{"id":94175,"date":"2015-07-13T11:25:38","date_gmt":"2015-07-13T15:25:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/?p=94175"},"modified":"2015-07-13T11:56:42","modified_gmt":"2015-07-13T15:56:42","slug":"a-ousadia-do-recomeco-leia-na-coluna-de-ivanir-aguiar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/2015\/07\/13\/a-ousadia-do-recomeco-leia-na-coluna-de-ivanir-aguiar\/","title":{"rendered":"A ousadia do recome\u00e7o &#8211; Leia na coluna de Ivanir Aguiar"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/ivanir-aguiar-222122-300x265.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-94176\" src=\"http:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/ivanir-aguiar-222122-300x265-300x265.jpg\" alt=\"ivanir-aguiar-222122-300x265\" width=\"300\" height=\"265\" srcset=\"https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/ivanir-aguiar-222122-300x265-300x265.jpg 300w, https:\/\/www.extraderondonia.com.br\/sistema\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/ivanir-aguiar-222122-300x265.jpg 380w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\u201cA quem como eu\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Fa\u00e7o minha as palavras do meu irm\u00e3o de alma Iber\u00ea Barroso, publicit\u00e1rio, jornalista e escritor, que est\u00e1 emprestando seu admir\u00e1vel talento l\u00e1 pelas bandas de Palmas, no Tocantins.<\/p>\n<p>\u201cA idade avan\u00e7ada n\u00e3o \u00e9 a raz\u00e3o para perder a vontade de vencer e se realizar na vida. Pelo contr\u00e1rio, \u00e9 sempre, uma oportunidade de recome\u00e7armos\u201d<\/p>\n<p>O que \u00e9 a vida sen\u00e3o uma ousadia constante de come\u00e7os e recome\u00e7os? Felizes os que, dependendo das circunst\u00e2ncias, conseguem administrar essas muta\u00e7\u00f5es com fibra, entusiasmo, tenacidade e bom senso.<\/p>\n<p>Na minha maneira de pensar e, assim penso, por ser objeto intr\u00ednseco do fato, fator idade n\u00e3o deve ter a menor influ\u00eancia nos come\u00e7os e recome\u00e7os, desde que saibamos administrar com o mais amplo equil\u00edbrio o n\u00famero de anos cronologicamente vividos. Evidentemente que ao sexagen\u00e1rio, quase septuagen\u00e1rio ou mais, sobram experi\u00eancias e faltam o vi\u00e7o e o vigor da juventude. Para isso, n\u00e3o existem idades limites.<\/p>\n<p>Ter ideais vividos e pulsantes, cren\u00e7a em uma corrente religiosa sem fanatismos nem obceca\u00e7\u00f5es, capacidade racional independente de quantos anos tenhamos.<\/p>\n<p>Existem tamb\u00e9m caracter\u00edsticas auxiliares que s\u00e3o demais importantes. Willian Shakespeare dizia com muita propriedade que \u201cse ensinarmos o homem a morrer, ensin\u00e1lo-emos a viver\u201d. As pessoas precisam acabar com a paran\u00f3ia da \u201cvelhicineira\u201d-simbiose de velhice com asneira &#8211; repudiar a morte, vez que ela \u00e9 inevit\u00e1vel, conseq\u00fc\u00eancia natural da vida. Quem escapa do t\u00e9rmino material do existir? Devemos sim, buscar meios e modos de nos depurarmos de certas imperfei\u00e7\u00f5es, porquanto estamos num tr\u00e2nsito de expia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Malquerer, ambi\u00e7\u00e3o desmedida, desrespeito aos semelhantes e a fam\u00edlia, enriquecimento il\u00edcito, prepot\u00eancia, arrog\u00e2ncia e outras mazelas s\u00f3 pesam contra quem as abriga.<\/p>\n<p>Minha vida \u2013 e n\u00e3o cito minha exist\u00eancia com a tola pretens\u00e3o de inefabilidade \u2013 sempre foi de come\u00e7os e recome\u00e7os, de tombos e levantes, dos quais guardo a mais terna lembran\u00e7a, todo sempre deixando um residual de aprendizado important\u00edssimo. Em paralelo, sempre busquei valer-me dos erros eventuais para corrigir-me. Ainda tenho um saldo credor estimulante.<\/p>\n<p>N\u00e3o sei exatamente quando esta minha m\u00edsera carca\u00e7a repousar\u00e1 em uma gostosa sombra de um arvoredo, no campo Santo do Cristo Rei, ao lado de minha m\u00e3ezinha querida, mas quando isto acontecer, depois de meu f\u00e9retro dar uma volta por Vilhena e, se poss\u00edvel, com uma bandeira (mesmo pequena) do Flamengo e o estandarte da Academia Vilhenense de Letras (que tenho muita honra de pertencer), por sobre o meu esquife, podem ter certeza de que estarei muito bem, sem que se esque\u00e7am de uns dois ou tr\u00eas ma\u00e7os de \u201cFree\u201d l\u00e1 dentro, pois, n\u00e3o sei o tempo de viagem e nem onde estarei.<\/p>\n<p>De qualquer forma, estarei marcando compasso com os dedinhos, batendo pesinho numa m\u00fasica de Roberto, nos sambas do Cartola, de Nelson Cavaquinho e, ainda, ouvindo a voz do meu filho, cantando aquela m\u00fasica dedicada a Vilhena e a musica \u201cPAI\u201d (F\u00e1bio Junior). Calma gente! Esta n\u00e3o \u00e9 uma mat\u00e9ria de despedida, para desespero de alguns! Ainda vou durar um bom par de anos, sendo como sou se Deus assim o permitir. Acredito que n\u00e3o terminei minha miss\u00e3o por aqui, e n\u00e3o pretendo t\u00e3o cedo me chamar saudade. \u2013 Tenho dito.<\/p>\n<p><em>Ivanir Aguiar \u00e9 jornalista e membro da Academia Vilhenense de Letras.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cA quem como eu\u201d Fa\u00e7o minha as palavras do meu irm\u00e3o de alma Iber\u00ea Barroso, publicit\u00e1rio, jornalista e escritor, que est\u00e1 emprestando seu admir\u00e1vel talento l\u00e1 pelas bandas de Palmas, no Tocantins. \u201cA idade avan\u00e7ada n\u00e3o \u00e9 a raz\u00e3o para perder a vontade de vencer e se realizar na vida. 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