O Extra de Rondônia recebeu uma deúncia anônima na manhã deste domingo, 20, dando conta de que estaria ocorrendo uma ilegalidade quanto à intenção de dois presos no Hospital Regional de Vilhena, devido serem de sexos opostos e estarem na mesma cela.

Diante da informação, a reportagem do site se dirigiu até a referida unidade de saúde, onde comprovou os fatos, estando uma presa internada na mesma cela que o agente Kleiton Oliveira da Silva, de 21 anos, que foi ferido a golpes de facão por um idoso de 61 anos, que tentou assaltar na noite de sábado, 19. (Reveja AQUI)

Também foi comprovada uma segunda ilegalidade no local, devido haver apenas dois agentes guardando a cela ao invés de quatro, que é o mínimo exigido, sendo um destes mulher, que é obrigatório por lei para assistir a presa em sua necessidade s fisiológicas.

Como não é permitida a permanência de homem e mulher na mesma cela assim como em quartos hospitalares, os agentes, que são lotados no presídio feminino, tentaram garantir a segurança da detenta, acomodando Kleiton, que ainda está na maca sem colchão, no parlatório, que é a sala que antecede a cela e que não possui nenhuma segurança, pois é destinada para a permanência dos agentes, para que não se acomodem no corredor e perca o contato visual com o preso.

Porém, a situação além de arriscada, não resolve o problema, pois para fazer suas necessidades, o jovem tem que entrar na cela onde está a mulher.

Diante da gravidade da situação e do risco corrido pelos carcereiros e servidores do hospital, a reportagem do site procurou o Sindicato dos Agentes Penitenciários e Socioeducadores de Rondônia (Singeperon), onde falou com o vice presidente Claudinei Costa de Farias.

De acordo com Claudinei, que já estava a par situação e está tentando meios para solucionar o problema e garantir a segurança dos agentes, o correto a ser feito nesse tipo de situação, é a cedência de mais dois servidores por parte da unidade que tem a custódia do preso, nesse caso a Casa de Detenção de Vilhena, para que o mesmo seja transferido para um quarto normal da ala masculina, onde seria algemado no leito e guardado a parte.

Porém, informações extra oficiais dão conta de que a diretoria da unidade prisional não dispõe de servidores para tal feito e que irá tentar a transferência de Kleiton para outro município, mesmo seu estado de saúde sendo considerado estável, acarretando gastos desnecessários.

A reportagem não conseguiu contato com o diretor da Casa de Detenção, mas o site deixa espaço caso este queira se pronunciar sobre o assunto.

Texto e fotos: Extra de Rondônia

 

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