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DSC_0418O surto de H1N1 registrado em Vilhena nos últimos dias movimentou a Agência Estadual de Vigilância Sanitária (AGEVISA) que designou uma equipe que veio da capital, Porto Velho, e que permanecerá em Vilhena até a sexta-feira, 13, fazendo visitas às unidades de saúde e reuniões para traçar estratégias de controle da doença.

Os profissionais do órgão estadual chegaram ao município no final da manhã desta terça-feira, 10, e já se reuniram com as autoridades locais no Hospital Regional Adamastor Teixeira de Oliveira (Hospital Regional) para se inteirarem do problema.

A enfermeira Josefa Lourdes Ramos (esq.), membro da comitiva, disse que a AGEVISA tem até então apenas dados divulgados pela imprensa com relação ao assunto. Ela contou que para cada caso confirmado de H1N1, de 15 a 20 pessoas que tiveram contato com a pessoa portadora do vírus devem ser monitoradas, pois podem estar infectadas. Ela explica que casos confirmados através de exames são importantes, porém cada paciente que der entrada em qualquer unidade de saúde, com sintomas de gripe devem ter atendimento minucioso até que seja descartado todas as possibilidades de estar com H1N1.

As precauções individuais, segundo a profissional da saúde, também são essenciais para o combate ao vírus. Josefa Lourdes Ramos explica que a primeira medida é lavar as mãos com frequência, e mantê-las sempre limpas com álcool em gel. “Esse produto, que é vendido em vários lugares é eficaz contra a doença, e isso já foi comprovado”, afirmou. A segunda, no entanto é estar com a guarda de vacinação em dia (carteirinha de vacinação).

A enfermeira contou, ainda, que mesmo sem registrar casos, todas as unidades de saúde devem estar sempre atentas à manifestação do vírus. “Estamos em alerta desde 2009. É um alerta constante”, acrescentou. Para finalizar, a representante da ANGEVISA, disse que não adianta vacinar a população a partir de agora. “Vacinação em massa, nesse momento, não resolve. A população deveria receber doses da vacina antes de vários casos registrados. O medicamento precisa de um tempo para fazer efeito. A partir de agora é tomar outras formas de prevenção”, arrematou.

O município de Vilhena conta, atualmente, com apenas 4.500 doses da vacina contra H1N1. Um número inexpressivo diante da quantidades de habitantes. A prioridade para vacinação, no entanto, está sendo dada para crianças e gestantes, que estão no quadro de risco organizado pelas agências de saúde.

O Extra de Rondônia tentou acesso à reunião dos envolvidos no caso para trazer mais detalhes à população. Entretanto, o titular da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Vivaldo Carneiro, não teve tempo, segundo sua assessoria, de atender a imprensa e não autorizou a entrada da equipe de reportagem desta página eletrônica.

O Diretor do Hospital Regional, Adilson Vieira Rodrigues foi procurado, e disse que os membros dos órgãos que participariam das reuniões “estavam pra chegar” no HR. Porém, não soube detalhar o horário e local exatos do encontro. Por fim, deixou sua sala e por telefone mais uma vez não soube dizer ao certo onde seria a reunião.

 

Fonte: Extra de Rondônia

Texto: Da Redação

Foto: Extra de Rondônia

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