Isaú e Joaquim na campanha eleitoral / Foto: Divulgação

Ainda não chegou sequer na metade do mandato atual e o clima entre o prefeito e o vice de Ji-Paraná, Isaú Raimundo da Fonseca e Joaquim Teixeira dos Santos, respectivamente, é o pior possível.

Ambos estão travando uma disputa, através do Judiciário, a partir do momento em que não houve mais diálogo entre a dupla, com o prefeito tomando medidas consideradas pelo vice como arbitrárias e com objetivo de esvair qualquer resquício de poder a autoridade de seu cargo.

Mais ainda: Teixeira acusa Isaú de “esvaziar” a função do vice-prefeito desmantelando a estrutura de trabalho, o impedindo de ter acesso ao seu gabinete, recolhendo o carro oficial que tinha à sua disposição e ainda exonerando assessores que trabalhavam com ele.

Isso, na argumentação que o vice-prefeito apresentou à Justiça, tornou totalmente inviável o exercício do mandato de Teixeira, eliminando totalmente qualquer possibilidade de trabalho.

As medidas extremas tomadas por Isaú contra aquele que o acompanhou nos palanques eleitorais em 2.020 já aconteceram há quase um ano, em meados de julho do ano passado, indicando que possivelmente o interesse do prefeito pelo colega se limitava ao período eleitoral, e não para o exercício do mandato.

Na petição apresentada, o vice pede a revogação dos atos que o limitaram no exercício da função em caráter liminar, porém o pedido não foi atendido pela Justiça, que determinou a oitiva do MP e da parte adversa na causa antes da tomada de qualquer decisão.

O processo ainda está em primeira instância e tramita na 2ª Vara Civil da Comarca de Ji-Paraná.


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