{"id":397369,"date":"2023-06-10T10:25:52","date_gmt":"2023-06-10T14:25:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=397369"},"modified":"2023-06-12T10:17:51","modified_gmt":"2023-06-12T14:17:51","slug":"marco-rondon-regiao-rica-em-agropecuaria-natureza-bonita-e-de-pessoas-trabalhadoras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2023\/06\/10\/marco-rondon-regiao-rica-em-agropecuaria-natureza-bonita-e-de-pessoas-trabalhadoras\/","title":{"rendered":"MARCO RONDON: regi\u00e3o rica em agropecu\u00e1ria, natureza bonita e de pessoas trabalhadoras"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_397370\" aria-describedby=\"caption-attachment-397370\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-397370\" src=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Marco-Rondon-fazenda-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Marco-Rondon-fazenda-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Marco-Rondon-fazenda-600x450.jpg 600w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Marco-Rondon-fazenda-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Marco-Rondon-fazenda-80x60.jpg 80w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Marco-Rondon-fazenda-265x198.jpg 265w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Marco-Rondon-fazenda-696x522.jpg 696w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Marco-Rondon-fazenda-560x420.jpg 560w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/Marco-Rondon-fazenda.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-397370\" class=\"wp-caption-text\">A regi\u00e3o \u00e9 rica e tem muitas propriedades rurais \/ Foto: J\u00falio Olivar<\/figcaption><\/figure>\n<p>A comunidade de Marco Rondon, que faz parte do munic\u00edpio de Pimenta Bueno (RO), foi projetada para ser uma cidade, isso ainda na d\u00e9cada de 1960, quando o DNER chegou \u00e0 regi\u00e3o e tra\u00e7ou a rodovia.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca, surgiram diversos arraiais que se tornaram cidades ao longo da BR-29 (atual 364), inaugurada naquele ano. No Google, n\u00e3o h\u00e1 informa\u00e7\u00f5es sobre a hist\u00f3ria do bairro.<\/p>\n<p>O <strong><em>Extra de Rond\u00f4nia<\/em><\/strong> publicou uma mat\u00e9ria valorizando a hist\u00f3ria esquecida, trazendo \u00e0 tona informa\u00e7\u00f5es sobre sua forma\u00e7\u00e3o, com mais de 60 anos, falando como tudo come\u00e7ou, os conflitos com ind\u00edgenas e a ocupa\u00e7\u00e3o das suas terras pelos desbravadores da regi\u00e3o. E entrevistou uma antiga moradora da vila (leia mais <a href=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/2023\/06\/08\/marco-rondon-uma-cidade-fantasma-entre-vilhena-e-pimenta-bueno-esquecida-em-ro\/\"><strong>AQUI<\/strong><\/a>).<\/p>\n<p>Contudo, moradores n\u00e3o gostaram de uma express\u00e3o usada no texto sobre a hist\u00f3ria local: \u201ccidade-fantasma\u201d. Em um grupo de WhatsApp, alguns protestaram e acionaram um vereador, Oziel Almeida, de Pimenta Bueno, que entrou em contato com a reda\u00e7\u00e3o do <strong><em>Extra de Rond\u00f4nia<\/em><\/strong>. Em apoio \u00e0 comunidade, o parlamentar destacou que as pessoas se sentiram ofendidas.<\/p>\n<p>Alguns moradores mais alterados disseram que a veicula\u00e7\u00e3o do texto estaria \u201cmetendo o pau\u201d em Marco Rondon. O que, na verdade, n\u00e3o aconteceu.<\/p>\n<p>A mat\u00e9ria falou que a regi\u00e3o \u00e9 rica em agropecu\u00e1ria, que tem uma natureza bonita, pessoas trabalhadoras que vivem em comunidade e seguran\u00e7a, a ponto de as casas nem terem cerca, pois todos vivem tranquilamente e em harmonia.<\/p>\n<p>O que a cr\u00f4nica mencionou como \u201ccidade-fantasma\u201d refere-se \u00e0 antiga vila, que n\u00e3o virou cidade, que ficou na inten\u00e7\u00e3o, como est\u00e1 claro no texto. N\u00e3o h\u00e1 como mudar e nem apagar a hist\u00f3ria. Pimenta Bueno e Vilhena surgiram na mesma \u00e9poca e s\u00e3o cidades. \u00c9 sobre isso.<\/p>\n<p>V\u00e1rios professores de hist\u00f3ria mandaram mensagens admirando o texto e interessados em conhecer o Marco Rondon, pelo aspecto at\u00e9 arqueol\u00f3gico da \u201cdescoberta\u201d, pois o lugar n\u00e3o aparece na imprensa estadual.<\/p>\n<p>A mat\u00e9ria falou especificamente sobre antiga vila, onde Osmar Costa teve a farm\u00e1cia \u201cMaraj\u00f3\u201d, que foi a primeira da regi\u00e3o, e onde havia um hotel, em estado de abandono hoje em dia.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m destacou que o lugar est\u00e1 esquecido pelo Governo federal, pois as duas placas \u00e0s margens da BR-364 est\u00e3o ca\u00eddas e com a escrita errada: \u201cMarcon Rondon\u201d, o que comprova o citado desd\u00e9m. A tentativa do texto foi de dizer que \u00e9 preciso mais cuidado e amor com o lugar, por parte do governo.<\/p>\n<p>L\u00f3gico que a mat\u00e9ria teve o objetivo de chamar a aten\u00e7\u00e3o para que todos respeitem Marco Rondon, que \u00e9 parte da Hist\u00f3ria de Rond\u00f4nia e n\u00e3o pode ser esquecido e nem desprezado.<\/p>\n<p>O texto veiculado n\u00e3o entrou em detalhes sobre s\u00edtios, ch\u00e1caras e fazendas que existem na regi\u00e3o, movimentando a economia. Um morador comentou no aplicativo de mensagens que a regi\u00e3o \u00e9 muito rica, e disso n\u00e3o duvidamos. Al\u00e9m de tudo, tem uma popula\u00e7\u00e3o simp\u00e1tica e receptiva, como foi dito na reda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Algumas pessoas de Marco Rondon entraram em contato com o <strong><em>Extra de Rond\u00f4nia<\/em><\/strong> de forma respeitosa, inclusive o vereador Oziel foi gentil e apenas manifestou preocupa\u00e7\u00e3o que a mat\u00e9ria pudesse trazer mal-entendidos. Tudo ficou esclarecido.<\/p>\n<p>O EXTRA se compromete a fazer, em outra ocasi\u00e3o, outra mat\u00e9ria, visitando novamente o Marco Rondon, a 125 km de Vilhena, para conversar com mais pessoas e destacar quest\u00f5es que os moradores queiram mencionar sobre o bairro, pois o interesse do jornal n\u00e3o \u00e9, jamais, o de criar conflitos.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria \u00e9 importante e faz parte da Educa\u00e7\u00e3o e da Cultura. Apesar de n\u00e3o terem gostado da express\u00e3o \u201ccidade-fantasma\u201d, todo o restante da mat\u00e9ria \u00e9 o que de fato aconteceu quando do surgimento do Marco Rondon. \u201cCidade-fantasma\u201d \u00e9 s\u00f3 uma for\u00e7a de express\u00e3o, l\u00f3gico. \u00c9 um ditado popular. N\u00e3o h\u00e1 ofensa nisso, mas retiramos isso, que n\u00e3o tem relev\u00e2ncia no contexto.<\/p>\n<p>O local n\u00e3o avan\u00e7ou como cidade, mas isso n\u00e3o o diminui em sua import\u00e2ncia atual, como um bairro rural: produz muito e tem um povo digno de todo o respeito. E que fique claro: o bairro de Marco Rondon n\u00e3o \u00e9 um bairro-fantasma e nem mal-assombrado; \u00e9 vivo, alegre, produtivo e de pessoas honradas.<\/p>\n<p>A mat\u00e9ria veiculada pelo EXTRA foi importante porque os moradores se manifestaram e mostraram o amor que todos t\u00eam pela localidade, e isso foi muito positivo. Foi uma oportunidade deles tamb\u00e9m conhecerem mais da hist\u00f3ria e verem que Marco Rondon \u00e9 parte da Hist\u00f3ria da Ocupa\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Brevemente, os moradores poder\u00e3o mostrar tamb\u00e9m como v\u00e3o as coisas hoje em dia no EXTRA, um dos sites mais acessados do Estado. Estamos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o. O site <strong><em>Extra de Rond\u00f4nia<\/em><\/strong> valoriza Marco Rondon e todas as comunidades urbanas e rurais e quer dar voz a elas, falar de suas hist\u00f3rias e como s\u00e3o hoje.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A comunidade de Marco Rondon, que faz parte do munic\u00edpio de Pimenta Bueno (RO), foi projetada para ser uma cidade, isso ainda na d\u00e9cada de 1960, quando o DNER chegou \u00e0 regi\u00e3o e tra\u00e7ou a rodovia. Na \u00e9poca, surgiram diversos arraiais que se tornaram cidades ao longo da BR-29 (atual 364), inaugurada naquele ano. 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