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Natalzinho em visita ao site / Foto: Extra de Rondônia

O vice-presidente da Federação de Futebol do Estado de Rondônia (FFER), Natal Jacob, conhecido como “Natalzinho”, visitou a redação do Extra Rondônia na manhã desta terça-feira, 13, para esclarecer o fato ocorrido no último sábado, 10, na confusão durante a partida do Campeonato estadual sub-20 entre o Vilhenense e Porto Velho, no Portal da Amazônia (leia AQUI).

De acordo com vice-presidente, o treinador da equipe de Porto Velho, Luciano da Silva Matos e o segurança do Vilhenense, Luiz Carlos Almeida, conhecido como “Grilo”, passaram a discutir aos 45 minutos do segundo tempo de jogo, onde ambos trocaram empurrões, porém foram acalmados.

Segundo Natal, quem iniciou a confusão foi o treinador do Porto Velho, que em todo momento, durante a partida, proferia palavras de baixo calão, criticando a arbitragem, quando “Grilo” disse para o treinador respeitar o árbitro, momento este que começou o desentendimento entre ambos.

“Nesse momento, acalmei a confusão e pedi para o segurança do Vilhenense se retirar do local, embora o árbitro deveria ter expulsado o treinador, já que ele foi o grande causador”, frisou

Natal explicou, ainda, que durante confusão, o segurança em nenhum momento ameaçou de dar tiro ao treinador. “Me causou estranheza o técnico Luciano ter feito um boletim de ocorrência de ameaça contra o segurança, já que, após a partida, os dois se entenderam”, pontuou.

SEGURANÇA EXPLICA

A reportagem do Extra de Rondônia entrou em contato com “Grilo”, que é policial militar, que deu sua versão dos fatos. Ele alegou que, faltando cinco minutos para acabar o jogo, o treinador do Porto Velho começou a ‘tirar onda’, dizendo que o pessoal do interior ‘são tudo bicho do mato’.

Ele afirmou que sua reação foi a de orientação para que o treinador tenha mais respeito com o pessoal de Vilhena e dar exemplo aos jovens. Porém, o treinador mandou calar a boca, seguido de um palavrão. “Insatisfeito, parti pra cima dele, mas o pessoal entrou no meio separou. Eu sai do campo e fiquei na arquibancada, mas em nenhum momento ameacei de lhe dar um tiro. Só falei que daria uns tapas nele para aprender a respeitar nós do interior. Mas, quando acabou o jogo, pedi desculpa e ele também se desculpou e fui embora. Tenho testemunhas das minhas alegações”, afirmou.

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