A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira, 2, a segunda fase da operação “Kawyra”, visando dar cumprimento a um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal em Porto Velho.

A investigação tem como objetivo desarticular organização criminosa instalada na região da Terra Indígena Karipuna, com atuação no distrito de União Bandeirante, município de Porto Velho/RO, dedicada ao desmatamento, queimadas, loteamento e comercialização ilegal de glebas no interior da Reserva Indígena, popularmente conhecida por “grilagem de terra”.

A ação de hoje visa prender um dos principais envolvidos nos crimes investigados, que poderá responder por invasão de terras da União (art. 20, Lei nº 4.947/66), desmatamento ilegal (art. 50-A, Lei nº 9.605/98), estelionato (art. 171, CP), incitação à prática de crime (art. 286, CP), bem como constituição e participação em organização criminosa (art. 2º, Lei nº 12.850/13).

O preso, depois de ouvido na sede da Polícia Federal, será encaminhado para o sistema prisional estadual onde permanecerá à disposição da Justiça Federal.

O termo “Kawyra” tem origem na língua indígena Karipuna e significa “floresta”, em referência à atuação da PF no sentido de preservar a vegetação nativa da Reserva Indígena e reprimir a atuação de grupos criminosos na região.


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