Coluna escrita por Humberto Lago/Foto: Acervo Extra de Rondônia

No seu entender, quais as maiores dificuldades que as empresas estão enfrentando na atual conjuntura? Indique os fatores mais relevantes que estão impedindo seu crescimento econômico?

Creio que as respostas mais comuns seriam: 1-O mercado está deprimido, o que impede o aumento das receitas; 2-A inadimplência generalizada dos clientes, porque isso eleva o risco empresarial; 3-As dificuldades financeiras das organizações, inclusive a insuficiência de capital de giro, porque conturbam a realização de negócios; 4-A baixa lucratividade; e 5-Falta de investimentos para alavancar as operações.

No mês passado, conversando com dois empresários locais, cujas firmas estão em processo de crescimento, discutíamos sobre os maiores desafios de nossas firmas na atualidade. Ouvi, surpreso, de ambos, que o maior problema que eles enfrentam não são operacionais, nem financeiros, nem mercadológicos, nem tem a ver com a lucratividade. Pelo contrário, seus maiores problemas estão situados especificamente na área de recursos humanos. Você sabia disso?

Segundo eles, suas maiores dificuldades são: 1.-A incapacidade profissional de seus colaboradores e 2.-A postura deficiente dos mesmos, diante das perspectivas da firma.

O conteúdo profissional de alguns colaboradores é deficiente, talvez em parte decorrente das limitações do processo educativo nacional. E pessoas deficientes tendem a se tornar pouco produtivas e pouco criativas.

Com relação à postura, as pessoas parecem não ter paixão pelo trabalho; aparentam não querer um comprometimento com resultados; não se sentem confortáveis em trabalhar com metas; nem gostam de assumir desafios e nem correr riscos.

Interessante que elas aparentam não ter consciência dessa problemática, nem acreditam que há futuro numa boa formação profissional. Isso é triste. Elas não têm a visão de que a vaga de emprego tem uma relação direta com o que você tiver para oferecer ao seu empregador.

Outra dificuldade delicada tem a ver com a postura pessoal. As pessoas não são procuram conhecer nem se envolver com as necessidades operacionais da empresa.

Nunca esqueça que boas empresas não deixam partir funcionários capazes, produtivos e íntegros; nem ignore que o salário é consequência de sua competência profissional, bem como de suas potencialidades. Não estou seguro de que estas verdades fundamentais continuam sendo lembradas aos alunos de nossas faculdades. Pense nisso enquanto lhes digo até a semana que vem.

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