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Sônia Biavatti – Heladio Cândido Senn
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Na manhã desta quarta-feira, 2, o Delegado Núbio Lopes de Oliveira, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), reuniu a imprensa na UNISP, onde falou sobre o encerramento da 1ª fase da investigação do ataque criminoso onde 5 pessoas foram mortas com requintes de crueldade na sede da fazenda Vilhena, incluindo o proprietário  Heladio Cândido Senn, mais conhecido como “Nego Zen”, e sua esposa Sônia Biavatti. Leia (AQUI), (AQUI).

Além do Delegado Núbio Lopes de Oliveira, estava presente na coletiva o perito Eloiso Vinha, Major PM Thiago Araújo Santos, Delegado Regional Fábio Campos e Delegado Thiago Flores – representando a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco).

De acordo com Núbio Lopes, a união entre a Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público e Judiciário foi primordial para que as instigações se aprofundassem e nesta primeira fase, os autores fossem identificados.

Núbio ressalta que os criminosos fazem parte da Liga dos camponeses Pobres (LCP), esses membros tem treinamento de “guerrilha” e são conhecidos como os homens que fazem a “limpeza da área”, ou seja, eles têm a incumbência de matar os proprietários e funcionários para que os outros membros da LCP possam invadir a propriedade e não encontrar resistência.

Durante as investigações os criminosos que participaram da cachina da fazenda Vilhena foram identificados como: Emanoel Frauzina França, conhecido por “Manelinho”, chefe da organização, foi assassinado pelo sogro num assentamento conhecido por “Escurão” próximo ao distrito do Guaporé, Leia (AQUI), Jeferson Pereira Ramos, 28 anos, conhecido por “Jairão” foi quem levou a caminhonete para a mata e colocou fogo, está preso, Adelson de Oliveira, conhecido por “Erê”, está preso, Wemerson Marcos da Silva, 37 anos, conhecido por “Preto”, está foragido, Marcelo Costa Vergilato, 37 anos, conhecido por “Xiru” está foragido e Suesi Marcelino Rocha, 36 anos, conhecido por “Papagaio” está foragido.

Segundo o perito da Politec – Elosio Vinha, Nego Zen foi morto na porta do quarto por disparos de espingarda Calibre 12, sua esposa Sônia Biavatti, foi executada no galpão com tiro calibre 12 na cabeça, dois funcionários da fazenda foram assassinados com tiros de pistola 380 na cabeça e outro funcionário com disparos de calibre 12 também na cabeça, todos estavam de joelhos.

O perito relata que os criminosos não pouparam munições, além agirem com táticas para não deixarem vestígios de impressão digital e de DNA no local, inclusive recolhendo capsulas no chão.

Os criminosos pouparam duas crianças e dois adultos, sendo um homem e uma mulher. Eles foram trancados num quarto por volta das 20h e por volta das 05h percebendo que os bandidos haviam batido em retirada, arrombaram uma janela e caminharam por aproximadamente de 14 quilômetros, quando encontraram uma pessoa e contaram o acontecido, acionando a Polícia Militar via 190.

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