bem cedo para chegar em tempo h\u00e1bil. Geralmente as amostras come\u00e7avam a chegar a partir das 8h da manh\u00e3, dependendo da dist\u00e2ncia das localidades. Temos, por exemplo, o munic\u00edpio de Vale do Anari, que \u00e9 bem distante e dele receb\u00edamos at\u00e9 \u00e0s 11h. O empenho das cidades sempre foi muito grande e importante para que as amostras pudessem chegar a tempo e a popula\u00e7\u00e3o tivesse o resultado em m\u00e3os o mais r\u00e1pido poss\u00edvel\u201d, destacou.<\/p>\n<p>A secret\u00e1ria da Comiss\u00e3o Intergestores Regional, Carla Shutz, que tamb\u00e9m atua na Regional de Ji-Paran\u00e1 complementa ressaltando o trabalho em equipe: \u201cTivemos dias dif\u00edceis. Aos finais de semana, por exemplo, trabalhava somente uma pessoa, que tinha que dar conta de receber os documentos, conferir, receber as amostras, checar amostra por amostra e armazenar. Quando a equipe da Agevisa estava em tr\u00e2nsito ia avisando, enquanto prepar\u00e1vamos a caixa para ser recolhida. Foi um trabalho \u00e1rduo; trabalhamos intensamente, muitas vezes bem cansados, ainda assim, quando encerrava o expediente, se algum munic\u00edpio precisasse de ajuda, continu\u00e1vamos trabalhando\u201d.<\/p>\n<p><strong>LONGAS DIST\u00c2NCIAS<\/strong><\/p>\n<p>Alexandre Mates Tavares detalhou como foi a log\u00edstica para munic\u00edpios distantes como Costa Marques. \u201cEra uma luta porque eles t\u00eam que coletar no fim do dia, sair muito cedo com as amostras para chegar aqui em tempo h\u00e1bil, se n\u00e3o tiver nenhuma intercorr\u00eancia na estrada. Quando eles t\u00eam alguma intercorr\u00eancia, entravam em contato e a equipe da Agevisa aguardava. Tudo para n\u00e3o perder as amostras. E assim tamb\u00e9m foi com Vale do Anari e Theobroma. Foi muito tenso para Costa Marques e S\u00e3o Francisco, mas conseguimos\u201d, lembra.<\/p>\n<p>E para finalizar, Alexandre Mates Tavares, fala da import\u00e2ncia do profissionalismo e integra\u00e7\u00e3o entre todas as equipes: \u201cTemos uma boa equipe trabalhando. Todos abra\u00e7aram a causa. E a equipe do Estado est\u00e1 sempre \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o; a qualquer hora, qualquer dia, qualquer momento e sempre tem reposta r\u00e1pida para todos nossos questionamentos\u201d.<\/p>\n<p>A coordenadora estadual das a\u00e7\u00f5es da covid-19 na Agevisa Fl\u00e1via Serrano, resume o desenvolvimento das a\u00e7\u00f5es: \u201cForam dois anos de muita experi\u00eancia, que vamos levar para o resto da vida. Adquirimos muito conhecimento nessa situa\u00e7\u00e3o, que muitas vezes a gente acha que sabe e vem um v\u00edrus mostrando que a gente tem muito a aprender\u201d, considera. \u201cMesmo com a diminui\u00e7\u00e3o do transporte, as coletas para realiza\u00e7\u00e3o do RT-PCR em todo Estado s\u00e3o necess\u00e1rias, \u00e9 por meio dessa t\u00e9cnica que temos a possibilidade de vigil\u00e2ncia gen\u00f4mica. Precisamos continuar conhecendo sobre as variantes circulantes em Rond\u00f4nia\u201d, complementa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Importante a\u00e7\u00e3o desenvolvida pela Ag\u00eancia Estadual de Vigil\u00e2ncia em Sa\u00fade (Agevisa), o recolhimento de amostras para diagn\u00f3stico da covid-19, contabilizou no m\u00eas de mar\u00e7o de 2022, quando completou exatos dois anos de pandemia, 133.172 amostras coletadas, garantindo o diagn\u00f3stico padr\u00e3o ouro realizado pelo Laborat\u00f3rio Central de Sa\u00fade P\u00fablica de Rond\u00f4nia (Lacen), em Porto Velho. 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