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Foto: Ilustrativa

A Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai apresentar durante a Feira do Agronegócio “Conecta Sebrae Agrolab Amazônia” o Selo de Indicação Geográfica para o café robusta das Matas de Rondônia, como exemplo de agregação de valor aos produtos regionais.

O processo de IG já foi concluído no Ministério e está em análise no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Essa IG poderá ser a primeira do mundo de uma variedade de café sustentável da região amazônica.

Segundo a coordenadora-geral de Mecanização, Novas Tecnologias e Recursos Genéticos do Departamento de Apoio à Inovação para Agropecuária (Diagro), Sibelle de Andrade Silva, as dez novas cultivares do café das Matas de Rondônia, já estão registradas no Ministério e contaram com o trabalho da Embrapa em seu desenvolvimento.

“As plantas estão disponíveis em viveiros credenciados, podem atingir alta produtividade de 80 sacas por hectare e com irrigação chegam a 100 sacas/hectare. Hoje a média do estado gira em torno de 30 sacas. As novas variedades incrementam em muito o rendimento da lavoura podendo triplicar a produtividade na região”, explica.

Os robustas amazônicos são o resultado de mais de quatro décadas de interação entre genética, ambiente e manejo. Os pesquisadores da Embrapa caracterizam os robustas amazônicos como bebidas de sabor e aroma agradáveis, com doçura e acidez suaves, corpo aveludado e retrogosto (sabor que fica na boca após o consumo) marcante. São cafés que têm características que lembram castanhas, chocolates, frutas secas e seu amargor, quando presente, lembra nibis de cacau.

A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri/RO), em parceria com a Embrapa Rondônia e apoio de várias instituições do Estado, disponibilizou a cartilha “Robustas Amazônicos – Estratégias para a safra 2020” com recomendações de boas práticas agrícolas na produção dos cafés robustas, para otimizar o rendimento dos grãos e melhorar a qualidade da bebida, incluindo estratégias de prevenção contra o novo coronavírus. A publicação traz especificamente orientações sobre colheita, pós-colheita, secagem e armazenamento dos Robustas Amazônicos.

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