Empresário explica motivo da paralisação das obras das faixas elevadas em Vilhena

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Nesta terça-feira, 12, a redação do Extra de Rondônia recebeu diversas reclamações de usuários das vias públicas, principalmente em frente escolas indagando o motivo da paralisação na construção das faixas elevadas.

De acordo com algumas pessoas que entraram em contato com o Site, as obras que estão paralisadas, estão causando sérios transtornos a quem trafega com motos, carros, bicicletas entre outros tipos de veículos.

Em cinco locais, dois deles foram interditados as duas vias, ou seja, em frente a escola Marcos Donadon, na Avenida Tancredo Neves, que é de grande movimento e a Avenida 1705 em frente a escola Hermógenes Nogueira, que também tem um trânsito considerável.

Porém, os usuários reclamam que as obras foram abandonadas e os cavaletes não foram retirados ficando o trânsito interrompido e causando transtornos a quem transita pelas vias.

Diante disso, moradores da região e pessoas que trafegam pelos locais, retiraram os obstáculos e abriram o trânsito, já que nenhuma autoridade competente se dispôs a falar com a comunidade o porquê das obras pararem.

Com isso, a reportagem entrou em contato com Hélio Akino, proprietário da empresa Engenharia Vale do Guaporé, responsável pela construção de 38 faixas elevadas, que informou o motivo da paralisação das obras.

Segundo o proprietário, devido a greve dos caminhoneiros o material principal, a emulsão asfáltica, não chegou. E, com isso, as obras foram paralisadas.

Entretanto, Akino afirma que até sexta-feira, 15, o material deverá chagar. Com isso, as obras serão retomadas de imediato e no máximo em cinco dias, as 5 faixas elevadas ficarão prontas. Sendo que num prazo máximo de 45 dias a empresa deverá entregar ao município as outras 33 faixas.

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Texto e fotos: Extra de Rondônia

 

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