A médica Tatiane Campos Brandão, entrou em contato com redação do Extra de Rondônia, na tarde desde domingo, 8, onde rebateu as declarações de familiares, no qual relataram que a mesma teria se recusado a assinar a declaração de óbito de José Borges Pereira, de 56 anos, que morreu de causas naturais no final da tarde de sábado, 7, na casa onde morava sozinho, no município de Colorado do Oeste.

De acordo com a médica, ela apenas seguiu o protocolo e agiu com extrema cautela, sendo que a vítima tinha sido encontrada morta dentro da própria casa. Com isso, como já era noite quando o corpo chegou ao necrotério do hospital, teria que esperar amanhecer para tomar as devidas providências. Porém, como na madrugada atendeu um homem que disse a ela que tinha consumido bebida com veneno, a mesma que José havia ingerido, ela achou por melhor, antes de assinar a declaração, esperar o corpo passar pelo médico legista para não haver duvidas sobre a causa da morte.

Sendo que, quando uma pessoa morre de causas naturais o procedimento do médico legista não é necessário, o profissional que está no plantão assina a declaração de óbito.

Entretanto, a família queria que o corpo fosse liberado o mais rápido possível para que pudessem tomar as providências, quanto ao velório e sepultamento.

A médica nega que tenha chamado a Polícia Técnica de Vilhena para fazer a perícia.

Ademais, o boletim de ocorrência cita apenas que a vítima foi encontrada morta dentro de casa e não havia suspeita de crime. O delegado entrou na questão para apaziguar a situação e amenizar o sofrimento da família para que o corpo fosse liberado.

“Após diversas conversas com o delegado, ficou esclarecido que José realmente tinha morrido de causas naturais. Com isso, não havendo dúvidas, assinei a declaração de óbito na manhã desse domingo”, disse Tatiane.

Texto e Foto: Extra de Rondônia

 

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