Os fatos se deram no último sábado, 14, em uma propriedade localizada às margens da BR-435, no entanto, só foi registrado junto à Polícia Civil na tarde de quarta-feira, 18.

Segundo o registro da ocorrência, um morador da Agrovila, localizada no km 24 da referida BR, que presta serviços na Fazenda Colorado, também localizada no mesmo km, recebeu por volta das 18h00 de sábado, ordens do genro da vítima, para que acompanhasse um veículo Fiat Uno até a cidade, pois nele seguia uma pessoa, que havia sido atingido por um tiro de espingarda durante uma caçada.

Ainda segundo o denunciante, este também foi informado pelo genro da vítima, que participava da referida caça, que o veículo era conduzido por uma terceira pessoa, desconhecida do funcionário, mas colega de caça dos envolvidos.

Diante das ordens, o denunciante pegou seu veículo para a realização do acompanhamento, porém, antes de chegar à base da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que se localiza próxima a fazenda onde se deram os fatos, encontrou o Uno às margens da via, sem o motorista e com a vítima em seu interior.

Ao ver a vítima naquela situação, o homem se dirigiu até a base da PRF, onde pediu socorro, sendo atendido prontamente pelos federais, que acionaram uma Unidade de Resgate do Corpo de Bombeiros de Vilhena, para a condução do ferido até o pronto-socorro.

A reportagem do site falou com o advogado do condutor do Uno, que é funcionário da Escola Zilda da Frota Uchôa, responsável pelo tiro que atingiu o caçador e que a princípio pareceu ter abandonado o mesmo a própria sorte as margens da via e este relatou que realmente seu cliente atirou contra o parceiro, porém, devido tê-lo confundido com um porco do mato, haja vista que este estava vestido de preto e se abaixou em meio à vegetação.

Com relação a abandonar o colega, o advogado relatou que o combustível do veiculo acabou e seu cliente pediu carona até a cidade para providenciar mais petróleo a fim de dar continuidade ao procedimento de socorro. O advogado afirmou também, que representa os três caçadores envolvidos no caso.

Já em contato com a assessoria da PRF, esta relatou que a demora no registro do caso junto A Polícia Civil, se deu devido a transmites burocráticos, sendo que era de incumbência do Hospital Regional realizar a comunicação, porém, como tal ação não foi realizada, o departamento da PRF encaminhou um ofício na data de ontem ao delegado Núbio Lopes de Oliveira, responsável pela Delegacia de Homicídios de Vilhena, que dará abertura ao inquérito.

 

Texto: Extra de Rondônia

Foto: Ilustrativa

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