Fotos: Arquivo Extra de Rondônia

Luciano Ferreira da Conceição, foi morto a tiros por volta das 12h44, do dia 8 de agosto de 2015, quando trafegava com um carro Chevrolet Corsa de cor rosa, pela Avenida Marechal Rondon, no centro de Vilhena. Leia (AQUI).

De acordo com o delegado Núbio Lopes de Oliveira, titular do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vilhena, após 5 anos de investigação chegou a conclusão inquérito que apurava a morte de Luciano.

Segundo o delegado, foi concluído que o acusado identificado pelas iniciais S.S.P., foi o autor do homicídio, e o motivo seria uma pequena dívida de drogas, já que a vítima era dependente químico.

Consta nos autos do processo que a vítima seguia pela avenida citada, sentido Porto Velho, dirigindo o carro com os vidros abertos e ouvindo música em volume alto, quando uma moto Bros de cor preta com dois ocupantes, ultrapassou o veículo da vítima e, logo em seguida o garupa desceu e efetuou dois disparos na direção da vítima, fazendo com que  perdesse o controle do carro, desviou para a esquerda, subiu no meio-fio e colidiu com um outro carro que estava estacionado.

Na sequência da ação, o assassino se aproximou da frente do carro e disparou acertando o para-brisa e o braço esquerdo, um quarto disparo atingiu o retrovisor e transfixou, por fim o último tiro acertou a região escapular, ou seja, o tórax da vítima que sofreu morte praticamente instantânea.

Após executar Luciano, o acusado subiu na moto e na companhia do comparsa e fugiu.

No curso das investigações após um roubo ocorrido numa loja de bolsas em Vilhena, leia (AQUI) em que foram presos dois homens, sendo um deles o acusado pelo assassinato de Luciano, a polícia encontrou duas armas em seu poder, no qual em exame balístico apresentou características semelhantes com a arma usada para matar Luciano, sendo comprovado após outras perícias que se tratava da mesma arma, um revólver Taurus calibre 38.

Após colher as provas, o caso foi encerrado pelo delegado Núbio Lopes de Oliveira e o inquérito enviado ao Ministério Público. O acusado responde em liberdade.

sicoob credisul

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