Coluna escrita por Humberto Lago

Era uma visita de cortesia e despretensiosa, em todos os sentidos. Falávamos de assuntos diversos quando aquela pessoa começou a falar de sua empresa.

Ele era um jovem empresário, cheio de entusiasmo, ideias e planos. Estava muito feliz pelo atual momento da economia brasileira, a despeito das preocupações e ansiedades decorrentes da pandemia.

Então começou a falar de planejamento. Ele disse que queria que sua firma tivesse um planejamento de curto, médio e longo prazo. Entendia que isso era uma ferramenta imprescindível para uma boa gestão. Também é necessário que metas sejam fixadas para o avanço crescente e sólido da organização. Não existe futuro sem planejamento.

Também me mostrou suas instalações físicas. Aqui será o setor de treinamento; naquele canto teremos uma mesa de reunião, para a preparação dos vendedores, a qual terá oito lugares. A seguir me levou a outro espaço do escritório dizendo: daqui faremos o monitoramento dos equipamentos instalados em nossos clientes. Mais que auxiliá-los, queremos assisti-los. Havia tanta convicção nas suas palavras a ponto de eu poder visualizá-las com clareza. Você já passou por uma experiência dessas?

Os verbos que ele mais usava eram: eu preciso disso, eu terei que fazer aquilo, uma boa empresa tem que operar desta forma etc. Aquele conjunto de saudáveis ideias precisava agora, ser transplantado de sua mente para serem registrados no papel e assim constituir um adequado plano de negócios.

Há empresas desorganizadas. Algumas dizem que é por falta de tempo, embora prefira conceituar isso de incompetência. Há algo pior e mais grave do que a desorganização em si: é quando a pessoa não toma ações corretivas nem reage. Mais do que decepcionante, isso é muito triste! Tais empresários estão, efetivamente, com um sério e urgente problema.

Continuando meu amigo afirmou: tenho contratos assinados, objetivos a alcançar. Preciso estruturar a firma, abrir filiais, contratar pessoas e investir em instalações. Além deste, tenho outros projetos em mente, a serem implantados de modo complementar à atividade principal.

Todos eles estão vivos em minha memória, mas precisam ser formalizados, estruturados e a seguir implantados. Estamos falando de recursos expressivos, os quais requerem estudos de viabilidade econômica, a introdução de adequados e eficientes controles internos etc.

Você sabia que existem pessoas assim no nosso meio? Pessoas reais, repletas de entusiasmo e vigor. Pessoas que não se abalam com os desafios da hora presente; que não estão paralisadas com o avanço da inflação, nem com a incerteza política, porque creem nas suas ideias.

Empresário e empreendedor amigo, digo isso para incentivá-lo! Há um mundo de negócios e oportunidades bem à nossa frente. Creia nisso; envolva-se; participe disso. Hoje é o tempo de sonhar e de investir; de crer em Deus e de trabalhar. A população mundial cresce sem parar; há falta de alimentos; o Brasil tem tudo para se consolidar como o celeiro do mundo! Pense nisso enquanto lhes digo até a semana que vem.

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