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Para Junior Donadon, sua pré-candidatura  é uma decisão madura, tem viabilidade e propósito
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O vereador e vice-presidente da Câmara de Vilhena, Junior Donadon (PMDB) entrou em contato com o Extra de Rondônia para comentar a declaração feita pelo ex-prefeito Melki Donadon (PTB), no início da tarde desta sexta-feira, 16.

Ao defender a pré-candidatura a deputado Federal de Natan Alevato Donadon (PTB), conhecido como “Natanzinho”, filho do ex-deputado federal Natan Donadon, Melki  mandou um “recado” ao primo Júnior Donadon, que também pretende concorrer a uma vaga no Congresso Nacional.

Na opinião do ex-alcaide, Junior, primeiramente, deveria terminar seu mandato na Casa de Leis para depois enfrentar outro cargo, e “não cometer o mesmo erro que eu cometi”. Melki se referiu ao momento em que administrava Vilhena (1997 – 2000) e deixou o mandato em 1998 para concorrer ao governo. Na ocasião, ele ficou em terceiro lugar, atrás de José Bianco (que foi eleito) e Valdir Raupp, que tentava a reeleição.

Ao site, Junior afirmou que discorda da opinião de Melki e alegou que sua pré-candidatura a deputado Federal não é um devaneio, uma loucura, e que foi tomada com sabedoria, dentro de uma lógica e conjuntura partidária e ouvindo a população. “Estamos há mais de seis meses estudando essa pré-candidatura, e chegamos à conclusão que uma disputa é viável, e quem ganha com isso é a região do Cone Sul, que pode continuar tendo um representante no Congresso. Vejo que, na atual conjuntura, minha pré-candidatura é confortável dentro do PMDB, e com reais chances de eleição, e não vejo isto como erro. Tenho o governador Confúcio Moura e o senador Valdir Raupp, que são do meu partido. Tenho estrutura e apoio partidário. A minha disputa é uma decisão madura, tem viabilidade e propósito, ao contrário do Melki, que na época tomou uma decisão solitária, não tinha grupo político, e acabou afrontando todos os que o apoiavam, afrontou a ordem das coisas”, frisou o vereador peemedebista.

NATANZINHO

Ao avaliar a pré-candidatura de Natanzinho, que também é seu primo, Junior acredita que esse projeto político é totalmente desfocado do quadro atual no Cone Sul. “Respeito o trabalho de Melki, mas a pré-candidatura de Natanzinho se torna inviável por dois motivos: inexperiência na administração pública e falta de posicionamento dentro da sua agremiação partidária, o PTB, porque terá que enfrentar fortes nomes, como o próprio deputado federal Nilton Capixaba, de Cacoal, presidente regional do PTB, que vai tentar a reeleição. Como disse anteriormente, hoje as pessoas querem que seu representante tenha experiência administrativa”, explicou Junior.

O vereador disse ainda que “as pessoas da região têm que tomar cuidado para que o Cone Sul não fique sem representante no Congresso”. “Estou apresentando uma eleição viável para a região. Não é vaidade, é um projeto coerente”, concluiu.

 

Texto: Extra de Rondônia

Foto: Extra de Rondônia

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