Coluna escrita por Humberto Lago/Foto: Arquivo Extra de Rondônia

Nos últimos anos presenciamos, com pesar, a desvalorização intensa do real diante de outras moedas. Foi um quadro triste e constrangedor, que afetou negativamente muitas empresas em suas atividades econômicas.

O governo federal tem se deparado com dificuldades orçamentárias; os esforços políticos objetivando a aprovação da reforma trabalhista, no congresso, consumiram tempo e energia; as bruscas e significativas alterações monetárias internacionais afetaram a atividade econômica do país. Também deve ser lembrado que a pandemia causou transtornos enormes, principalmente pelo isolamento social.

Mesmo que quisesse, o governo brasileiro se viu impedido de desenvolver ações maiores e mais efetivas para recuperar o valor da moeda. Por todos esses motivos a cotação do real despencou com força.

De igual forma, o dólar americano se valorizou sobremaneira, atingindo níveis altíssimos, encarecendo sobremaneira os preços dos insumos e produtos importados, os quais tiveram de ser repassados aos clientes, contribuindo assim para o aumento da inflação.

Nas últimas semanas percebemos – com enorme satisfação – que aqueles fatores que provocaram a desvalorização de nossa moeda, começaram a retroceder. O valor do dólar começou a cair e o real começou a se elevar.

Isso coincide com a recuperação da economia brasileira, bem como com o crescimento animador e estimulante do PIB. De igual forma, o dólar se desvalorizou frente ao real, tendência essa que deve se manter nos próximos meses.

É gratificante ver esse novo e promissor cenário. Na atual conjuntura precisávamos de uma notícia dessas, a fim de revigorar o ânimo de inúmeras empresas e investidores. É salutar, portanto, ver a economia brasileira sendo reativada, em diversos setores; ver a geração de empregos crescendo lentamente; ver as receitas governamentais aumentando de forma consistente, o que possibilita a recomposição dos orçamentos do governo federal, estaduais e municipais.

Com exceção do mercado automobilístico (por causa da crise dos chips), a normalização do mercado vai avançando a passos largos. Tudo indica que em breve os preços dos produtos importados devem cair, seja ajudada pela cotação do dólar, seja porque a maior parte das empresas já recompôs suas margens operacionais.

Estou confiante de que, com fé em Deus e trabalho árduo, os próximos meses serão de perspectivas positivas. Este é o tempo de desengavetar os projetos de expansão de negócios e de diversificação de produtos. Pense nisso enquanto lhes digo até a semana que vem.

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