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Foto: Ilustrativa
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O preço da maçã apresenta tendência de queda no atacado em março. Após a fruta ter ficado mais cara nas centrais de abastecimento, no último mês essa alta entrou em fase de desaceleração com o início da colheita do tipo gala, aumentando a oferta do produto de boa qualidade no mercado. É o que aponta o 3º Boletim Prohort, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

De acordo com os dados do sistema de acompanhamento de preços diários, apurados pelo Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), a primeira quinzena deste mês aponta para estabilidade ou queda nos valores da maçã nos entrepostos atacadistas.

Este comportamento deve manter-se com o aumento da oferta, uma vez que o setor ainda espera a intensificação da colheita na variedade fuji.

No sentido contrário da fruta, a cebola registrou redução generalizada nos preços nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do país, em fevereiro. Isso indica que o valor de comercialização da hortaliça em março tende a se elevar.

“Devido às condições climáticas, em fevereiro o agricultor teve que colocar sua produção no mercado, o que elevou a quantidade de oferta da cebola na época. Com o excesso de demanda no mês anterior, a tendência agora é que haja menos produto no mercado, ampliando a possibilidade da entrada de cebola importada, o que aumenta os custos para o consumidor”, ressalta a gerente de Modernização do Mercado Hortigranjeiro da Conab, Regina Santos.

No caso da batata, a interrupção da colheita em fevereiro, ocasionada pelas constantes precipitações, influenciou na alta do tubérculo no atacado. Neste mês de março, há tendência de alta nos preços, que deverá ser confirmada a depender do clima.

“Caso as chuvas continuem, a colheita pode ser afetada, contribuindo assim para a manutenção dos preços em patamares elevados. Já se houver estiagem, o aumento da oferta de batata pode iniciar um movimento de queda nos mercados atacadistas”, explica Regina.

Alface, cenoura, tomate, banana, melancia, mamão e laranja também tiveram a comercialização analisada.

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