Coluna escrita por Humberto Lago/Foto: Arquivo Extra de Rondônia

A crise afeta tanto o interior quanto o exterior das pessoas. A crise fez as pessoas se isolarem, pelo isolamento imposto. A crise provoca doença nas pessoas, abalando sua estrutura emocional. A crise frustra e posterga a realização de nossos planos. A crise desanima e é cruel, abate e derrota.

Não sei se você concorda comigo, porém começo a perceber, tanto nas pessoas quanto na atmosfera em geral, os primeiros e singelos sinais de mudança. Serão eles os sinais de uma provável, tão sonhada e desejada recuperação da atividade econômica?

É muito difícil e temerário responder a esta pergunta, mesmo porque esta crise está presente, na vida dos lares brasileiros, com seus altos e baixos, há dezesseis dolorosos e aparentemente infindáveis meses.

Minha percepção pessoal, do atual momento, com base apenas na observação dos fatos, é a seguinte:

Há mais pessoas nas ruas. Há mais pessoas circulando em todos os lugares. Há mais pessoas fazendo pequenas compras. Há mais pessoas reformando suas casas. Há mais pessoas construindo residências. Há mais carros andando nas ruas. Há mais ânimo na face das pessoas. Há mais pessoas alegres e sorridentes. Há mais disposição na mente de nossos empresários. Há mais caminhões rodando nas rodovias. Há mais safra sendo transportada. Há mais pessoas confiantes. Há menos medo generalizado. Enfim, há mais esperança no coração das pessoas. Graças a Deus por cada um destes importantes e estimulantes sinais.

A epidemia continua grave. Muitos leitos hospitalares estão tomados. Diversas UTIs estão no limite de sua capacidade. Contudo há mais vacinas sendo recebidas; consequentemente mais pessoas sendo vacinadas. Por outro lado, a identificação de novas cepas, traz apreensão e ansiedade a todos.

Apesar de tudo, creio que este é o tempo de vivermos pela fé em Deus e pelo trabalho consciente. Todos somos convocados a enfrentar a crise com um olhar otimista. Por certo a crise provou  que somos frágeis e limitados; que somos dependentes da fé e da ciência; que a riqueza material nem sempre tem o poder de adquirir saúde e assim restituir a vida.

Creio que a crise traz uma grande lição para todos nós: Precisamos viver e reagir como integrantes de uma comunidade solidária. Fomos concebidos para uma vida societária e harmoniosa. Há um propósito superior para nossas vidas. Precisamos ser humildes para descobri-lo e criteriosos para experimentá-lo. E em todas as circunstâncias, que sejamos honrados e efetivos, cidadãos e cidadãs.

Pense nisso enquanto lhes digo até a semana que vem.

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