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As agências digitais brasileiras de checagem de fatos aumentaram a frequência de verificações sobre desinformação da Covid-19. Este é o resultado preliminar da pesquisa de Allysson Martins, professor de jornalismo na Universidade Federal de Rondônia (Unir).

O andamento do projeto “Fact-checking e inovações no combate às fake news sobre a Covid-19” será apresentado em duas ocasiões, às 19h de terça-feira 10 e às 08h30 de quarta-feira 18, sempre no horário de Rondônia.

Na noite de terça-feira, o coordenador do MíDI – Grupo de Pesquisa em Mídias Digitais e Internet participará do evento “Midianididades”, promovido pelo professor Samilo Takara. O objetivo do encontro é discutir os impactos da mídia na vida cotidiana; a inscrição deve ser realizada antecipadamente.

Já a palestra da quarta pela manhã acontece no seminário final do PIBIC-PIBITI, organizado pela Unir para apresentação dos resultados das pesquisas financiadas pela instituição. O tema deste ano será “Pesquisa Científica em Tempo de Pandemia”.

Segundo Martins, a sua pesquisa realiza dois movimentos complementares, visando identificar os padrões de fake news propagadas no processo de desinformação sobre a Covid-19 e avaliadas pelas agências brasileiras de fact-checking. Além disso, investiga como essas agências de checagem avaliam tais informações falsas e apresentam os resultados para o público.

“Esse duplo questionamento considera os esquemas de interpretação da realidade, tanto nas propriedades e nas operações do espalhamento das informações falsas sobre a Covid-19; quanto nas estratégias de inovação e de qualidade da informação da verificação das fake news sobre a Covid-19 pelas agências”, explica o professor.

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